<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2643449554281829144</id><updated>2012-01-15T13:05:22.645-08:00</updated><title type='text'>Crônicas do Pastor Barbosa Neto</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://prbarbosaneto.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643449554281829144/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://prbarbosaneto.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Pr. Barbosa Neto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01439456551656835528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-8FOMxf7HDxA/TjAVxZPb7CI/AAAAAAAAADI/lZt5-JTXts0/s220/Pr.%2BBarbosa%2BNeto1.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>42</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2643449554281829144.post-4320558762512474212</id><published>2012-01-15T13:03:00.000-08:00</published><updated>2012-01-15T13:05:22.655-08:00</updated><title type='text'>Entendendo o que realmente diz Paulo em I Coríntios 11.17-34</title><content type='html'>Pr. José BARBOSA de Sena NETO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Banquete e a Ceia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     A descrição da Ceia do Senhor encontra-se, nas Escrituras Sagradas, em quatro autores diferentes: Mateus (26.17-29), Marcos (14.12-26), Lucas (22.7-23) e Paulo (I Coríntios 11.17-34).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     O texto clássico sobre a Ceia do Senhor, porém, é o de I Coríntios 11.17-34, no qual o apóstolo Paulo, diferentemente dos demais escritores inspirados, não apenas descreve a instituição do memorial pelo Senhor, mas encaixa o evento na situação real da Igreja de Cristo e adorna-o de comentários doutrinários. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     As fantasias e superstições de líderes evangélicos oriundos da Umbanda ou do Kardecismo e a influência de livros de escritores anglicanos e luteranos, que interpretam de modo místico e sacramental os textos referentes à Ceia do Senhor, principalmente o texto clássico paulino, têm inseminado na comunidade evangélica ideias católicas acerca dos elementos da Ceia do Senhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Assim, afigurasse-nos necessário, neste estudo, fazer uma breve análise do texto de I Coríntios 11.17-34 (juntamente com outras duas porções das Escrituras, ambas em I Coríntios, ambas importantes para a compreensão desse texto clássico, uma anterior a ele, 10.14-17, e a outra, posterior, 12.12-13,27, dentro do seu contexto imediato), dissecando-lhe aqueles pontos mais distorcidos pelas seitas “católico-evangélicas”. Cumpre-nos, igualmente, analisar também o texto de João 6.33—58,63, que, embora não se refira à Ceia do Senhor, tem sido alvo de distorções semelhantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Observe-se a expressão “&lt;em&gt;comer&lt;/em&gt; ...  &lt;em&gt;beber indignamente&lt;/em&gt;”. “Indignamente” é advérbio de modo. Desempenha a função sintática de adjunto adverbial e não de predicativo do sujeito, um qualificativo. Indica a maneira como alguma coisa é feita. Comer indignamente não é comer (estando) indigno (predicativo), mas é comer (agindo) de maneira indigna (adjunto adverbial). “Indignamente” refere-se a atos, a atitudes, e não a pessoas ou coisas. Uma pessoa pode ser considerada "digna” (adjetivo), mas, ainda assim, em determinada circunstância, agir “indignamente” (advérbio de modo). Da mesma forma uma pessoa “indigna” pode agir “dignamente”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     E é interessante observar que as pessoas que se consideram indignas são geralmente as mais dignas. Por outro lado, as pessoas mais indignas são aquelas que mais se consideram dignas. Os crentes mais consagrados realmente ao Senhor são, invariavelmente, os que se reconhecem mais indignos da misericórdia de Deus e confessam que devem tudo a Sua graça. Já os religiosos fariseus são quase sempre arrogantes e se julgam os mais dignos entre os homens. A nossa indignidade diante de Deus é uma realidade irrefutável e nem podemos esquecer que foi Deus “que nos fez idôneos para participar da herança dos santos na luz” (Colossenses 1.12). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     O texto paulino não diz que os coríntios eram indignos ou se achavam indignos de participar da Ceia do Senhor, mas que, ao reunirem-se para cear, estavam agindo de maneira indigna. A maneira indigna como eles agiam é que era indigna: além de haver dissensões entre eles, os mais abastados financeiramente levavam abundante provisão de comida e bebida para fazer um verdadeiro banquete antes da Ceia do Senhor e, nessa lauta refeição, cada um comia e bebia o que levava, sem a necessária ordem e sem nenhuma consideração para com os irmãos mais pobres, que, nada tendo para levar, nada comiam e nada bebiam. Nessa desordem, era natural haver, na hora da Ceia do Senhor, pessoas sentindo-se humilhadas e desprezadas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Era esse o problema dos crentes de Corinto. Tanto que o apóstolo recomenda-lhes que, quando eles se ajuntassem para comer, “esperassem uns pelos outros”, e se alguém tivesse com fome, comesse em casa, a fim de não se reunirem para condenação (10. 33-34). O problema era de fácil solução, portanto. Por sinal, convém não esquecermos que banquete em igreja é quase sempre sinônimo de problema! Por isso é que indaga o apóstolo: “Não tendes,  porventura,  casas para comer e para beber? Ou desprezais a igreja de Deus e envergonhais os que nada têm? Que vos direi? Louvar-vos-ei? Nisso não vos louvo” (I Coríntios 11.22).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Em face da maneira indigna como se portavam os coríntios na celebração do memorial da nova aliança, Paulo afirma que não é a Ceia do Senhor que eles comem, mas a ceia deles mesmos. O apóstolo não faz nenhuma restrição ao cerimonial ou à liturgia da celebração empregados por eles. Qualquer que fosse o ritual por eles adotado era vazio com certeza! Não anunciava a morte do Senhor até que Ele venha! Faltava-lhes o “sejam um em nós”. A união pelos laços do amor é que seria a grande mensagem, pois proclamaria ao mundo a transformação de vida neles operada pelo poder do Senhor ressuscitado: “Para que todos sejam um, como Tu, ó Pai, o és em Mim, e eu,  em Ti; que também eles sejam um em nós, para que o mundo creia que Tu me enviaste”(João 17.21). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Comunhão é união, é identificação de ideias e propósitos, é companheirismo, é parceria. A comunhão do Corpo de Cristo é a integração dos crentes, unidos pelos laços do amor! Participar do “mesmo pão” (I Coríntios 10.17) é sinal de “comunhão” (I Coríntios 10.16). Aquele, pois, que se senta à “mesa do Senhor” (I Coríntios 10.21) e, ao mesmo tempo, nega com seus atos a comunhão com os membros do Corpo de Cristo, não está “discernindo o Corpo do Senhor” (I Coríntios 11.29) e, como consequência, está participando indignamente da comunhão desse corpo. Comer e beber indignamente é fazer como faziam os coríntios, que, dizendo participar do memorial da nova aliança no sangue de Jesus, maltratavam os crentes mais humildes, “não discernindo o Corpo do Senhor’. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Discernindo o Corpo do Senhor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   “Nós sabemos que passamos da morte para a vida, porque amamos os irmãos; quem não ama a seu irmão permanece na morte” (I João 3.14). Todavia, entre os coríntios, havia dissensões, formavam-se partidos, fazia-se acepção de pessoas. Faltava-lhes o amor, “que é o vínculo da perfeição” (Colossenses 3.14), pois desprezavam e envergonhavam membros do Corpo de Cristo. Faltava-lhes discernimento para compreender que “o corpo de Cristo” são os crentes e não o pão da ceia! Não discerniam o Corpo do Senhor, que somos todos quantos temos o Espírito de Cristo (Romanos 8.9). É possível que devotassem grande respeito e veneração aos elementos da ceia (como muitos faz hoje em dia!), mas Jesus não estava no pão e sim nos irmãos, inclusive, e paradoxalmente, naqueles que estavam sendo desprezados e envergonhados. Discernir algo é identificá-lo, distingui-lo de outras coisas. Faltava-lhes discernir que o Corpo de Cristo “é a Igreja” (Colossenses 1.24). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Para Paulo, a expressão “corpo de Cristo” designa sempre a comunidade dos remidos (Romanos 12.5; I Coríntios 12.12-27; Gálatas 3.27-29; Efésios 1.22-23; Colossenses 1.18-24; 3.15). Mesmo o pão da Ceia do Senhor, que representa o corpo físico de Cristo, o Cordeiro de Deus, imolado por nós na cruz, representa também a Igreja, que é o Corpo de Cristo (I Coríntios 10.17; Efésios 1.22-23). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Observe-se a identificação que o Senhor faz de Si mesmo com o Seu povo. É enfática demais para que possa passar despercebida a alguém: “Em verdade vos digo que, quando o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a Mim o fizestes” (Mateus 25.40). Assim também, quando Saulo perseguia os discípulos do Senhor, este, no caminho de Damasco, indagou-lhe: “Saulo, Saulo, por que Me persegues?” (Atos 9.4).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     O texto paulino não defende uma ‘teologia sacramental’, onde os elementos da Ceia teriam poderes sobrenaturais, de modo que quem deles come em santidade receberia ricas bênçãos celestiais enquanto que quem deles come estando “indigno”, isto é, estando em pecado (com alguma falha em sua vida), sofreria severo castigo.  Ora, o grande mistério de Deus, “que esteve oculto desde todos os séculos, e em todas as gerações”, não é Cristo no pão da ceia, mas é “Cristo em vós (nós), esperança da glória” (Colossenses 1.26-27). O pão representa o Corpo de Cristo, a Igreja é esse corpo. Um é um símbolo, o outro é a realidade!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Disciplinados Pelo Senhor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     O apóstolo Paulo explica que se o crente, quando errar, se julgar a si mesmo, vendo onde errou e procurando corrigir-se do erro, não será julgado pelo Senhor. Mas se o crente não se corrige a si mesmo, antes permanece no erro, o Senhor o disciplina, pois quando o Senhor julga o crente é para sua correção, porque o crente, por pertencer a Jesus, não pode ser condenado com o mundo (I Coríntios 11. 31-32). A falta de amor para com os irmãos, a falta de ordem na Igreja e a falta de autodisciplina por parte dos crentes estavam trazendo sobre eles a disciplina do Senhor. (I Coríntios 11.30). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     A relação entre Deus e o pecador não convertido é uma relação entre o juiz e o réu. Não há comunhão, não há amor, não há disciplina. Mas, quando o pecador se converte ao Senhor, a sua relação com Deus passa a ser uma relação entre Pai e filho. Uma relação em que há comunhão, amor e disciplina. Para os que estão em Cristo Jesus, já não há “nenhuma condenação” (Romanos 8.1), mas há disciplina! (Hebreus 12.5-8)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto é o Meu Corpo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Os crentes genuinamente evangélicos e nós, os crentes reconhecidos no século como Batistas, em particular, temos rejeitado, através dos tempos, não somente a doutrina da ‘transubstanciação’ católica romana (presença real de Cristo na Ceia pela transformação dos elementos pão e vinho no Seu corpo e sangue) como também a da ‘consubstanciação’ luterana (presença real de Cristo na Ceia, pela união de Cristo com os elementos pão e vinho), por entendermos que tanto uma como a outra, embora amparadas por bem elaborados argumentos filosóficos, carecem de fundamento bíblico e, o que é pior, induzem à idolatria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     A assim-chamada ‘Igreja Católica Romana’ afirma: “No santíssimo sacramento da Eucaristia estão ‘contidos verdadeiramente, realmente e substancialmente o Corpo e o Sangue juntamente com a alma e a divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo e, por conseguinte, o Cristo todo’ ”(Catecismo da Igreja Católica, Ed. Vozes-Ed Loyola, p.379 #1374; Conc. De Trento, Denzinger-A Schönmetzer #1651) Afirma, também: “A presença real de Cristo resulta da singular conversão de toda a substância do pão no corpo e de toda a substância do vinho no sangue, ainda que permaneçam as espécies de pão e de vinho. A esta conversão a Igreja católica chama com propriedade (aptissime) transubstanciação.” (Idem)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    A encíclica Mysterium fidei, de 3 de setembro de 1965, assinada pelo finado  Paulo VI traz novas interpretações. As categorias e a linguagem tridentina marcadas pela teologia escolástica, já se tornaram irrelevantes para o homem moderno. Nos anos 60 foi de grande notoriedade a preocupação por corresponder à mentalidade moderna, dando chance a chamada ‘crise holandesa’, preocupação esta que aflorou de modo muito forte nos Países Baixos. Os teólogos católicos continuaram defendendo que a eucaristia é um evento de salvação em favor dos homens, mas o importante, naquele momento, era “o novo significado e a nova finalidade”. Do pão e do vinho depois da consagração. “Transfinalização e transignificação” seriam para os tempos modernos bem mais adequados para traduzir a assim chamada “transubstanciação”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     A encíclica “Mysterium fidei” veio trazer a modo de confissão da fé católica algo importante com toque suave na mudança da teologia escolástica, cujos tópicos, a seguir, são de fundamental importância: “Deve-se continuar mantendo a linguagem tradicional da Igreja (católica) sobre a presença real eucarística e a conversão. As fórmulas podem ser investigadas e explicadas, mas nunca em sentido diferente ao que foram propostas” (AAS, Acta Apostolicae Sedis, 57 (a965) 758). “Há presença real de Cristo na Igreja (católica), mas a presença de eucarística é “substancial”: ‘Cristo inteiro, Deus e homem, se faz presente’. Não se reduz à presença “espiritual” de Cristo glorificado que existe no cosmos, nem a um sinal da intervenção de Cristo em favor de seus fiéis”. (Mysterium fidei, 764) Sobre as novas interpretações, “Com a transubstanciação, as espécies de pão e de vinho revestem novo significado e têm um novo fim; mas esse novo fim e esse novo significado supõem uma nova realidade ontológica . Porque há transubstanciação, também há transignificação e transfinalização” (Mysterium fidei, 766).  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    O que podemos observar é que os tratados teológicos romanistas, numa tentativa desesperada para explicar o não explicável, cada vez mais penetram numa emaranhado de opiniões ocas e sem sentido resultantes do ilógico proveniente da interpretação literal das palavras de Jesus ao instituir a Ceia Memorial. O teólogo Jesús Espeja, bastante respeitado nos meios do catolicismo romano, assim afirma: “Os termos ‘transubstanciação’ e ‘transfinalização’ (ou ‘transignificação’) devem ser usados com reserva. O primeiro, porque “substancia” nas ciências positivas já não tem o significado que teve na filosofia grega que serviu de base à teologia escolástica, comum aos padres conciliares de Trento. A “transfinalização” (ou “transignificação”) corre o perigo de ser imprecisa para expressar o realismo da presença” (Jésús Espeja, Sacramentos, Ed. Vozes, Petrópolis-RJ, 1992, p. 73). Por outro lado, muitos grupos evangélicos têm para com os elementos da Ceia do Senhor (“santa ceia”, para eles) uma devoção igual à que os católicos romanos têm para com a hóstia consagrada. Um verdadeiro culto de “latria” (culto de adoração suprema a Deus e à hóstia consagrada). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     A assim-chamada ‘Igreja Católica Romana’ nos assegura que após a oração consecratória sobre o pão e o vinho, são transformados em alguma coisa diferente: corpo e sangue. Entretanto, a linguagem empregada nos textos de Mateus 26.26-29; Marcos 14.22-24; Lucas 22.19-20 e I Coríntios 11.23-26 não conduz a esta conclusão! O que podemos perceber é que era ação de graças e louvor rendidos a Deus, exatamente como o Senhor Jesus fez, quando alimentou a multidão, dando graças pelos pães e pelos peixes (João 6.11). O que nos chama à atenção são as palavras de Jesus depois da ação de graças: “Isto é o meu corpo... Isto é o meu sangue, o sangue da aliança”. Como poderia Jesus dizer que em Suas mãos estavam o Seu próprio corpo e o Seu próprio sangue, quando Ele ainda estava vivo no meio dos discípulos, habitando o mesmo corpo com o qual nascera da bendita Virgem Maria e com o qual andara e ainda estava andando na companhia dos discípulos? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Portanto, a assim-chamada “transubstanciação” (ultimamente travestida de “transfinalização” ou “transignificação”), fere frontalmente a inteligência das pessoas sensatas! O católico não procura a razão lógica da sua fé, crê em tudo que os seus teólogos lhe enfia garganta abaixo, pois se “Roma locuta, causa finita”, se aceita tudo sem contestação, daí o significado da palavra “fiel” que o católico recebe!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Outro fato muito interessante para o qual devemos lançar nossos olhares é o fato de Jesus, após ter abençoado o vinho, o tenha chamado de “o fruto da videira”! (Mateus 26.29; Marcos 14.25; Lucas 22.18). Isso demonstra de forma cristalina que a substância do vinho não havia mudado! E o apóstolo Paulo age do mesmo modo, quando chama os elementos da Ceia do Senhor de pão e de vinho!(I Coríntios 11.26). As narrativas da instituição da Ceia do Senhor e na Carta de Paulo aos Coríntios tornam claro, cristalinas, que o Senhor Jesus falou em sentido figurado, quando disse: “Este é o cálice da nova aliança no meu sangue...” (Lucas 22.20b). E Paulo, escrevendo a sua Primeira Carta aos Coríntios, após 25 anos que Jesus instituiu a Ceia, cita Jesus dizendo: “Este cálice é o novo testamento (ou nova aliança) no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que beberdes, em memória de mim. Porque todas as vezes que comerdes (manducação) este pão e beberdes (potação) este cálice anunciais a morte do Senhor, até que Ele venha” (I Coríntios 11.25-26). Notemos que nestas palavras Ele usou uma dupla figura de linguagem. O cálice representa o vinho e o vinho é chamado de novo testamento ou nova aliança. O cálice não era literalmente a nova aliança, embora definitivamente declarado, como o pão foi declarado ser o Seu corpo. Eles não beberam o cálice literalmente, como também não beberam literalmente a nova aliança! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Como é ridículo dizer que eles assim o fizeram! O seu corpo também não foi o pão literal, nem o vinho, seu sangue literal. Depois de dar o vinho aos Seus discípulos Jesus disse: “porque vos digo que já não beberei do fruto da vide, até que venha o Reino de Deus” (Lucas 22.18). Assim o vinho, mesmo que dele Jesus tenha tomado e depois dado aos Seus discípulos, continuou sendo o fruto da videira! Nenhuma “transubstanciação” ou “transfinalização” ou “transignificação” houve na substância! E isso aconteceu depois da oração de consagração que Jesus fez, quando a assim-chamada ‘Igreja Católica Romana’ supõe e ensina que aconteceu a alteração, mesmo tendo Jesus e Paulo declarado que os elementos, a substância, continuam sendo pão e vinho!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Voltamos a enfatizar que na ocasião em que estas palavras foram ditas, o pão e o vinho estavam sobre a mesa, DIANTE DELE, e Ele estava assentado à mesa em Seu corpo, como qualquer pessoa viva! Lembremo-nos que a crucificação ainda não havia acontecido! Eles – Jesus e Seus discípulos – comeram a Ceia antes da crucificação! Portanto, não podemos fazer algo em memória de alguém que está presente, como a assim-chamada ‘Igreja Católica Romana’ faz, dizendo que Cristo está presente na missa! Notemos que ao invés de corpo, sangue, alma e divindade nos elementos, Paulo vê pão e cálice. Se o apóstolo Paulo cresse na presença real, corporal de Cristo sob as aparências do pão e do vinho, com certeza ele não teria dito: “até que Ele venha”, pois Jesus já estaria ali presente! O próprio Jesus ao afirmar: “... fazei isto em memória de Mim” (Lucas 22.19), teria excluído “ipso facto” a presença! Esta é a lógica! Da mesma forma se no pão Jesus se tornasse física e corporalmente presente – como afirma a assim-chamada ‘Igreja Católica Romana’ “... debaixo destas (espécies do pão e do vinho) está Cristo completo, presente na sua realidade física, mesmo corporalmente...”(Paulo VI, in Mysterium fidei, 46)  evidentemente a Ceia não em memória! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   A Ceia do Senhor instituída por Jesus não foi um tipo de operação mágica, mas exclusivamente um memorial! E com que finalidade? Com o objetivo de convocar todos os cristãos, através dos séculos, a que se lembrassem da crucificação do Senhor Jesus e de todos os benefícios dele proveniente! Um memorial não representa a realidade, como no caso de serem o pão e o vinho o Seu verdadeiro corpo e sangue, mas uma coisa totalmente diferente, que serve apenas como lembrança da coisa real. É perfeitamente óbvio a qualquer leitor observador inteligente que a Ceia do Senhor foi especialmente instituída como uma simples festa memorial. De maneira alguma, como uma ‘reencarnação’ de Cristo! Segundo a assim-chamada ‘Igreja Católica Romana’, aquilo que os sentidos apreendem depois da consagração do pão e do vinho, na assim chamada “transubstanciação”, são os acidentes. Ora, quando Jesus transformou a água em vinho, em Caná da Galiléia, as características da água desapareceram, porque a água deixou de existir, conforme João 2.9-10.  Esse episódio é bastante claro à nossa inteligência!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     A posição do Luterianismo não difere muito da posição católico-romana. E os próprios luteranos confessam essa realidade: “Nossas igrejas são falsamente acusadas de ter abolido a missa. Porque a missa é ainda retida entre nós e celebrada com grande reverência” . (Confissão de Augsburgo, de 1530, art. II, segunda parte).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     A “transubstanciação” católico-romana e a “consubstanciação” luterana são, em síntese, a mesma coisa, conforme vemos no “Relatório da Comissão Mista Católico-Luterana sobre a Eucaristia”: (A Ceia do Senhor, Ed. Sinodal, 1978, pp. 23-25) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;•       “cristãos católicos e luteranos confessam em comum que a presença eucarística do Senhor Jesus Cristo visa o recebimento do crente, não estando, porém, limitado ao momento do recebimento, e igualmente não dependendo da fé do receptor por mais que ele seja orientada para esta”; &lt;br /&gt;•       “a discussão ecumênica demonstrou que essas duas posições não mais precisam ser consideradas como contraposições mutuamente excludentes (transubstanciação e consubstanciação). A tradição luterana consente com a tradição católica na afirmação que os elementos consagrados não continuam sendo simples pão e vinho, mas em virtude da palavra criativa são distribuídas como corpo e sangue”;&lt;br /&gt;•       “segundo a doutrina católica, o Senhor proporciona sua presença eucarística para além da realização do sacramento, enquanto persistem as formas de pão e vinho. Correspondentemente, os fiéis são convidados a prestar veneração a este santíssimo sacramento aquele culto de latria que é devido ao Deus verdadeiro”; (...) “também para eles (os luteranos) culto, veneração e adoração são adequados tanto tempo quanto Cristo permanece sacramentalmente presente”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Ora, para quem adore a Jesus e creia que Ele está de alguma forma, presente nos elementos da Ceia, a consequência natural será a adoração desses elementos. E é exatamente isso que fazem os católicos romanos, quando adoram Jesus na hóstia consagrada. E é exatamente isso que fazem os luteranos em relação aos elementos da sua eucaristia, prestando-lhes “culto, veneração e adoração” enquanto, segundo o entendimento luterano, Ele permanece presente nesses elementos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Alguns grupos evangélicos existentes entre nós têm para com os elementos da Ceia do Senhor (por alguns deles chamada de “santa ceia”) um forte sentimento de “latria”, de modo que lhes prestam um verdadeiro “culto latrêutico”, semelhante ao que o catolicismo romano devota à hóstia consagrada. Em face dessa veneração, as sobras de pão e de vinho ‘consagrados’ são para eles mantidas intocáveis e ou são ritualisticamente enterradas ou ficam guardadas até que, cobertas de mofo, sejam comidas pelos bichos, quando então, e somente então os vasos onde estiveram depositados podem ser lavados. Mas isso é idolatria! E idolatria que se vem infiltrando no seio da comunidade evangélica! E aqueles que hão de dar contas do rebanho permanecem indiferentes! O culto aos elementos da Ceia, qualquer que seja a sua forma, é idolatria. Tanto faz estar amparado na teoria da ‘transubstanciação’ como na tese da ‘consubstanciação’, ou simplesmente escorada na palavra carismática do líder. E os idólatras não têm parte no reino de Deus (I Coríntios 6.10). É por isso que o texto de I Coríntios referente à Ceia do Senhor começa com esta advert6encia: “Portanto, meus amados, fugi da idolatria”. (I Coríntios 10.14). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que, realmente, Evangelho João Capítulo 6 ensina. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     O texto de João 6.33-63, mormente os versículos 33-58, que o catolicismo romano e as seitas católicas utilizam como pretensa base bíblica para a tese da ‘transubstanciação’ ou da ‘consubstanciação’, não se refere à Ceia do Senhor, mas à conversão pela fé em Jesus. Os teólogos católicos, como é do seu hábito, transgridem na norma primacial da compreensão da Bíblia Sagrada ou de qualquer obra literária: a de interpretar o texto pelo contexto. Isolam parte do texto do discurso de Jesus feito na sinagoga de Cafarnaum e dão uma interpretação literal às palavras de Jesus, mas, se fossem honestos, deveriam adotar o mesmo critério em todo o discurso, pois várias vezes Jesus usou a expressão pão.  Ao admitir a literalidade do vocábulo pão, certamente Jesus teria descido do céu na forma material, isto é, em forma de pão! E quem comesse literalmente desse pão viveria para sempre. Por que não se há de ser lógico, admitindo-se igual sentido figurado quanto aos vocábulos carne e bebidas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Este texto tem sido utilizado para justificar a tese pagã-católico-romana de que, para ter a vida eterna, o pecador tem de comer (manducação) de Cristo no pão da ceia e beber (potação) o sangue de Cristo no vinho da Ceia. Comer e beber carne e sangue humano é coisa repulsiva e abominável a Deus, e também a qualquer pessoa mentalmente sã, especialmente aos judeus. Essa prática é contrária às Escrituras Sagradas e ao senso comum. (Levítico 17.10; Deuteronômio 12.16). Na lei judaica havia severa penalidade contra quem comesse sangue.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Comer a carne e beber o sangue de Jesus é vir a Ele, é crer nEle! Ele próprio o disse: “Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em Mim tem a vida eterna” (João 6. 47).  Comparem-se os versículos 40 e 54. A mensagem é a mesma, sendo que, no verso 54, a mensagem do verso 40 é repetida de maneira figurada. Mas mente carnal é apegada à realidade física e incapaz de perceber a realidade espiritual. Quer ver e apalpar para crer. Precisa mastigar (manducação) e engolir (potação). O Deus Espírito não lhe basta! Precisa de um deus físico, material, palpável, mastigável até!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     O mais impressionante é que quando Jesus quis falar aos Seus discípulos sobre assuntos importantes, isolou-Se com eles (Mateus 10.1-42; 18.1-35 dentre outras). Havia uma diferença enorme entre Jesus ensinar aos Seus discípulos e pregar às turbas (Mateus 11.7). Ao povo Ele pregava a Palavra, comparando-a a semente, para que se convertesse e aos Seus discípulos favorecia explicações bastante pormenorizadas que os preparassem para bem melhor servi-Lo (Mateus 13.10-23).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Outro detalhe importante, é que no Evangelho de João a Ceia do Senhor não é mencionada nesta passagem e nem está em seu contexto e nem em todo o Evangelho segundo João a ela se refere, pois se houvesse algum vínculo com o sermão na sinagoga de Cafarnaum com a Ceia do Senhor, certamente João teria mencionado, pois João dos quatro evangelistas é o mais meticuloso, mas ele não alude nada! É o único evangelista que não menciona nada, absolutamente nada, a respeito da instituição da Ceia por Jesus!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Portanto, comer a carne de Cristo e beber o Seu sangue é crer nEle! O “comer” e “beber” são figuras do crer! Quem crê no Senhor Jesus torna-se um com Ele, pois Paulo escreveu: “Mas o que se ajunta com o Senhor é um mesmo espírito” (I Coríntios 6.17). Faz-se habitação do Espírito de Cristo (Romanos 8.9-11). Cristo está em nós porque nEle temos crido!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     O grande mistério de Deus, que esteve oculto dos séculos e das gerações, é realmente Cristo em nós, “a esperança da glória” (Colossenses 1.26-27). Mas não O recebemos ingerindo-O em forma de pão de farinha de trigo e vinho. Ou “ainda não compreendeis que tudo o que entra pela boca desce para o ventre e é lançado fora?” (Mateus 15.17). Nós, os crentes, não praticamos a teofagia!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclusão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Portanto, finalizando, a interpretação do texto de João 6 como referente à Ceia do Senhor, absolutamente contraria aos princípios da hermenêutica sadia, tem como objetivo apresentar um texto bíblico de defesa da tesa pagã sacramentalista, da qual depende a força e importância do clero católico romano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     A tese sacramentalista reivindica que a graça de Deus seria transmitida aos homens através dos ‘sacramentos’, que seriam os instrumentos necessários dessa transmissão. Assim é que o pecador, para receber a graça de Deus, ficaria na dependência dos ministros dos sacramentos, que ficariam sendo, na realidade, a instância nessa questão. Mesmo quando alguém argumentasse que, segundo as Escrituras Sagradas, somos salvos pela graça, por meio da fé, eles retrucariam, dizendo: ‘É pela graça, sim, mas para receber a graça, você precisa dos sacramentos, e como quem tem os sacramentos somos nós, você precisa mesmo é de nós, ministros dos sacramentos’! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Que Deus nos livre de tais heresias! Pensemos todos nisso! Leia e releia este estudo, demoradamente, para que possamos participar “dignamente” da Ceia do Senhor!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2643449554281829144-4320558762512474212?l=prbarbosaneto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://prbarbosaneto.blogspot.com/feeds/4320558762512474212/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2643449554281829144&amp;postID=4320558762512474212&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643449554281829144/posts/default/4320558762512474212'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643449554281829144/posts/default/4320558762512474212'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://prbarbosaneto.blogspot.com/2012/01/entendendo-o-que-realmente-diz-paulo-em.html' title='Entendendo o que realmente diz Paulo em I Coríntios 11.17-34'/><author><name>Pr. Barbosa Neto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01439456551656835528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-8FOMxf7HDxA/TjAVxZPb7CI/AAAAAAAAADI/lZt5-JTXts0/s220/Pr.%2BBarbosa%2BNeto1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2643449554281829144.post-4132694589419329427</id><published>2011-12-15T19:08:00.000-08:00</published><updated>2011-12-15T19:10:37.174-08:00</updated><title type='text'>MAIS UM PERÍODO DE BOAS FESTAS....</title><content type='html'>Pr. José Barbosa de Sena Neto&lt;br /&gt;                                                          &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dezembro chegou! Ano que se encontra no seu final passou célere, extremamente veloz! Parece que foi ontem que estávamos descansando, em família, desfrutando o feriado do  primeiro dia do ano! Muitos planos, muitos projetos! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, tudo se repete. Novamente as cidades se engalam para o período natalino, praças, lojas, igrejas, indústrias, comércio, colégios e casas, se enfeitam cada um a seu modo e dependendo das suas condições e portes financeiros, com algo alusivo ao Natal. Tudo é lembrado, jantares preparados com antecedência, nos mínimos detalhes, presentes adquiridos a dedo, para as faixas etárias, árvores de Natal armadas e enfeitadas e até mesmo expostas no rall das nossas Igrejas, mormente expostas nas mais tradicionais, e, nas portas de nossas casas, não podem faltar a ‘coroa de azevinho’, a ‘bota vermelha’, e em algumas de nossas casas tidas como cristãs mais tradicionais, para satisfazer o sonho inocente de nossas crianças, de nossos filhos e netos, se afoitam a introduzir a figura dócil do ‘Papai Noel’, para o brilhantismo da ‘troca de presentes’ – ápice da nossa festa familiar, antes do já tradicionalismo ‘jantar natalino’! Tudo muito bonito, tudo muito aconchegante, tudo muito familiar, se tudo isso não fosse herético, nada tendo a ver com o Nascimento de Jesus!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei que mais uma vez irei chocar ou escandalizar a muitos dos nossos queridos, mas minha consciência não me permite ficar calado diante de tantas coisas pagãs que celebramos todos os anos, em nossas igrejas e em nossas casas. E muitos ficam irritados quando combatemos esta gama de rituais, que nada tem de cristãs. Em meu livro “Confissões Surpreendentes de um ex-Padre”, já na quarta edição, realço em um apêndice, dedicado a uma análise histórica sobre o Natal, e lanço a pergunta: “Natal – festa cristã ou pagã cristianizada?” Não tenho parado de receber críticas após o lançamento de meu livro, desde a sua primeira edição, sobre esta minha pergunta chocante, realçada com profunda análise bíblica e histórica. Uma das peculiaridades do cristão batista é a plena liberdade de consciência e livre acesso de cada um à Verdade revelada nas Sagradas Escrituras, a única regra de fé e prática. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Natal, como nós o conhecemos, nunca foi celebrado desta forma pela Igreja Primitiva. Tampouco foi festejado durante os primeiros três séculos da Igreja Cristã.  A razão para o natal ter se tornado um “dia santo” não diz respeito à Bíblia Sagrada. As Sagradas Escrituras não explicitam a data do nascimento de Jesus. Em nem um lugar da Bíblia somos incentivados a celebrar o Natal, como hoje ele se evidencia entre nós. O Natal que aí está não é a mesma coisa que relembrarmos o Nascimento de Jesus. Um é diametralmente diferente do outro. Examine. Pesquise. Na lembrança do Nascimento de Jesus, usamos os nossos púlpitos para relembrarmos sobre para que nasceu o Salvador. Temos nossas cantatas que relembram e realçam de forma emocionante este fato histórico que mudou o mundo. Já nas comemorações do Natal, nem mesmo o aniversariante é lembrado!... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dia em que o Natal é celebrado e comemorado (25 de dezembro) e quase todos os costumes associados a ele,  tem origem na adoração pagã de ídolos. Em meados do século IV, várias igrejas ocidentais de língua latina passaram a celebrar o Natal.  Durante o século V, essa festividade se tornou um “dia santo” da Igreja Católica Romana. No ano 534 d.C, o Natal foi reconhecido feriado oficial do estado romano. A fusão com o paganismo como ‘estratégia missionária’ foi claramente revelada pelas instruções do papa Gregório Magno aos missionários no ano 601: “Pelo fato de eles – os pagãos – sacrificarem bois a demônios, alguma celebração deve lhes ser dada em troca dessa... Eles devem celebrar uma festa religiosa e adorar a Deus mediante sua celebração, de forma a manterem os prazeres externos e poderem, rapidamente, receber alegrias espirituais”.  Por falta de espaço não poderemos entrar em detalhes históricos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o Natal é uma mentira ‘cristianizada’ pela Igreja de Roma. E muitos de nós sabemos disso e persistimos no incentivo ao erro. O Cristianismo é a religião da verdade. Deus não pode mentir. Toda a verdade e todo o conhecimento procedem de Deus. Jesus Cristo é “o caminho, a verdade e a vida” (João 14.6). O Espírito Santo é chamado “o Espírito da verdade” (João 167.13). O Evangelho é chamado “a palavra da verdade” (Efésios 1.13). Deus ordena: “Não dirás falso testemunho contra o próximo o teu próximo” (Êxodo 20.16). Paulo nos diz para seguirmos “a verdade em amor” (Efésios 4.15a) para que os cristãos deixem a mentira e “fale cada um a verdade com o seu próximo, porque somos membros uns dos outros” (Efésios 4.25). Nós, os cristãos bíblicos devemos ser sal e luz do mundo (Mateus 5.13,16), devemos testemunhar ao mundo falando e vivendo a verdade. Perguntamos: a celebração do Natal é compatível com nossa responsabilidade de falar e viver a verdade perante o mundo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é verdade que Jesus nasceu no dia 25 de dezembro. Segundo a Bíblia, Jesus não nasceu nesse dia: “Ora, havia naquela mesma comarca pastores que estavam no campo, e guardavam, durante as vigílias da noite, o seu rebanho” (Lucas 2.8). É do conhecimento público que os pastores na Palestina voltavam dos campos antes do inverno. A estação chuvosa na Judéia começa no fim de outubro ou o início de novembro. Os pastores já teriam voltado com seus rebanhos para as aldeias antes do início da estação de chuvas. Portanto, Jesus nasceu bem antes do final de outubro ou bem antes das primeiras semanas de novembro. É evidente que Jesus não nasceu no meio da estação do inverno. Mas, as Escrituras nos dizem em que estação do ano Ele nasceu? Sim, as Escrituras Sagradas indicam que Ele nasceu no outono, mas insistimos na data pagã que a Igreja de Roma ‘cristianizou’. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ministério público de Jesus durou três anos e meio e Seu ministério teve fim no tempo da Páscoa (João 18.30), que ocorre durante a primavera. Portanto, três anos e meio marcariam o início do ministério no outono daquele ano. Quando Jesus começou seu ministério, Ele contava 30 anos de idade (Lucas 3,23). Esta era a idade para o sacerdote começar a exercer seu ministério sob o Antigo Testamento (Números 4.3).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você mente a respeito do nascimento de Jesus e fez vistas grossas em relação à mitologia pagã, quando você falar a seu vizinho incrédulo sobre a ressurreição de Jesus, por que ele deveria acreditar em você? Ao celebrar a festa pagã do Natal, com todos os seus símbolos pagãos, você dar margem para que seu vizinho incrédulo não creia quando você lhe falar sobre a ressurreição. Porque ele poderá dizer: “você fala e vive uma mentira acerca do nascimento de Jesus, então você não é confiável para falar a respeito da ressurreição de Jesus”. E, afora, saia dessa...   A Igreja Cristã bíblica deve parar de macular a Palavra de Deus inspirada e infalível ao posicionar fantasias humanas ao lado de revelação divina. O Natal contradiz, pois, a narrativa bíblica do nascimento de Jesus! Confiram isso.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2643449554281829144-4132694589419329427?l=prbarbosaneto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://prbarbosaneto.blogspot.com/feeds/4132694589419329427/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2643449554281829144&amp;postID=4132694589419329427&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643449554281829144/posts/default/4132694589419329427'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643449554281829144/posts/default/4132694589419329427'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://prbarbosaneto.blogspot.com/2011/12/mais-um-periodo-de-boas-festas.html' title='MAIS UM PERÍODO DE BOAS FESTAS....'/><author><name>Pr. Barbosa Neto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01439456551656835528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-8FOMxf7HDxA/TjAVxZPb7CI/AAAAAAAAADI/lZt5-JTXts0/s220/Pr.%2BBarbosa%2BNeto1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2643449554281829144.post-7871411031159864043</id><published>2011-12-15T19:04:00.000-08:00</published><updated>2011-12-15T19:07:36.830-08:00</updated><title type='text'>NOSSA ESPERANÇA NA VIDA PORVIR</title><content type='html'>Pr. José Barbosa de Sena Neto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em o Novo Testamento, a idéia da imortalidade se torna patente e concreta em Jesus Cristo. Segundo Pedro, Deus, de acordo com “a sua grande misericórdia, nos gerou de novo para uma viva esperança, pela ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos” (I Pd. 1.3), e, segundo Paulo, Jesus Cristo “destruiu a morte, como trouxe à luz a vida e a imortalidade, mediante o evangelho” (II Tm 1.10). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    A ressurreição de Cristo constitui a garantia da realidade da vida futura.  Esta é a razão por que Paulo sabe  que a nossa casa terrestre, isto é, se este corpo se desfizer, temos da parte de Deus um edifício, casa não feita por mãos, mas casa eterna nos céus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Para o apóstolo Paulo, o morrer não significa ser despido da vida, como parece, mas é o meio pelo qual somos absorvidos pela vida.  Para nos dar a garantia deste fato ou desta realidade transcendente, Paulo declara que Deus nos preparou para isto e nos deu o penhor do Espírito. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Tão certo está o Apóstolo Paulo, que chega a afirmar: “Entretanto, estamos em plena  confiança, preferindo deixar o corpo e habitar com o Senhor”(II Cor. 5.8).  Estas palavras nos dão a medida da certeza de Paulo quanto à vida futura, pois ele sabe, pela fé, que logo após a morte estará com o Senhor, na posse do pleno gozo e no gozo da plena consciência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    A passagem de Apocalipse 21.1-8, nos mostra que, no além-túmulo, a vida com Cristo não conhecerá lágrima, nem morte, nem luto, nem pranto, nem dor. É vida de gozo, de paz e de alegria. Entretanto, o crente para gozar destas bênçãos, não precisa aguardar a morte e a vida que se lhe segue, pois a graça de Deus, já nesta vida, faz dele “nova criatura” ( II Cor. 5.17)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    O crente é renascido e não deve conformar-se com este mundo (Rm 12.2), mas deve despojar-se do homem velho que se corrompe e renovar-se (Ef. 4.22-23), pois ele já se despiu do velho homem e se renovou para o conhecimento daquele que o criou (Col. 3.10). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Não é lógico – e muito menos bíblico -, que o homem interior, que se renovou pelo Espírito de Deus, deixe de existir após a morte. Que sentido teriam, para ele, a santificação e o desejo de aperfeiçoar-se espiritualmente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Devemos dar graças a Deus por ter ele revelado, na sua Palavra, as verdades que se relacionam com a vida futura ou com a imortalidade. Sem esta revelação, ficaríamos tateando apenas nas nossas experiências limitadas, e a nossa certeza, então, seria muito relativa. Agora, não. Agora, temos a certeza que Cristo nos dá não só com o seu ensino, mas, sobretudo, com a sua vitória sobre a morte vencendo-a pela ressurreição. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    E o vidente de Patmos assim nos assegura: “Eis que faço novas todas as cousas. E acrescentou: Escreve, porque estas palavras são fiéis e verdadeiras... Tudo está feito. Eu sou o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim. Eu, a quem tem sede, darei de graça da fonte da água da vida. O vencedor herdará estas cousas, e eu o serei Deus, e ele me será por filho” (Ap. 21.5-7).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Portanto, pois, “sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida”! (Ap. 2.10).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2643449554281829144-7871411031159864043?l=prbarbosaneto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://prbarbosaneto.blogspot.com/feeds/7871411031159864043/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2643449554281829144&amp;postID=7871411031159864043&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643449554281829144/posts/default/7871411031159864043'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643449554281829144/posts/default/7871411031159864043'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://prbarbosaneto.blogspot.com/2011/12/nossa-esperanca-na-vida-porvir.html' title='NOSSA ESPERANÇA NA VIDA PORVIR'/><author><name>Pr. Barbosa Neto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01439456551656835528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-8FOMxf7HDxA/TjAVxZPb7CI/AAAAAAAAADI/lZt5-JTXts0/s220/Pr.%2BBarbosa%2BNeto1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2643449554281829144.post-3813349886997110444</id><published>2011-03-09T06:49:00.000-08:00</published><updated>2011-03-09T06:50:36.700-08:00</updated><title type='text'>IDENTIFICANDO A IGREJA DE CRISTO</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:trackmoves/&gt;   &lt;w:trackformatting/&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt; 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José Barbosa de Sena Neto&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;                                                                                                                                                                                           &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:pastorbarbosaneto@yahoo.com.br"&gt;&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;pastorbarbosaneto@yahoo.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;A palavra “&lt;i&gt;Igreja&lt;/i&gt;” perdeu o seu significado nos dias atuais em relação ao seu sentido original nos tempos da Igreja Primitiva. Trata-se de uma palavra que precisa ser redefinida na sociedade moderna. Existe um grande número de grupos que se chama de “&lt;i&gt;igreja&lt;/i&gt;” mas que, certamente, não são nada daquilo que o Senhor disse que construiria, e sequer chegam à medida do que está revelado em o Novo Testamento como padrão para a Igreja de Deus.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Esses falsos conceitos levam os indivíduos a se desviarem da verdade e a evidenciarem algo que não representa a santidade divina. Falsos conceitos  e doutrinas equivocadas precisam ser arrancados pela raiz e destruídos, se é que desejamos a presença do Senhor em nosso meio. Somente quando os padrões de vida de Jesus forem restaurados em nós é que a presença do Senhor se fará gloriosa no seio da Igreja. Para isso, precisamos identificar o que a Igreja não é. Caso contrário, continuaremos vivendo algo que não produzirá os resultados almejados por todos nós.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Em primeiro lugar &lt;b&gt;a Igreja não é um templo material&lt;/b&gt;. A palavra igreja nunca é usada na Bíblia referindo-se a um templo físico. Veja Atos 2.47; 7.38; 8.1-3; 11.22-26; 12.1-5; 15.3, 4, 22, 41; 18.22. Nos versículos citados, podemos observar que o Senhor adicionava pessoas (crentes) à Igreja. Herodes ameaçou a Igreja (convertidos ao evangelho). A Igreja foi perseguida. Paulo saudava a Igreja. A Igreja tinha descanso. Tal linguagem não poderia se referir a um templo físico! Somente a um grupo de pessoas, a Igreja viva. São as tradições dos homens que aplicam o termo “&lt;i&gt;igreja&lt;/i&gt;” a templos materiais. “Nós vamos à igreja”, isto é, vamos ao templo onde se reúne a igreja. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;O Senhor não disse que construiria um templo quando afirmou que edificaria a Sua Igreja e que as portas do inferno não haveriam de prevalecer contra ela. Com certeza Satanás prevaleceria contra estruturas físicas. Isso é claro visto que tantos templos foram destruídos na história da humanidade. No entanto, mesmo com todas as perseguições e sangrentas investidas contra a Igreja, ela não foi destruída.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Em segundo lugar, &lt;b&gt;a Igreja não é uma denominação&lt;/b&gt;. A Igreja não é uma denominação, uma seita ou organização eclesiástica. As igrejas que se multiplicam por aí afora, com os seus nomes variados e esdrúxulos e que dizem ser a Igreja de Jesus, não são necessariamente a Igreja Dele. Cristo disse que edificaria a Sua Igreja, e não um monte de igrejas como vemos hoje, muitas ali na primeira esquina. Penso que o denominacionalismo é contrário às Escrituras. As denominações existem pela vontade permissiva de Deus. Entretanto, algumas acabam por promover, muitas vezes, as divisões entre os homens. Não quero aqui dizer que todas as denominações são más. Apenas mostrar que Jesus não veio dar início a uma denominação. Ele veio, sim, para cumprir a vontade de Seu Pai e para ser a Cabeça da Igreja. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;As denominações são geralmente formadas por um ‘&lt;i&gt;avivamento&lt;/i&gt;’ ou uma ‘&lt;i&gt;restauração&lt;/i&gt;’. As pessoas que se ajuntam neste mover de vidas passam por ‘&lt;i&gt;experiências’&lt;/i&gt; as mais extravagantes possíveis. No entanto, existem aquelas pessoas que não ‘&lt;i&gt;experimentaram’&lt;/i&gt; mudanças e não aceitam tais mudanças. Começa-se, portanto, uma série de disputas até que se culmina numa divisão. As pessoas que saem, geralmente adotam o nome da ‘&lt;i&gt;experiência&lt;/i&gt;’ que vivem naquele momento. O resultado é uma nova denominação.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Vejamos, então, o que a Igreja é dentro do ponto de vista de Deus, o qual deve ser o nosso também: podemos, portanto, afirmar que a Igreja é a vontade de Deus. Ela é o fato central da vontade de Deus, não é parêntesis na história que veio a existir simplesmente por causa da cegueira dos judeus. Deus cegou o entendimento dos judeus para que pudesse dar continuidade aos Seus planos para a Igreja. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Deus tem um padrão para a Igreja. A verdadeira Igreja de Jesus deve seguir esse padrão divino: uma forma de vida que agrade a Deus e que deve ser vivida por todos os que forem salvos por Ele. Vejamos o que nos diz a Palavra de Deus: “&lt;i&gt;E, chegando-vos para ele, pedra viva, reprovada, na verdade, pelos homens, mas para com Deus eleita e preciosa, vós também, como pedras vivas, sois edificados casa espiritual e sacerdócio santo, para oferecer sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por Jesus Cristo. Por isso também na Escritura contém: Eis que ponho em Sião a pedra principal da esquina, eleita e preciosa; e quem nela crer não será confundido&lt;/i&gt;” (II Pedro 2.4-6). Falaremos, noutra oportunidade, sobre o padrão de Deus para a Sua Igreja, hoje.   &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2643449554281829144-3813349886997110444?l=prbarbosaneto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://prbarbosaneto.blogspot.com/feeds/3813349886997110444/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2643449554281829144&amp;postID=3813349886997110444&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643449554281829144/posts/default/3813349886997110444'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643449554281829144/posts/default/3813349886997110444'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://prbarbosaneto.blogspot.com/2011/03/identificando-igreja-de-cristo.html' title='IDENTIFICANDO A IGREJA DE CRISTO'/><author><name>Pr. Barbosa Neto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01439456551656835528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-8FOMxf7HDxA/TjAVxZPb7CI/AAAAAAAAADI/lZt5-JTXts0/s220/Pr.%2BBarbosa%2BNeto1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2643449554281829144.post-3447321935242908772</id><published>2011-03-09T06:15:00.000-08:00</published><updated>2011-03-09T06:16:29.607-08:00</updated><title type='text'>COMO O CORDEIRO DE DEUS, JESUS, PARTICIPOU DA PÁSCOA DOS JUDEUS?</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:trackmoves/&gt;   &lt;w:trackformatting/&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt; 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  &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 6"&gt; 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&lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabela normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-priority:99;  mso-style-qformat:yes;  mso-style-parent:"";  mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-para-margin-top:0cm;  mso-para-margin-right:0cm;  mso-para-margin-bottom:10.0pt;  mso-para-margin-left:0cm;  line-height:115%;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:11.0pt;  font-family:"Calibri","sans-serif";  mso-ascii-font-family:Calibri;  mso-ascii-theme-font:minor-latin;  mso-fareast-font-family:"Times New Roman";  mso-fareast-theme-font:minor-fareast;  mso-hansi-font-family:Calibri;  mso-hansi-theme-font:minor-latin;  mso-bidi-font-family:"Times New Roman";  mso-bidi-theme-font:minor-bidi;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style=""&gt;                                                          &lt;/span&gt;Pr. José Barbosa de Sena Neto&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: right;" align="right"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style=""&gt;  &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Na histórica controvérsia havida nos primeiros séculos da era cristã entre gregos e latinos, estes defendiam a tese de que Jesus &lt;b style=""&gt;teria comido &lt;/b&gt;do cordeiro pascal, após o pôr do Sol do dia 14 de Nisã, de modo que Sua crucificação teria sido no dia 15, primeiro dia da festa da Páscoa. Os gregos, ao contrário, afirmaram que Jesus, que é a nossa Páscoa, não teria comido do cordeiro pascal, mas, na qualidade de verdadeiro Cordeiro Pascal, teria sido crucificado na hora costumeira do sacrifício do cordeiro. Vamos verificar com quem está com a razão. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style=""&gt;   &lt;/span&gt;A data da instituição da Ceia do Senhor depende diretamente da data de Sua crucificação. Se Ele tiver sido crucificado no dia 15 de Nisã, a Sua Ceia Pascal terá sido instituída nesse mesmo dia 15, após o pôr do Sol do dia 14 de Nisã, fora do contesto da Páscoa judaica. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style=""&gt;   &lt;/span&gt;Em João 18.28 lemos que, quando, de manhã, o julgamento de Jesus estava terminando (e Ele havia ceado na noite anterior!), os judeus &lt;b style=""&gt;ainda não tinham comido a páscoa&lt;/b&gt;: “&lt;i style=""&gt;Depois levaram Jesus da casa de Caifás para a audiência. E era pela manhã cedo. E não entraram na audiência, &lt;b style=""&gt;para não se contaminarem,&lt;/b&gt; mas &lt;b style=""&gt;poderem comer a páscoa&lt;/b&gt;”. &lt;/i&gt;Em João 19.14-16 lemos que Jesus foi julgado no dia da “&lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;preparação da páscoa&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;” (à hora sexta) – ao meio dia), isto é, no dia 14 de Nisã, &lt;b style=""&gt;antes&lt;/b&gt; do primeiro dia dos ázimos: &lt;i style=""&gt;“E era a &lt;b style=""&gt;parasceve pascal &lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;(a preparação da páscoa)&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;e quase à hora sexta...”. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style=""&gt;   &lt;/span&gt;Tanto as grandes festas de Israel como o Dia da Expiação erma figuras proféticas de fatos referentes ao Messias e que, a exemplo das próprias festas, ocorriam “&lt;i style=""&gt;ao seu &lt;b style=""&gt;tempo determinado&lt;/b&gt;”&lt;/i&gt; (Levíticos 23.4). Jesus havia predito que Sua morte se daria na Páscoa: “&lt;i style=""&gt;Bem sabeis que &lt;b style=""&gt;daqui a dois dias é a páscoa&lt;/b&gt;; e o &lt;b style=""&gt;Filho do homem será entregue para ser crucificado&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;” (Mateus 26.2). Na Páscoa, sim, mas &lt;b style=""&gt;antes da festa&lt;/b&gt;!&lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt; &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;“&lt;i style=""&gt;Depois os príncipes dos sacerdotes, e os escribas, e os anciãos do povo reuniram-se na sala do sumo sacerdote, o qual se chamava Caifás. E consultaram-se mutuamente parta prenderem Jesus com dolo e o matarem. Mas diziam: &lt;b style=""&gt;Não durante a festa&lt;/b&gt;, para que não haja alvoroço entre o povo&lt;/i&gt;” (Mateus. 26.3-5). E assim O prenderam &lt;b style=""&gt;antes da festa&lt;/b&gt;, que começava com a ceia pascal. E essa decisão foi tomada a partir de uma profecia do sumo sacerdote Caifás (João 11.47-53). &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style=""&gt;   &lt;/span&gt;A Páscoa como sacrifício do cordeiro, era o dia 14 de Nisã (“No mês primeiro, aos catorze do mês, pela tarde, é a páscoa do Senhor”. Levíticos 23.5), mas a festa a que se chamava Festa da Páscoa começava no dia 15 de Nisã, com a ceia pascal. Jesus foi preso, julgado e executado na cruz &lt;b style=""&gt;antes&lt;/b&gt; da festa! Morreu na cruz no dia 14 de Nisã, na sexta-feira, ao crepúsculo da tarde, &lt;b style=""&gt;no momento profeticamente estabelecido na Lei para a morte do cordeiro pascal&lt;/b&gt;. Não há sombra de qualquer dúvida!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;“No Gr secular, &lt;i style=""&gt;paraskeuè&lt;/i&gt; se acha no sentido geral de “preparação”, mas o NT emprega o substantivo &lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;paraskeuè&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; sempre como expressão de tempo, para indicar o “dia da preparação” antes de Um Sábado ou Festa da Páscoa: Mateus 27.62; Marcos 15.42; João 1914, 31,42” (Colin Brown, Dicionário Internacional de Teologia do NT, Ed. Vida Nova, Vol. III, p. 784). Observe-se bem que a palavra &lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;paraskeuè&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; significa preparação em sentido geral e em todos os textos do NT em que ela aparece refere-se sempre ao dia 14 de Nisã dia da “&lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;preparação da Páscoa&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;”, dia em que era imolado o cordeiro, preparada a refeição, removido o fermento das casas, etc.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style=""&gt;   &lt;/span&gt;Nos anos em que o dia 14 de Nisã caia numa sexta-feira, com a ceia pascal caindo no Sábado – o qual quando uma dessas “&lt;i style=""&gt;santas convocações&lt;/i&gt;” coincidia com um sábado semanal, regular, dava-se-lhe o nome de “&lt;b style=""&gt;Sábado Grande&lt;/b&gt;”, dia de descanso legal, como é o caso do sábado posterior à crucificação de Jesus – aquela sexta-feira era tanto o dia da &lt;b style=""&gt;preparação da Páscoa &lt;/b&gt;(João 19.31) como véspera e preparação do sábado regular (Marcos 15.42). &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style=""&gt;   &lt;/span&gt;Que Jesus morreu numa sexta-feira ninguém questiona, pois o dia seguinte à Sua morte era sábado, conforme se lê em João: “...para que no sábado não ficassem os corpos na cruz, visto como era a preparação, pois &lt;b style=""&gt;era grande o dia de sábado&lt;/b&gt;...” (João 19.31). &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;Mas aquele não era&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;um sábado comum, era um &lt;b style=""&gt;Sábado Grande.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;E sábado grande era aquele sábado semanal que coincidia com um dia de “&lt;i style=""&gt;santa convocação&lt;/i&gt;”. Ora, como no mês de Nisã as “&lt;i style=""&gt;santas convocações&lt;/i&gt;” aconteciam nos dias 15 e 21 (primeiro e oitavo dia da Páscoa), aquele sábado não podia ser o dia 16 de Nisã, que não era dia de “&lt;i style=""&gt;santa convocação&lt;/i&gt;”. Tinha de ser o dia 15 de Nisã, &lt;b style=""&gt;primeiro dia dos ázimos, primeiro dia da Festa da Páscoa&lt;/b&gt;, dia de “&lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;santa convocação&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;”, dia da ceia pascal, da qual&lt;b style=""&gt; Jesus NÃO PÔDE PARTICIPAR&lt;/b&gt;, naquele dia, por haver, &lt;b style=""&gt;na qualidade de Cordeiro de Deus, sido imolado na véspera, 14 de Nisã, dia da preparação da Páscoa! &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style=""&gt;   &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Não há como contestar: &lt;b style=""&gt;Jesus não participou da Páscoa legal dos judeus&lt;/b&gt;, porque Ele mesmo, o verdadeiro Cordeiro pascal (I Coríntios 5.7), morreu no dia e hora profeticamente revelados nas prescrições da Páscoa: &lt;b style=""&gt;14 de Nisã, ao crepúsculo da tarde!&lt;/b&gt; Sim, Jesus expirou na cruz no mesmo dia e hora em que no Templo se imolavam os cordeiros pascais, foi crucificado no dia que o cordeiro pascal era oferecido, e ressuscitou no dia em que as primícias da primeira colheita eram apresentadas, as primícias dos que dormem!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style=""&gt;   &lt;/span&gt;Na ocasião marcada para a ceia pascal, Jesus “&lt;i style=""&gt;o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” &lt;/i&gt;(João 1.29) &lt;b style=""&gt;já estava no túmulo&lt;/b&gt;! A celebração da Páscoa judaica perdera a sua razão de ser! Os cordeiros pascais, figuras do Cordeiro de deus, já não deveriam ser imolados cada ano! A realidade que eles figuravam havia chegado! E, em &lt;b style=""&gt;chegando a realidade, &lt;/b&gt;os &lt;b style=""&gt;ritos legais, &lt;/b&gt;que têm somente “a sombra dos bens futuros, e não a imagem exata das coisas” (Hb 10.1), haviam-se tornado antiquados, perdendo completamente o valor! “&lt;i style=""&gt;Porque Cristo, &lt;b style=""&gt;nossa páscoa&lt;/b&gt;, foi crucificado por nós&lt;/i&gt;”! (I Coríntios 5.7b) &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style=""&gt;      &lt;/span&gt;“A festa da Páscoa começava no dia 15 de Nisã, sendo o cordeiro sacrificado na tarde do dia 14. Contudo o dia da semana variava com a lua nova. Se Jesus comeu a ceia regular da Páscoa, foi crucificado no dia 15 de Nisã. Se comeu uma ceia no dia anterior, e se foi crucificado na hora do sacrifício do cordeiro, então o dia foi, então, o dia 14 de Nisã. Neste caso ele não comeu, de fato, a Páscoa” (S.L.Watson e W.E.Ellen, &lt;b style=""&gt;Harmonia dos Evangelhos&lt;/b&gt; , CPB, 1964, 4ª edição, pp. 243-244).&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Que maravilha!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style=""&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2643449554281829144-3447321935242908772?l=prbarbosaneto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://prbarbosaneto.blogspot.com/feeds/3447321935242908772/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2643449554281829144&amp;postID=3447321935242908772&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643449554281829144/posts/default/3447321935242908772'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643449554281829144/posts/default/3447321935242908772'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://prbarbosaneto.blogspot.com/2011/03/como-o-cordeiro-de-deus-jesus.html' title='COMO O CORDEIRO DE DEUS, JESUS, PARTICIPOU DA PÁSCOA DOS JUDEUS?'/><author><name>Pr. Barbosa Neto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01439456551656835528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-8FOMxf7HDxA/TjAVxZPb7CI/AAAAAAAAADI/lZt5-JTXts0/s220/Pr.%2BBarbosa%2BNeto1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2643449554281829144.post-1125830973446149445</id><published>2011-03-09T06:10:00.000-08:00</published><updated>2011-03-09T06:13:41.156-08:00</updated><title type='text'>A PÁSCOA – Uma Festa de Amor!</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:trackmoves/&gt;   &lt;w:trackformatting/&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt; 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  &lt;w:lsdexception locked="false" priority="33" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Book Title"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="37" name="Bibliography"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" qformat="true" name="TOC Heading"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabela normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-priority:99;  mso-style-qformat:yes;  mso-style-parent:"";  mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-para-margin:0cm;  mso-para-margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:10.0pt;  font-family:"Times New Roman","serif";} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span style=""&gt;                                                 &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;                           &lt;/span&gt;Pr. José Barbosa de Sena Neto *&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;A Páscoa acha-se profundamente ligada à &lt;b style=""&gt;história do povo de Israel&lt;/b&gt;. Ela está presente em todo o período do Velho Testamento e se estendeu até à era cristã, vindo a constituir-se base do culto da Igreja Primitiva. A Páscoa propriamente dita, conforme instituída por Deus era um ritual de sacrifício (“&lt;i style=""&gt;sacrificarás a páscoa&lt;/i&gt;” – Deuteronômio 16.2,6) de um cordeiro, realizado na tarde do dia 14 de Nisã de cada ano, prefigurando o Cordeiro de Deus, que havia de tirar o pecado do mundo. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;A festa, que começava à noite, com a ceia pascal (já no dia 15, portanto), e se prolongava&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;por sete dias, era chamada &lt;i style=""&gt;a páscoa &lt;/i&gt;ou &lt;i style=""&gt;a festa da páscoa&lt;/i&gt; (Êxodo 34.25; Números 9.5; Lucas 2.41; 22.1; João 2.23; 13.1), &lt;i style=""&gt;a páscoa dos judeus &lt;/i&gt;(João 2.13; 11.55), &lt;i style=""&gt;a páscoa do Senhor&lt;/i&gt;(Êxodo 12.11,27), &lt;i style=""&gt;a festa dos pães ázimos&lt;/i&gt;(Marcos 14.1; Lucas 22.1), ou, ainda, &lt;i style=""&gt;dias dos pães ázimos&lt;/i&gt;(Atos 12.3; 20.6).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;A sua instituição ocorreu no Egito, quando Deus protegeu os filhos de Israel da ação destruidora do anjo matador, que saiu de casa em casa, matando “&lt;i style=""&gt;todo o primogênito na terra do Egito, desde os homens até aos animais&lt;/i&gt;” (Êxodo 12.12). Era comemorada “&lt;i style=""&gt;na primeira lua cheia depois do equinócio da primavera&lt;/i&gt;”&lt;a style="" href="#_ftn1" name="_ftnref1" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span style=""&gt;                                            &lt;/span&gt;A Instituição da Páscoa&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;Os relatos bíblicos referentes às festas comemorativas judaicas descrevem os eventos de forma não cronológica e alternam instruções para procedimentos futuros com a descrição dos fatos ocorridos quando da instituição do evento comemorado. É o que se vê no relato da Páscoa em Êxodo 12: &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;1-2 – o primeiro mês do ano; 3-5 – a separação do cordeiro; 6 – o sacrifício do cordeiro; 7-11 – a aplicação do sangue do cordeiro às portas das casas dos israelitas e a ceia pascal; 12-13 – o livramento do Senhor para os filhos de Israel; 14-20 – instruções para o memorial perpétuo da libertação do cativeiro egípcio; 21-23 – o Senhor guarda os israelitas em suas casas; 24-27 – a Páscoa estatuto perpétuo para Israel; 28-30 – o povo adora o Senhor e Lhe obedece; 31-34 – Faraó manda o povo de Israel sair do Egito e pede a Moisés e Arão que o abençoem;&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;35-36 – os israelitas despojam os egípcios; 37-38 – Israel deixa o Egito;&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;39 – os israelitas comem pães ázimos por causa da pressa com que são expulsos do Egito (Deuteronômio 16.3); 40-42 – termina o cativeiro de Israel no Egito.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span style=""&gt;       &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;                                    &lt;/span&gt;O Molho das Primícias da Colheita e o Holocausto&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;Os israelitas entregavam&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;ao sacerdote um molho das primícias da sua saga e, no dia seguinte ao sábado pascal, o sacerdote o movia perante o Senhor, para que os ofertantes fossem aceitos. Nesse mesmo dia, os israelitas ofereciam ao Senhor um cordeiro, de um ano, em holocausto ao Senhor (Levítico 23.10-12). “&lt;i style=""&gt;No segundo dia (da festa) era&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;oferecido um molho das primícias da seara, como oferta movida, com um cordeiro do primeiro ano para oferta queimada&lt;/i&gt; (Levítico 23.1-14) &lt;a style="" href="#_ftn2" name="_ftnref2" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span style=""&gt;                  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span style=""&gt;                                         &lt;/span&gt;Instruções Para Comemorações Futuras&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;Cumpre observar que muitas das instruções referentes às festas de Israel (Levítico 23), como é o caso do “&lt;i style=""&gt;molho das primícias&lt;/i&gt;” e do “&lt;i style=""&gt;holocausto ao Senhor&lt;/i&gt;” (vv. 10,12), não são pertinentes ao período do Êxodo, mas são prescrições para comemorações futuras, quando os filhos de Israel já estivessem instalados na terra prometida (acontecimento que somente se deu quarenta anos depois do Êxodo). “&lt;i style=""&gt;Quando houverdes entrado na terra, que vos hei de dar&lt;/i&gt;” (Levítico 23.10).&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;Da mesma forma, a proibição de comer pão levedado durante os sete dias seguintes à Páscoa não foi imposta aos filhos de Israel logo na saída do Egito, mas foi-lhe dada como instrução para o período pós-cativeiro (Êxodo 12.14-15), como forma de fazê-los relembrar a intervenção de Deus na sua libertação (Êxodo 13.3-4). &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;                                         &lt;/span&gt;Origens Remotas da Festa Agropastoril&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText" style="margin-left: 18pt; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;¨&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;A Festa da Páscoa, como, de resto, todas as festas religiosas de Israel, possui aspectos de natureza &lt;i style=""&gt;agrícola&lt;/i&gt; e aspectos de natureza &lt;i style=""&gt;pastoril&lt;/i&gt;, e representa traços que, segundo alguns estudiosos, seriam semelhantes aos de uma festa (“&lt;i style=""&gt;festa da primavera&lt;/i&gt;”), anterior ao cativeiro egípcio e comum a todos os povos semitas, traços esses que seriam:&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText" style="margin-left: 18pt; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;¨&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;oferta das primícias ao Senhor, tanto dos rebanhos&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;(“&lt;i style=""&gt;Tudo o que abre a madre meu é, até todo o teu gado, que seja macho, e que abre a madre de vacas e de ovelhas&lt;/i&gt;” – Êxodo 34.19) como das colheitas (“&lt;i style=""&gt;As primícias dos primeiros frutos da tua terra trarás à casa do Senhor teu Deus&lt;/i&gt;”- Êxodo 23.19); e&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText" style="margin-left: 18pt; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;¨&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;busca das bênçãos divinas para as comunidades pastoril e agrícola (“&lt;i style=""&gt;O Senhor mandará que a bênção esteja contigo nos teus celeiros e em tudo a que puseres a mão; e te abençoará na terra que te der o Senhor teu Deus&lt;/i&gt;”- Deuteronômio 28.8). &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;Esses traços marcantes da “&lt;i style=""&gt;festa da primavera&lt;/i&gt;” teriam sido absorvidos pela “&lt;i style=""&gt;festa da libertação’&lt;/i&gt;, que, simbolizando a miraculosa intervenção divina na história para a libertação de Israel, teria guardado em parte a significação original da oferta das primícias dos rebanhos e dos primeiros frutos da terra, como maneira de pedir a proteção divina para as comunidades pastoril e agrícola.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText" style="margin-left: 18pt;"&gt;Como indícios bíblicos dessas origens remotas da festa são apontados:&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText" style="margin-left: 36pt; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;¨&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Gênesis 3.21 “E fez o Senhor Deus a Adão e à sua mulher túnicas de peles, e os vestiu”. Aqui, percebe-se que, para que Adão e Eva tivessem coberta a sua nudez e reparada a sua situação vexatória diante de Deus, fez-se necessário o sacrifício de um animal, para que dele se tirasse a pele que vestiria nossos primeiros pais.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText" style="margin-left: 36pt; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;¨&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Gênesis 4.2-4: “(...) Abel foi pastor de ovelhas, e Caim foi lavrador da terra. E aconteceu ao cabo de dias que Caim trouxe do fruto da terra uma oferta ao Senhor. Abel também trouxe dos primogênitos das suas ovelhas, e da sua gordura (...) &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;Aqui já se vê o primeiro registro de oferta a Deus tanto das primícias dos rebanhos como do fruto da terra.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText" style="margin-left: 36pt; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;¨&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Êxodo 3.18 e 5.1: “&lt;i style=""&gt;Disse Moisés a Faraó: “(...) deixa-nos ir caminho de três dias para o deserto, para que ofereçamos sacrifícios ao Senhor nosso Deus&lt;/i&gt;” – Disse Deus: &lt;i style=""&gt;“(...) Deixa ir o meu povo, para que me celebre uma festa no deserto&lt;/i&gt;”. A oferta de “sacrifícios ao Senhor” e a celebração de uma “&lt;i style=""&gt;festa no deserto&lt;/i&gt;” aqui mencionada são eventos, anteriores, portanto à instituição da Páscoa. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;                                               &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;       &lt;/span&gt;A Segunda Páscoa&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;   &lt;/span&gt;Para aqueles que não tinham podido participar da celebração normal da páscoa em catorze de nisã, havia, ainda, uma Segunda celebração pascal, trinta dias após o dia oficial, isto é, em catorze de ivar : “&lt;i style=""&gt;Fala aos filhos de Israel, dizendo: Quando alguém entre vós, ou entre as vossas gerações, for imundo por tocar corpo morto, ou achar-se em jornada longe de vós, contudo ainda celebrará a páscoa do Senhor. No mês segundo, no dia catorze à tarde, a celebrarão; com pães ázimos e ervas amargas, a comerão&lt;/i&gt;”(Números 9.10-11). &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;                                     &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;          &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;                                         &lt;/span&gt;Registros Bíblicos da Páscoa&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;Após a instituição da Páscoa, o Velho Testamento registra apenas as seguintes celebrações, ao longo da história de Israel: &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText" style="margin-left: 18pt; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;¨&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;na saída do Egito – Êxodo 12.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText" style="margin-left: 18pt; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;¨&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;no deserto – Números 9.1-5&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText" style="margin-left: 18pt; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;¨&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;já na Palestina – Josué 5.10-12&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText" style="margin-left: 18pt; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;¨&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;no tempo do rei Ezequiel&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;– II Crônicas 30.1-27&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText" style="margin-left: 18pt; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;¨&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;no reinado do rei Josias – II Reis 23.21-23; II Crônicas 35.1,18&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText" style="margin-left: 18pt; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;¨&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;depois da restauração do templo – Esdras 6.19-22.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;                                                         &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;       &lt;/span&gt;Jesus e a Páscoa&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;Como varão israelita, Jesus estava obrigado Lei a, anualmente, comparecer a Jerusalém para as três grandes festas: da Páscoa, d Pentecostes e dos Tabernáculos (Deuteronômio 16.16.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;A exigência da Lei é muito clara. Todos os varões israelitas terão de fazerem-se presentes em Jerusalém durante essas festas. Nada obstante, “&lt;i style=""&gt;a larga propagação do povo israelita tornou isso impossível. Os palestinos mais piedosos procuravam ao menos estar em Jerusalém durante a Páscoa&lt;/i&gt;” &lt;a style="" href="#_ftn3" name="_ftnref3" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;[3]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;Sabendo-se que Jesus cumpriu toda a Lei, pode-se afirmar, com absoluta certeza, que ele, a partir dos doze anos (idade em que os meninos israelitas passavam a ser conhecidos como “&lt;i style=""&gt;filhos da lei&lt;/i&gt;”), compareceu, anualmente, a Jerusalém, nas três grandes festas de Israel, em obediência à Lei, à qual ele, como varão israelita, estava sujeito (Gálatas 4.4). &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;O Novo Testamento, entretanto, registra apenas três ocorrências da presença de Jesus em Jerusalém durante a Festa da Páscoa:&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText" style="margin-left: 18pt; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;¨&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;na Sua infância: “&lt;i style=""&gt;E o menino (Jesus) crescia, e se fortalecia em espírito, cheio de sabedoria; e a graça de deus estava sobre ele. Ora, todos os anos iam seus pais a Jerusalém à festa da páscoa; e, tendo ele já doze anos, subiram a Jerusalém, segundo o costume do dia da festa&lt;/i&gt;” (Lucas 2.40-42);&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText" style="margin-left: 18pt; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;¨&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;no início de Sua vida pública: &lt;i style=""&gt;“E estava próxima a Páscoa dos judeus, e Jesus subiu a Jerusalém&lt;/i&gt;”(João 2.13); “&lt;i style=""&gt;E, estando Ele em Jerusalém pela festa da Páscoa, durante a festa, muitos, vendo os sinais que fazia, creram no Seu nome&lt;/i&gt;”(João 2.23);&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText" style="margin-left: 18pt; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;¨&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;na Sua morte: “&lt;i style=""&gt;Bem sabeis que daqui a dois dias é a Páscoa; e o filho do homem será entregue para ser crucificado&lt;/i&gt;”(Mateus 26.2 e João 11.55-57 e 12.1,12-23).&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;João registra ainda outra ocorrência da festa, mas não fala da presença de Jesus em Jerusalém durante ela: “&lt;i style=""&gt;E a Páscoa, a festa dos judeus, estava próxima. Então Jesus, levantando os olhos, e vendo que uma grande multidão vinha ter com Ele, disse a Filipe: Onde compraremos pão, para estes comerem&lt;/i&gt;?” (João 6..-5)&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;                                          &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;           &lt;/span&gt;O Simbolismo da Páscoa&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;O cordeiro pascal era comido com pães ázimos e ervas amargosas: “&lt;i style=""&gt;E naquela comerão a carne assada no fogo, com pães ázimos; com ervas amargosas a comerão&lt;/i&gt;.”(Êxodo 12.8). &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;             &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;                               &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;           &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;       &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;   &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;                                                          &lt;/span&gt;O Cordeiro Pascal&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;No dia catorze de nisã, no Egito, em cada casa dos filhos de Israel, o cordeiro pascal foi imolado e o seu sangue colocado numa bacia. Os chefes de família, cada um em sua casa, tomaram um molho de hissopo, embeberam-no no sangue do cordeiro, que estava na bacia, e com ele marcaram a verga e os umbrais de sua casa. À meia-noite, o Senhor passou para ferir os egípcios, somente não permitindo que o anjo destruidor entrasse nas casas cujas portas estavam assinaladas como sangue do cordeiro. (Êxodo 12.21-23). &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;O cordeiro imolado na Páscoa tipifica Jesus, que “&lt;i style=""&gt;como um cordeiro foi levado ao matadouro&lt;/i&gt;” (Isaías&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;53.7). Simboliza a redenção, a salvação, a bênção divina sobre os eleitos de Deus. Somente sobre os eleitos, e não sobre toda a humanidade. Por isso, nenhum incircunciso poderia dele comer, mesmo estando, como realmente estava obrigado pela lei (Êxodo 12.19,49) a observar as ordenanças referentes ao fermento nos dias dos ázimos: &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText" style="margin-left: 18pt; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;¨&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;“(...) &lt;i style=""&gt;Esta é a ordenança da Páscoa: nenhum filho do estrangeiro comerá dela&lt;/i&gt;” (Êxodo 12.43); “&lt;i style=""&gt;O estrangeiro e o assalariado não comerão dela&lt;/i&gt;” (v.45); “(...) &lt;i style=""&gt;mas nenhum incircunciso comerá dela&lt;/i&gt;”(v.48).&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;O sangue do cordeiro pascal tipifica o sangue de Jesus, derramado na cruz do Calvário, para nossa redenção. O hissopo (um arbusto, ou subarbusto, que produz uma espécie de pendão, com flores espiraladas), em face da facilidade com que era encontrado, sempre ao alcance da mão, representa a fé (que “&lt;i style=""&gt;está junto de ti, na tua boca e no teu coração&lt;/i&gt;” – Rm 10.8), que é o instrumento através do qual os méritos de Jesus são aplicados à verga e aos umbrais do coração do pecador. Todos aqueles cujo coração estiver marcado com o sangue do Cordeiro de Deus são saltados pelo destruidor.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;Nenhum osso do cordeiro pascal seria quebrado (Êxodo 12.46). Nisso também ele tipifica Jesus: “&lt;i style=""&gt;Foram, pois, os soldados, e, na verdade, quebraram as pernas ao primeiro, e ao outro que como Ele fora crucificado; mas, vindo a Jesus, e vendo-o já morto, não lhe quebraram as pernas. Contudo um dos soldados Lhe furou o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água. E aquele que o viu testificou, e o seu testemunho&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;é verdadeiro; e sabe que é verdade o que diz, para que também vós o creiais. Porque isto aconteceu para que se cumprisse a Escritura, que diz: Nenhum dos seus olhos será quebrado&lt;/i&gt;”(João 19.32-36).&lt;span style=""&gt;   &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;                                                  &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;        &lt;/span&gt;Os Pães Ázimos&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;O pão ázimo da Páscoa, cuja massa não teve tempo para fermentar, simbolizava o povo apressado e aflito, fugindo, sem tempo para descansar: “&lt;i style=""&gt;Nela (na festa) não comerás levedado; sete dias nela comerás &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;pães ázimos, pão de aflição (portanto apressadamente saíste da terra do Egito), para que te lembres do dia da tua saída da terra do Egito, todos os dias da tua vida&lt;/i&gt;”. (Deuteronômio 16,3). &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;                                                    &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;                                               &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;As Ervas Amargosas&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;O cordeiro pascal tipifica o libertador, cujo sangue impedira a entrada do anjo matador nas casas dos filhos de Israel; os pães ázimos simbolizavam o povo em fuga, apressado e aflito, sem tempo para descansar; e as ervas amargosas simbolizavam as amarguras vividas no cativeiro e agora deixadas para três.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;                             &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;               &lt;/span&gt;Entendendo I Coríntios 11.17-34&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;                                      &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;          &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;O Banquete e a Ceia&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;A descrição da Ceia do Senhor encontra-se, nas Escrituras, em quatro autores diferentes: Mateus (26.17-29), Marcos (14.12-26), Lucas (22.7-23) e Paulo (I Coríntios 11.17-34).&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;O texto clássico sobre a Ceia do Senhor, porém, é o de I Coríntios 11.17-34, no qual o apóstolo Paulo, diferentemente dos demais escritores inspirados, não apenas descreve a instituição do memorial pelo Senhor, mas encaixa o evento na situação real da Igreja de Cristo e adorna-o de comentários doutrinários. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;As fantasias e superstições de líderes evangélicos oriundos da Umbanda ou do Kardecismo e a nefasta influência de livros de escritores anglicanos e luteranos, que interpretam de modo místico e sacramental os textos referentes à Ceia do Senhor, principalmente o texto clássico paulino, têm inseminado na comunidade evangélica idéias católicas acerca dos elementos da Ceia do Senhor.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;      &lt;/span&gt;Assim, afigura-se-nos necessário, neste estudo, fazer uma breve análise do texto de I Coríntios 11.17-34 (juntamente com outras duas porções das Escrituras, ambas em I Coríntios, ambas importantes para a compreensão desse texto clássico, uma anterior a ele, 10.14-17, e a outra, posterior, 12.12-13,27, dentro do seu contexto imediato), dissecando-lhe aqueles pontos mais distorcidos pelas seitas “&lt;i style=""&gt;católicas-evangélicas&lt;/i&gt;”. Cumpre-nos, igualmente, analisar também o texto de João 6.33—58,63, que, embora não se refira à Ceia do Senhor, tem sido alvo de distorções semelhantes.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;Observe-se a expressão “&lt;i style=""&gt;comer ...&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;beber indignamente&lt;/i&gt;”. “Indignamente” é &lt;i style=""&gt;advérbio de modo&lt;/i&gt;. Desempenha a função sintática de &lt;i style=""&gt;adjunto adverbial&lt;/i&gt; e não de &lt;i style=""&gt;predicativo do sujeito, &lt;/i&gt;um qualificativo. Indica a maneira como alguma coisa é feita. Comer indignamente não é &lt;i style=""&gt;comer&lt;/i&gt; (estando) &lt;i style=""&gt;indigno&lt;/i&gt; (predicativo), mas é comer (agindo) de &lt;i style=""&gt;maneira indigna&lt;/i&gt; (adjunto adverbial). “Indignamente” refere-se a atos, a atitudes, e não a pessoas ou coisas. Uma pessoa pode ser considerada "digna” (adjetivo), mas, ainda assim, em determinada circunstância, agir “indignamente” (advérbio de modo). Da mesma forma uma pessoa “indigna” pode agir “dignamente”.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;E é interessante observar que as pessoas que se consideram indignas são geralmente as mais dignas. Por outro lado, as pessoas mais indignas são aquelas que mais se consideram dignas. Os crentes mais consagrados realmente ao Senhor são, invariavelmente, os que se reconhecem mais indignos da misericórdia de Deus e confessam que devem tudo a Sua graça. Já os religiosos fariseus são quase sempre arrogantes e se julgam os mais dignos entre os homens. A nossa indignidade diante de Deus é uma realidade irrefutável e nem podemos esquecer que foi Deus “&lt;i style=""&gt;que nos fez idôneos para participar da herança dos santos na luz&lt;/i&gt;” (Colossenses 1.12). &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;O texto paulino não diz que os coríntios eram &lt;i style=""&gt;indignos&lt;/i&gt; ou se achavam indignos de participar da Ceia do Senhor, mas que, ao reunirem-se para cear, estavam agindo “&lt;i style=""&gt;maneira indigna&lt;/i&gt;”. A maneira indigna como eles agiam é que era indigna: além de haver dissensões entre eles, os mais abastados financeiramente levavam abundante provisão de comida e bebida para fazer um verdadeiro banquete antes da Ceia do Senhor e, nessa lauta refeição, cada um comia e bebia o que levava, sem a necessária ordem e sem nenhuma consideração para com os irmãos mais pobres, que, nada tendo para levar, nada comiam e nada bebiam. Nessa desordem, era natural haver, na hora da Ceia do Senhor, pessoas sentindo-se humilhadas e desprezadas!&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;Era esse o problema dos crentes de Corinto. Tanto que o apóstolo recomenda-lhes que, quando eles se ajuntassem para comer, “&lt;i style=""&gt;esperassem uns pelos outros&lt;/i&gt;”, e se alguém tivesse com fome, comesse em casa, a fim de não se reunirem para condenação (10. 33-34). O problema era de fácil solução, portanto. Por sinal, convém não esquecermos que ‘&lt;i style=""&gt;banquete em igreja’&lt;/i&gt; é quase sempre sinônimo de problema! Por isso é que indaga o apóstolo: “Não tendes porventura&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;casas para comer e para beber?”(I Coríntios 11.22).&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;Em face da &lt;i style=""&gt;maneira indigna&lt;/i&gt; como se portavam os coríntios na celebração do&lt;br /&gt;&lt;i style=""&gt;memorial da nova aliança&lt;/i&gt;, Paulo afirma que não é a Ceia do Senhor que eles comem, mas &lt;i style=""&gt;a ceia deles mesmos. &lt;/i&gt;O apóstolo não faz nenhuma restrição ao cerimonial ou à liturgia da celebração empregados por eles. Qualquer que fosse o ritual por eles adotado era vazio com certeza! Não anunciava a morte do Senhor até que Ele venha! Faltava-lhes o “serem um”. A união pelos laços do amor é que seria a grande mensagem, pois proclamaria ao mundo a transformação de vida neles operada pelo poder do Senhor ressuscitado: “&lt;i style=""&gt;Para que todos sejam um, como Tu, ó Pai, o és em Mim, e eu em Ti; que também eles sejam um em nós, para que o mundo creia que Tu me enviaste&lt;/i&gt;”(João 17.21).&lt;i style=""&gt; &lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;Comunhão é união, é identificação de idéias e propósitos, é companheirismo, é parceria. A comunhão do Corpo de Cristo é a integração dos crentes, unidos pelos laços do amor! Participar do mesmo pão (10.17) é sinal de comunhão (10.16). Aquele, pois, que se senta à mesa do Senhor (10.21) e, ao mesmo tempo, nega com seus atos a comunhão com os membros do Corpo de Cristo, não está “&lt;i style=""&gt;discernindo o Corpo do Senhor&lt;/i&gt;” (11.29) e, como conseqüência, está participando &lt;i style=""&gt;indignamente &lt;/i&gt;da comunhão desse corpo. Comer e beber indignamente é fazer como faziam os coríntios, que, dizendo participar do memorial da nova aliança no sangue de Jesus, maltratavam os crentes mais humildes, “não discernindo o Corpo do Senhor’. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;               &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;                            &lt;/span&gt;Discernindo o Corpo do Senhor&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;“&lt;i style=""&gt;Nós sabemos que passamos da morte para a vida, porque amamos os irmãos. Quem não ama a seu irmão permanece na morte&lt;/i&gt;” (I João 3.14). Todavia, entre os coríntios, havia dissensões, formavam-se partidos, fazia-se acepção de pessoas. Faltava-lhes o amor, “&lt;i style=""&gt;que é o vínculo da perfeição&lt;/i&gt;” (Colossenses 3.13), pois desprezavam e envergonhavam membros do Corpo de Cristo. Faltava-lhes discernimento para compreender que “&lt;i style=""&gt;o corpo de Cristo&lt;/i&gt;” &lt;b style=""&gt;são os crentes&lt;/b&gt; e &lt;b style=""&gt;não o pão da ceia&lt;/b&gt;! Não discerniam o Corpo do Senhor, que somos todos quantos temos o Espírito de Cristo (Romanos 8.9). É possível que devotassem grande respeito e veneração &lt;b style=""&gt;aos elementos da ceia&lt;/b&gt; (como muitos faz hoje em dia!), &lt;i style=""&gt;mas Jesus não estava no pão &lt;/i&gt;e&lt;i style=""&gt; sim nos irmãos, &lt;/i&gt;inclusive, e paradoxalmente, naqueles que estavam sendo desprezados e envergonhados. Discernir algo é identificá-lo, distingui-lo de outras coisas. Faltava-lhes discernir que o Corpo de Cristo “&lt;i style=""&gt;é a Igreja&lt;/i&gt;” (Colossenses 1.24). &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;Para Paulo, a expressão “&lt;i style=""&gt;Corpo de Cristo&lt;/i&gt;” designa sempre &lt;i style=""&gt;a comunidade dos remidos&lt;/i&gt; (Romanos 12.5; I Coríntios 12.12-27; Gálatas 3.27-29; Efésios 1.22-23; Colossenses 1.18-24; 3.15). Mesmo o pão da Ceia do Senhor, que representa o corpo físico de Cristo, o Cordeiro de Deus, imolado por nós na cruz, representa também a Igreja, que é o Corpo de Cristo (I Coríntios 10.17; Efésios 1.22-23). &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;Observe-se a identificação que o Senhor faz de Si mesmo com o Seu povo. É enfática demais para que possa passar despercebida a alguém: “&lt;i style=""&gt;Em verdade vos digo que quando o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a Mim o fizestes&lt;/i&gt;” (Mateus 25.40). Assim também, quando Saulo perseguia os discípulos do Senhor, este, no caminho de Damasco, indagou-lhe: “&lt;i style=""&gt;Saulo, Saulo, por que Me persegues&lt;/i&gt;?” (Atos 9.4).&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;O texto paulino não defende uma ‘&lt;i style=""&gt;teologia sacramental’&lt;/i&gt;, onde os elementos da Ceia teriam &lt;i style=""&gt;poderes sobrenaturais, &lt;/i&gt;de modo que quem deles come em santidade receberia ricas bênçãos celestiais enquanto que quem deles come estando “&lt;i style=""&gt;indigno&lt;/i&gt;”, isto é, estando em pecado (com alguma falha em sua vida), sofreria severo castigo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;Ora, o grande mistério de Deus, “&lt;i style=""&gt;que esteve oculto desde todos os séculos, e em todas as gerações&lt;/i&gt;”, não é Cristo no pão da ceia, mas é “&lt;i style=""&gt;Cristo em vós (nós), esperança da glória&lt;/i&gt;” (Colossenses 1.26-27). O pão representa o Corpo de Cristo, a Igreja é esse corpo. Um é um símbolo, o outro é a realidade!&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;                                       &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;      &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Disciplinados Pelo Senhor&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;O apóstolo Paulo explica que se o crente, quando errar, se julgar a si mesmo, vendo onde errou e procurando corrigir-se do erro, não será julgado pelo Senhor. Mas se o crente não se corrige a si mesmo, antes permanece no erro, o Senhor o disciplina, pois quando o Senhor julga o crente é para sua correção, porque o crente, por pertencer a Jesus, não pode ser condenado com o mundo (vv. 31-32). A falta de amor para com os irmãos, a falta de ordem na Igreja e a falta de autodisciplina por parte dos crentes estavam trazendo sobre eles a disciplina do Senhor. ( I Coríntios 11.30). &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;A relação entre Deus e o pecador não convertido é uma relação entre o juiz e o réu. Não há comunhão, não há amor, não há disciplina. Mas, quando o pecador se converte ao Senhor, a sua relação com Deus passa a ser uma relação entre Pai e filho. Uma relação em que há comunhão, amor&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;e disciplina. Para os que estão em Cristo Jesus, já não há “&lt;i style=""&gt;nenhuma condenação&lt;/i&gt;” (Romanos 8.1), mas há disciplina! (Hebreus 12.5-8)&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;                                  &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;                 &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;   &lt;/span&gt;Isto é o Meu Corpo&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;Os evangélicos temos rejeitado, através dos tempos, não somente a doutrina da &lt;i style=""&gt;transubstanciação&lt;/i&gt; católica romana (presença real de Cristo na Ceia pela transformação dos elementos pão e vinho no Seu corpo e sangue) como também a da &lt;i style=""&gt;consubstanciação luterana (&lt;/i&gt;presença real de Cristo na Ceia, pela união de Cristo com os elementos pão e vinho), por entendermos que tanto uma como a outra, embora amparadas por bem elaborados argumentos filosóficos, carecem de fundamento bíblico e, o que é pior, induzem à idolatria.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;A ‘&lt;i style=""&gt;Igreja Católica Romana&lt;/i&gt;’ afirma: “&lt;i style=""&gt;No santíssimo sacramento da Eucaristia estão ‘contidos verdadeiramente, realmente e substancialmente o Corpo e o Sangue juntamente com a alma e a divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo e, por conseguinte, o Cristo todo’&lt;/i&gt; ”&lt;a style="" href="#_ftn4" name="_ftnref4" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;[4]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;i style=""&gt; &lt;/i&gt;Afirma, também: “&lt;i style=""&gt;A presença real de Cristo resulta da singular conversão de toda a substância do pão no corpo e de toda a substância do vinho no sangue, ainda que permaneçam as espécies de pão e de vinho. A esta conversão a Igreja católica chama com propriedade (aptissime) transubstanciação.” &lt;/i&gt;A encíclica Mysterium Fidei, de 3 de setembro de 1965, assinada por Paulo VI traz novas interpretações. As categorias e a linguagem de tridentina marcadas pela teologia escolástica, já se tornaram irrelevantes para o homem moderno. Nos anos 60 foi de grande notoriedade a preocupação por corresponder à&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;mentalidade moderna, dando&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;chance a chamada ‘crise holandesa, preocupação esta que aflorou de modo muito forte nos Países Baixos. Os teólogos católicos continuaram defendendo que a eucaristia é um evento de salvação em favor dos homens, mas o importante, naquele momento, era “o novo significado e a nova finalidade”. Do pão e do vinho depois da consagração. “&lt;i style=""&gt;Transfinalização e transignificação&lt;/i&gt;” seriam para os tempos modernos bem mais adequados para traduzir a assim chamada “&lt;i style=""&gt;transubstanciação&lt;/i&gt;”. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;A encíclica “Mysterium Fidei” veio trazer a modo de confissão da fé católica algo importante com toque suave na mudança da teologia escolástica, cujos tópicos, a seguir, são de fundamental importância:&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;“Deve-se continuar mantendo a linguagem tradicional da Igreja (católica) sobre a presença real eucarística e a conversão. As &lt;i style=""&gt;fórmulas&lt;/i&gt; podem ser investigadas e explicadas, mas &lt;i style=""&gt;nunca em sentido diferente&lt;/i&gt; ao que foram propostas”&lt;a style="" href="#_ftn5" name="_ftnref5" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;[5]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. “Há presença real de Cristo na Igreja (católica), mas a presença de eucarística é “substancial”: ‘Cristo inteiro, Deus e homem, se faz presente’. Não se reduz à presença “espiritual” de Cristo glorificado que existe no cosmos, nem a um sinal da intervenção de Cristo em favor de seus fiéis”&lt;a style="" href="#_ftn6" name="_ftnref6" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;[6]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. Sobre as &lt;i style=""&gt;novas interpretações,&lt;/i&gt; “Com a transubstanciação, as espécies de pão e de vinho revestem &lt;i style=""&gt;novo significado&lt;/i&gt; e têm &lt;i style=""&gt;um novo fim&lt;/i&gt;; mas esse novo fim e esse novo significado supõem uma &lt;i style=""&gt;nova realidade ontológica &lt;/i&gt;. Porque há transubstanciação, também há &lt;i style=""&gt;transignificação&lt;/i&gt; e &lt;i style=""&gt;transfinalização”&lt;a style="" href="#_ftn7" name="_ftnref7" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;[7]&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/i&gt; O que podemos observar é que os tratados teológicos romanistas, numa tentativa desesperada para explicar o não explicável, cada vez mais penetram numa emaranhado de opiniões ôcas e sem sentido resultantes da ilógico proveniente da interpretação literal das palavras de Jesus ao instituir a Ceia Memorial. O teólogo Jesús Espeja, bastante respeitado nos meios do catolicismo romano, assim afirma: “Os termos ‘transubstanciação’ e ‘transfinalização’ (ou ‘transignificação’) &lt;b style=""&gt;devem ser usados com reserva&lt;/b&gt;. O primeiro, porque “substancia”&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;nas &lt;i style=""&gt;ciências positivas&lt;/i&gt; já não tem o significado que teve na filosofia grega que serviu de base à teologia escolástica, comum aos padres conciliares de Trento. A “&lt;i style=""&gt;transfinalização&lt;/i&gt;” (ou “&lt;i style=""&gt;transignificação&lt;/i&gt;”) &lt;b style=""&gt;corre o perigo de ser imprecisa para expressar o realismo da presença&lt;/b&gt;”&lt;a style="" href="#_ftn8" name="_ftnref8" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;[8]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;Por outro lado, muitos grupos evangélicos têm para com os elementos da Ceia do Senhor (“santa ceia”, para eles) uma &lt;i style=""&gt;devoção&lt;/i&gt; igual á que os católicos romanos têm para com a hóstia consagrada. Um verdadeiro culto de “latria” (culto de adoração suprema a Deus e à hóstia consagrada). &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;A ‘&lt;i style=""&gt;Igreja Católica Romana’&lt;/i&gt; nos assegura que após a oração consecratória sobre o pão e o vinho, são transformados em alguma coisa diferente: &lt;b style=""&gt;corpo&lt;/b&gt; e &lt;b style=""&gt;sangue&lt;/b&gt;. Entretanto, a linguagem empregada nos textos de Mateus 26.26-29; Marcos 14.22-24; Lucas 22.19-20 e I Coríntios&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;11.23-26 &lt;b style=""&gt;não conduz a esta conclusão&lt;/b&gt;! O que podemos perceber é que era&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;b style=""&gt;ação de graças&lt;/b&gt; e &lt;b style=""&gt;louvor rendidos a Deus&lt;/b&gt;, exatamente como o Senhor Jesus fez, quando alimentou a multidão, dando graças&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;pelos pães e pelos peixes (João 6.11). O que nos chama à atenção são as palavras de Jesus &lt;b style=""&gt;depois&lt;/b&gt; da ação de graças: &lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;Isto é o meu corpo&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;i style=""&gt;... &lt;b style=""&gt;Isto é o meu sangue&lt;/b&gt;, &lt;b style=""&gt;o sangue da aliança&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;b style=""&gt;”&lt;/b&gt;. Como poderia Jesus dizer que em Suas mãos estavam o seu próprio corpo e o Seu próprio sangue, quando Ele &lt;b style=""&gt;ainda&lt;/b&gt; estava &lt;b style=""&gt;vivo no meio dos discípulos&lt;/b&gt;, habitando o mesmo corpo com o qual nascera da bendita Virgem Maria e com o qual &lt;b style=""&gt;andara e ainda estava andando&lt;/b&gt; na companhia dos discípulos? Portanto, a assim chamada “transubstanciação” (ultimamente travestida de “transfinalização” ou “transignificação”), fere frontalmente a inteligência das pessoas sensatas! O católico não procura a razão lógica da sua fé, crê em tudo que os seus teólogos lhe enfia garganta abaixo,&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;pois se “&lt;b style=""&gt;Roma locuta, causa finita”, &lt;/b&gt;aceita-se tudo sem contestação, daí o significado da palavra “fiel” que o católico recebe!&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;    &lt;/span&gt;Outro fato muito interessante para o qual devemos lançar nossos olhares é o fato de Jesus, após ter abençoado o vinho, o tenha chamado de “&lt;i style=""&gt;o fruto da videira&lt;/i&gt;”! (Mateus 26.29; Marcos 14.25; Lucas 22.18). Isso demonstra de forma cristalina que a &lt;b style=""&gt;substância&lt;/b&gt; do vinho &lt;b style=""&gt;não havia mudado&lt;/b&gt;! E o apóstolo Paulo age do mesmo modo, quando chama os elementos da Ceia do Senhor de pão e de vinho!(I Coríntios 11.26). As narrativas da instituição da Ceia do Senhor e na Carta de Paulo aos Coríntios tornam claro, cristalinas, que o Senhor Jesus falou em &lt;b style=""&gt;sentido figurado&lt;/b&gt;, quando disse: “&lt;i style=""&gt;Este é o &lt;b style=""&gt;cálice&lt;/b&gt; da nova aliança no meu sangue&lt;/i&gt;...” (Lucas 22.20b). E Paulo, escrevendo a sua Primeira Carta aos Coríntios, após 25 anos que Jesus instituiu a Ceia, cita Jesus dizendo: “&lt;i style=""&gt;Este &lt;b style=""&gt;cálice&lt;/b&gt; é o novo testamento (ou nova aliança) no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que beberdes, em memória de mim. Porque todas as vezes que comerde&lt;/i&gt;s (manducação) &lt;i style=""&gt;este pão e beberdes&lt;/i&gt; (potação) &lt;i style=""&gt;este cálice anunciais a morte do Senhor, até que Ele venha&lt;/i&gt;” (I Coríntios 11.25-26). Notemos que nestas palavras Ele usou uma dupla figura de linguagem. O &lt;b style=""&gt;cálice&lt;/b&gt; representa o &lt;b style=""&gt;vinho&lt;/b&gt; e o &lt;b style=""&gt;vinho&lt;/b&gt; é chamado de &lt;b style=""&gt;novo testamento&lt;/b&gt; ou &lt;b style=""&gt;nova aliança. &lt;/b&gt;O cálice não era literalmente a nova aliança, embora definitivamente declarado, como o pão foi declarado ser o Seu corpo. Eles não beberam o cálice literalmente, como também não beberam literalmente a nova aliança! Como é ridículo dizer que eles assim o fizeram! O seu corpo também não foi o pão literal, nem o vinho, seu sangue literal. Depois de dar o vinho aos Seus discípulos Jesus disse: “&lt;i style=""&gt;Pois vos digo que, de agora em diante, não mais beberei do &lt;b style=""&gt;fruto da videira&lt;/b&gt;, até que venha o reino de Deus&lt;/i&gt;” (Lucas 22.18). Assim o vinho, mesmo que dele Jesus tenha tomado e depois dado aos Seus discípulos, continuou sendo o &lt;b style=""&gt;fruto da videira&lt;/b&gt;! Nenhuma “&lt;i style=""&gt;transubstanciação&lt;/i&gt;” ou “&lt;i style=""&gt;transfinalização&lt;/i&gt;” ou “&lt;i style=""&gt;transignificação&lt;/i&gt;” houve na &lt;b style=""&gt;substância&lt;/b&gt;! E isso aconteceu &lt;b style=""&gt;depois&lt;/b&gt; da oração de consagração que Jesus fez, quando a Igreja Católica supõe e ensina que aconteceu a alteração, mesmo tendo Jesus e Paulo declarado que os elementos, a substância, &lt;b style=""&gt;continuam sendo pão e vinho&lt;/b&gt;!&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;Voltamos a enfatizar que na ocasião em que estas palavras foram ditas, o pão e o vinho e&lt;b style=""&gt;stavam sobre a mesa&lt;/b&gt;, &lt;b style=""&gt;DIANTE DELE&lt;/b&gt;, e Ele estava assentado à mesa em Seu corpo, como qualquer pessoa viva! Lembremo-nos que a crucificação &lt;b style=""&gt;ainda&lt;/b&gt; não havia acontecido! Eles – Jesus e Seus discípulos – comeram a Ceia &lt;b style=""&gt;antes&lt;/b&gt; da crucificação! Portanto, não podemos fazer algo em &lt;b style=""&gt;memória de alguém&lt;/b&gt; &lt;b style=""&gt;que está presente&lt;/b&gt;, como a Igreja Católica Romana &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;faz, dizendo que Cristo &lt;b style=""&gt;está presente na missa&lt;/b&gt;! Notemos que ao invés de corpo, sangue, alma e divindade nos elementos, Paulo vê pão e cálice. Se o apóstolo Paulo cresse na presença real, corporal de Cristo sob as aparências do pão e do vinho, com certeza ele não teria dito: “&lt;i style=""&gt;até que Ele venha&lt;/i&gt;”, pois Jesus já estaria ali presente! O próprio Jesus ao afirmar: “... &lt;i style=""&gt;fazei isto em &lt;b style=""&gt;memória&lt;/b&gt; de Mim&lt;/i&gt;” (Lucas 22.19), teria excluído “&lt;i style=""&gt;ipso facto&lt;/i&gt;” a &lt;b style=""&gt;presença&lt;/b&gt;! Esta é a lógica! Da mesma forma se no pão Jesus se tornasse física e corporalmente presente – como afirma a Igreja Católica Romana “... debaixo destas (espécies do pão e do vinho) &lt;b style=""&gt;está Cristo completo, presente na sua realidade física, mesmo corporalmente&lt;/b&gt;...”&lt;a style="" href="#_ftn9" name="_ftnref9" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;[9]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; evidentemente a Ceia não &lt;b style=""&gt;em memória&lt;/b&gt;! A Ceia do Senhor instituída por Jesus não foi um tipo de operação mágica, mas exclusivamente um &lt;b style=""&gt;memorial&lt;/b&gt;! E com que finalidade? Com o objetivo de convocar todos os cristãos, através dos séculos, a que se lembrassem da crucificação do Senhor Jesus e de todos os benefícios dele proveniente! Um &lt;b style=""&gt;memorial&lt;/b&gt; não representa a &lt;b style=""&gt;realidade&lt;/b&gt;, como no caso de serem o pão e o vinho o Seu verdadeiro corpo e sangue, mas uma coisa totalmente diferente, que serve apenas como lembrança da &lt;b style=""&gt;coisa real&lt;/b&gt;. É perfeitamente óbvio a qualquer leitor observador inteligente que a Ceia do Senhor foi especialmente instituída como uma simples festa memorial. De maneira alguma, como uma &lt;b style=""&gt;reencarnação &lt;/b&gt;de Cristo! Segundo a Igreja Católica Romana, aquilo que os sentidos apreendem &lt;b style=""&gt;depois&lt;/b&gt; da consagração do pão e do vinho, na assim chamada “&lt;i style=""&gt;transubstanciação&lt;/i&gt;”, são os &lt;b style=""&gt;acidentes&lt;/b&gt;. Ora, quando Jesus transformou a água em vinho, em Caná da Galiléia, as características da água &lt;b style=""&gt;desapareceram&lt;/b&gt;, porque &lt;b style=""&gt;a água deixou de existir&lt;/b&gt;, conforme João 2.9-10.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Esse episódio é bastante claro à nossa inteligência!&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;A posição do Luterianismo não difere muito da posição católica romana. E os próprios luteranos confessam essa realidade: “Nossas igrejas são falsamente acusadas de ter abolido a missa. Porque a missa é ainda retida entre nós e celebrada com grande reverência”&lt;a style="" href="#_ftn10" name="_ftnref10" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;[10]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;A “&lt;i style=""&gt;transubstanciação&lt;/i&gt;” católica romana e a “&lt;i style=""&gt;consubstanciação&lt;/i&gt;” luterana são, em síntese, a mesma coisa, conforme vemos no “Relatório da Comissão Mista Católico-Luterana sobre a Eucaristia”:&lt;a style="" href="#_ftn11" name="_ftnref11" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;[11]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText" style="margin-left: 18pt; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;¨&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;“cristãos católicos e luteranos confessam em comum que a presença eucarística do Senhor Jesus Cristo visa o recebimento do crente, não estando, porém, limitado ao momento do recebimento, e igualmente não dependendo da fé do receptor por mais que ele seja orientada para esta”; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText" style="margin-left: 18pt; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;¨&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;“a discussão ecumênica demonstrou que essas duas posições não mais precisam ser consideradas como contraposições mutuamente excludentes (transubstanciação e consubstanciação). A tradição luterana consente com a tradição católica na afirmação que os elementos consagrados não continuam sendo simples pão e vinho, mas em virtude da palavra criativa são distribuídas como corpo e sangue”;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText" style="margin-left: 18pt; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;¨&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;“segundo a doutrina católica, o Senhor proporciona sua presença eucarística para além da realização do sacramento, enquanto persistem as formas de pão e vinho. Correspondentemente, os fiéis são convidados a prestar veneração a este santíssimo sacramento aquele culto de latria que é devido ao Deus verdadeiro”; (...) “também para eles (os luteranos) &lt;b style=""&gt;culto, veneração e adoração&lt;/b&gt; são adequados tanto tempo quanto Cristo permanece sacramentalmente presente”.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;Ora, para quem &lt;b style=""&gt;adore&lt;/b&gt; a Jesus e &lt;b style=""&gt;creia&lt;/b&gt; que Ele está de alguma forma, presente nos elementos da Ceia, &lt;b style=""&gt;a conseqüência natural será a adoração desses elementos&lt;/b&gt;. E é exatamente isso que fazem os católicos, quando adoram Jesus na hóstia consagrada. E é exatamente isso que fazem os luteranos em relação aos elementos da sua eucaristia, prestando-lhes “culto, veneração e adoração” enquanto, segundo o entendimento luterano, Ele permanece presente nesses elementos.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;Alguns grupos evangélicos existentes entre nós têm para com os elementos da Ceia do Senhor (por alguns deles chamada de “santa ceia”) um forte sentimento de “&lt;i style=""&gt;latria&lt;/i&gt;”, de modo que lhes prestam um verdadeiro “&lt;i style=""&gt;culto latrêutico&lt;/i&gt;”, semelhante ao que o catolicismo romano devota à hóstia consagrada. Em face dessa veneração, as sobras de pão e de vinho ‘consagrados’ são para eles mantidas intocáveis e ou são ritualisticamente enterradas ou ficam guardadas até que, cobertas de mofo, sejam comidas pelos bichos, quando então, e somente então os vasos onde estiveram depositados podem ser lavados. Mas isso é idolatria! E idolatria que se vem infiltrando no seio da comunidade evangélica! E aqueles que hão de dar contas do rebanho permanecem indiferentes! O culto aos elementos da Ceia, qualquer que seja a sua forma, é idolatria. Tanto faz estar amparado na teoria da transubstanciação como na tese da consubstanciação, ou simplesmente escorada na palavra carismática do líder. E os idólatras não têm parte no reino de Deus (I Coríntios 6.10). É por isso que o texto de I Coríntios referente à Ceia do Senhor começa com esta advert6encia: “&lt;i style=""&gt;Portanto, meus amados, fugi da idolatria&lt;/i&gt;”. (10.14). &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;O texto de João 6.33-63, mormente os versículos 33-58, que o catolicismo romano e as seitas católicas utilizam como pretensa base bíblica para a tese da transubstanciação ou da consubstanciação, não se refere à Ceia do Senhor, mas à conversão pela fé em Jesus. Os teólogos católicos, como é do seu hábito, transgridem na norma primacial da compreensão da Bíblia sagrada ou de qualquer obra literária: a de interpretar o texto pelo contexto. Isolam parte do texto do discurso de Jesus feito na sinagoga de Cafarnaum e dão uma interpretação literal às palavras de Jesus, mas, se fossem honestos, deveriam adotar o mesmo critério em todo o discurso, pois várias vezes Jesus usou a expressão &lt;b style=""&gt;pão. &lt;/b&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;Ao admitir a literalidade do vocábulo &lt;b style=""&gt;pão&lt;/b&gt;, certamente Jesus teria descido do céu na forma material, isto é, em forma de pão! E quem comesse literalmente desse pão viveria para sempre. Por que não se há de ser lógico, admitindo-se igual sentido figurado quanto aos vocábulos &lt;b style=""&gt;carne&lt;/b&gt; e &lt;b style=""&gt;bebidas&lt;/b&gt;?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;Este texto tem sido utilizado para justificar a tese pagã-católico-romana de que, para ter a vida eterna, o pecador tem de &lt;b style=""&gt;comer&lt;/b&gt; (&lt;i style=""&gt;manducação)&lt;/i&gt; de Cristo no pão da ceia e &lt;b style=""&gt;beber&lt;/b&gt; (&lt;i style=""&gt;potação&lt;/i&gt;) o sangue de Cristo no vinho da Ceia. Comer e beber carne e sangue humano é coisa repulsiva e abominável a Deus, e também a qualquer pessoa mentalmente sã, especialmente aos judeus. Essa prática é contrária às Escrituras e ao senso comum. (Levítico 17.10; Deuteronômio 12.16). Na lei judaica havia severa penalidade contra quem comesse sangue. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;Comer a carne e beber o sangue de Jesus é vir a Ele, é crer nEle! Ele próprio o disse: &lt;i style=""&gt;“Na verdade, na verdade vos digo que aquele que cr6e em Mim tem a vida eterna&lt;/i&gt;” (v. 47).&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Comparem-se os versículos 40 e 54. A mensagem é a mesma, sendo que, no verso 54, a mensagem do verso 40&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;é repetida de maneira figurada. Mas mente carnal é apegada à realidade física e incapaz de perceber a realidade espiritual. Quer ver e apalpar para crer. Precisa mastigar (&lt;i style=""&gt;manducação&lt;/i&gt;) e engolir (&lt;i style=""&gt;potação&lt;/i&gt;). O Deus Espírito não lhe basta! Precisa de um deus físico, material, palpável, mastigável até!&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;    &lt;/span&gt;O mais impressionante é que quando Jesus quis falar aos Seus discípulos sobre assuntos importantes, isolou-Se com eles (Mateus 10.1-42; 18.1-35 dentre outras). Havia uma diferença enorme entre Jesus ensinar aos Seus discípulos e pregar às turbas (Mateus 11.7). Ao povo Ele pregava a Palavra, comparando-a a semente, para que se convertesse e aos Seus discípulos favorecia explicações bastante pormenorizadas que os preparassem para bem melhor servi-Lo (Mateus 13.10-23).&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;Outro detalhe importante, é que no Evangelho de João a Ceia do Senhor não é mencionada nesta passagem e nem está em seu contexto e nem em todo o Evangelho segundo João a ela se refere, pois se houvesse algum vínculo com o sermão na sinagoga de Cafarnaum com a Ceia do Senhor, certamente João teria mencionado, pois João dos quatro evangelistas o mais meticuloso, mas ele não alude nada! É o único evangelista que não menciona nada, absolutamente nada, a respeito da instituição da Ceia por Jesus!&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;Portanto, comer a carne de Cristo e beber o Seu sangue é crer nEle! O “&lt;i style=""&gt;comer&lt;/i&gt;” e “&lt;i style=""&gt;beber&lt;/i&gt;” são &lt;b style=""&gt;figuras do crer&lt;/b&gt;. Quem crê no Senhor Jesus torna-se um com Ele, pois Paulo escreveu: “&lt;i style=""&gt;Mas aquele que se une ao Senhor é um espírito com ele&lt;/i&gt;” (I Coríntios 6.17). Faz-se habitação do Espírito de Cristo (Romanos 8.9-11). Cristo está em nós porque nEle temos crido!&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;O grande mistério de Deus, que esteve oculto dos séculos e das gerações, é realmente Cristo em nós, “&lt;i style=""&gt;a esperança da glória&lt;/i&gt;” (Colossenses 1.26-27). Mas não O recebemos ingerindo-O em forma de pão de farinha de trigo e vinho. Ou “ainda não compreendeis que tudo o que entra pela boca desce para o ventre, e é lançado fora?” (Mateus 15.17). Nós, os crentes, não praticamos a &lt;b style=""&gt;teofagia&lt;/b&gt;!&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;Portanto, a interpretação do texto de João 6 como referente à Ceia do Senhor, absolutamente contraria aos princípios da hermenêutica sadia, tem como objetivo apresentar um texto bíblico de defesa da tesa pagã sacramentalista, da qual depende a força e importância do clero católico romano.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;A tese sacramentalista reivindica que a graça de Deus seria transmitida aos homens através dos ‘sacramentos’, que seriam os &lt;i style=""&gt;instrumentos necessários&lt;/i&gt; dessa transmissão. Assim é que o pecador, para receber a graça de Deus, ficaria na dependência dos &lt;i style=""&gt;ministros dos sacramentos, &lt;/i&gt;que ficariam sendo, na realidade, a instância nessa questão. Mesmo quando alguém argumentasse que, segundo as Escrituras, somos salvos pela graça, por meio da fé, eles retrucariam, dizendo: ‘É pela graça, sim, mas para receber a graça, você precisa dos sacramentos, e como quem tem os sacramentos somos nós, você precisa mesmo é de nós, ministros dos sacramentos’! Que Deus nos livre de tais heresias!&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;                                       &lt;/span&gt;A Data da Instituição da Ceia do Senhor&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;“A festa da Páscoa começava no dia 15 de Nisã, sendo o cordeiro sacrificado na tarde de 14. Contudo o dia da semana variava com a lua nova. Se Jesus comeu a ceia regular da Páscoa, foi crucificado no dia 15 de Nisã. Se comeu uma ceia no dia anterior, e se foi crucificado na hora do sacrifício do cordeiro, então o dia foi, então, o dia 14 de Nisã. Neste caso ele não comeu, de fato, a Páscoa”&lt;a style="" href="#_ftn12" name="_ftnref12" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;[12]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;Na histórica controvérsia havida nos primeiros séculos da era cristã entre gregos e latinos, estes defendiam a tese de que Jesus &lt;b style=""&gt;teria comido&lt;/b&gt; do cordeiro pascal, após o pôr do Sol do dia 14 de Nisã, de modo que Sua crucificação teria sido na tarde do dia 15, primeiro dia da festa da Páscoa. Os gregos, ao contrário, afirmaram que Jesus, que é a nossa Páscoa, não teria comido do cordeiro pascal, mas, na qualidade de verdadeiro Cordeiro Pascal, teria sido crucificado na hora costumeira do sacrifício do cordeiro. &lt;b style=""&gt;Vamos verificar com quem está com a razão&lt;/b&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;                                         &lt;/span&gt;A Data da Crucificação de Jesus&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;    &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;A data da instituição da Ceia do Senhor depende diretamente da data de Sua crucificação. Se Ele tiver sido crucificado no dia 15 de Nisã, a Sua Ceia terá sido instituída nesse mesmo dia 15, após o pôr do Sol do dia 14 de Nisã, fora do contexto da Páscoa judaica.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;Em João 13.1-4 lemos que Jesus e Seus discípulos comeram a Ceia “&lt;i style=""&gt;antes da festa da páscoa&lt;/i&gt;”, antes, portanto, do primeiro dia dos ázimos. Em João 18.28 lemos que, quando, de manhã, o julgamento de Jesus estava terminando (e Ele havia ceado na noite anterior!), os judeus &lt;b style=""&gt;ainda não tinham comida a páscoa&lt;/b&gt;. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;Em João 19.14-16 lemos que Jesus foi julgado e crucificado no dia da preparação da Páscoa (à hora sexta – ao meio-dia), isto é, no dia 14 de Nisã, &lt;b style=""&gt;antes&lt;/b&gt; do primeiro dia dos ázimos. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;Tanto as grandes festas de Israel como o Dia da Expiação eram figuras proféticas de fatos referentes ao Messias e que, a exemplo das próprias festas, ocorriam “&lt;i style=""&gt;no seu tempo determinado&lt;/i&gt;” (Levitico 23.5). Jesus havia predito que Sua morte se daria na Páscoa ( Mateus 26.2). Na Páscoa, sim, mas &lt;b style=""&gt;antes&lt;/b&gt; da festa. “&lt;i style=""&gt;Depois os príncipes dos sacerdotes, e os escribas, e os anciãos do povo reuniram-se na sala do sumo sacerdote, o qual se chamava Caifás. E consultaram-se mutuamente para prenderem Jesus como dolo e o matarem. Mas diziam: &lt;b style=""&gt;Não durante a festa&lt;/b&gt;, para que não haja alvoroço entre o povo&lt;/i&gt;” (Mateus 26.3-6). E assim O prenderam &lt;b style=""&gt;antes&lt;/b&gt; da festa, que começava com a ceia pascal. E essa decisão foi tomada a partir de uma profecia do sumo sacerdote Caifás (João 11.47-53).&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;A Páscoa, como sacrifício do cordeiro, era o dia 14 de Nisã (Levitico 23.5), mas a festa a que se chamava Festa da Páscoa começava no dia 15 de Nisã, com a ceia pascal. Jesus foi preso, julgado e executado na cruz &lt;b style=""&gt;antes&lt;/b&gt; da festa. Morreu na cruz &lt;i style=""&gt;no dia 14 de Nisã, na sexta-feira, ao crepúsculo da tarde&lt;/i&gt;, &lt;b style=""&gt;no momento profeticamente estabelecido na Lei para a morte do cordeiro pascal&lt;/b&gt;. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;                               &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;                     &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;A Preparação da Páscoa&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;“No Gr. secular, &lt;i style=""&gt;paraskeuè&lt;/i&gt; se acha no sentido geral de “&lt;i style=""&gt;preparação”&lt;/i&gt;, mas o NT emprega o subs. &lt;i style=""&gt;paraskeuè&lt;/i&gt; sempre como expressão de tempo, para indicar o “dia da preparação” antes de um Sábado ou Festa da Páscoa: Mt. 27.62; Mc 15.42; João 19.14, 31,42”&lt;a style="" href="#_ftn13" name="_ftnref13" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;[13]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;Observe-se bem que a palavra &lt;i style=""&gt;paraskeuè&lt;/i&gt; significa &lt;b style=""&gt;preparação&lt;/b&gt; em sentido geral e em todos os textos do NT em que ela aparece refere-se sempre ao dia 14 de Nisã, dia da &lt;b style=""&gt;preparação da Páscoa&lt;/b&gt;, dia em que era imolado o cordeiro, preparada a refeição, removido o fermento das casas, etc.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;Nos anos em que o dia 14 de Nisã caia numa sexta-feira, com a ceia pascal caindo no Sábado – o qual quando uma dessas “&lt;i style=""&gt;santas convocações&lt;/i&gt;” coincidia com um sábado semanal, regular, dava-se-lhe o nome de “&lt;i style=""&gt;Sábado grande&lt;/i&gt;”, dia de descanso legal, como é o caso do sábado posterior à crucificação de Jesus – aquela sexta-feira era tanto o dia da preparação da Páscoa (João 19.14) como véspera e preparação do sábado regular (Marcos 15.42).&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;                   &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;                       &lt;/span&gt;Véspera do &lt;b style=""&gt;Sábado Grande&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;Que Jesus morreu numa sexta-feira ninguém questiona, pois o dia seguinte à Sua morte era sábado, conforme se lê em João: “... &lt;i style=""&gt;para que no Sábado não ficassem os corpos na cruz, visto como era a preparação (pois era &lt;b style=""&gt;grande&lt;/b&gt; o dia do sábado&lt;/i&gt;)” (19.31). &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;Mas aquele &lt;b style=""&gt;não era um sábado comum&lt;/b&gt;, era um &lt;b style=""&gt;&lt;u&gt;sábado grande&lt;/u&gt;. &lt;/b&gt;E sábado grande era aquele Sábado semanal que coincidia com um dos dias de “&lt;i style=""&gt;santa convocação&lt;/i&gt;”. Ora, como no mês de Nisã as “&lt;i style=""&gt;santas convocações&lt;/i&gt;” aconteciam nos dias 15 e 21 (primeiro e oitavo dias da Páscoa), aquele sábado não podia ser o dia 16 de Nisã, que não era dia de “&lt;i style=""&gt;santa convocação&lt;/i&gt;”. Tinha de ser o dia 15 de Nisã, primeiro dia dos ázimos, primeiro dia da Festa da Páscoa, dia de “&lt;i style=""&gt;santa convocação&lt;/i&gt;”, dia da ceia pascal, &lt;b style=""&gt;da qual Jesus não pôde participar&lt;/b&gt;, por haver, na qualidade de Cordeiro de Deus, sido imolado na véspera, 14 de Nisã, dia da preparação da Páscoa!&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;                             &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;   &lt;/span&gt;Lendo Lucas 22.15-16 no Original Grego&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;Dizem os Sinópticos que Jesus “&lt;i style=""&gt;desejou muito&lt;/i&gt;”, ou “&lt;i style=""&gt;tenho desejado ansiosamente&lt;/i&gt;” comer aquela Páscoa com Seus discípulos, mas &lt;b style=""&gt;não afirmam que dela eles tenham participado! &lt;/b&gt;Os tradutores costumam traduzir os textos pascais a partir do pressuposto generalizado de que Jesus &lt;b style=""&gt;teria participado &lt;/b&gt;da ceia pascal. É o que se vê, por exemplo, em Lucas 22.15-16, que praticamente todos traduzem da seguinte forma: &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;“&lt;i style=""&gt;Desejei muito&lt;/i&gt; (ou tenho desejado ansiosamente) &lt;i style=""&gt;comer convosco esta páscoa, antes que padeça; porque vos digo que &lt;b style=""&gt;não&lt;/b&gt; a comerei &lt;b style=""&gt;mais&lt;/b&gt; até que ela se cumpra no reino de Deus&lt;/i&gt;”.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;O texto grego original diz literalmente:&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;“&lt;i style=""&gt;E disse a eles&lt;/i&gt;, (um) &lt;i style=""&gt;desejo desejei, esta a páscoa comer conosco antes do meu sofrer. Digo pois a vós que &lt;b style=""&gt;não não&lt;/b&gt; como-a até (que) a cumpra em o reino de Deus”.&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;Assim, uma tradução mais próxima da idéia do original diria: &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;“&lt;i style=""&gt;E disse-lhes: desejei ardentemente comer convosco esta páscoa antes da minha paixão; digo-vos, entretanto, que não a comerei&lt;/i&gt; (não a como) &lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;de modo nenhum&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;i style=""&gt;, até havê-la cumprido no reino de Deus”. &lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;A tradução natural da expressão enfática “&lt;b style=""&gt;não não”, &lt;/b&gt;no texto, deveria ser &lt;b style=""&gt;de modo nenhum &lt;/b&gt;(nem um, nunca), como em Mateus 5.18,20,26; 16.22; João 10.28; 13.8 e não “&lt;b style=""&gt;não&lt;/b&gt;... &lt;b style=""&gt;mais”, &lt;/b&gt;como em Lucas 22.18, onde a expressão “&lt;i style=""&gt;desde agora&lt;/i&gt;” justifica a inserção de “mais” ou “já”&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;(“não mais beberei” ou já não beberei”), para dar idéia de referência a fato futuro. Mas se o tradutor parte da pressuposição de que Jesus teria comido do cordeiro pascal, a sua inclinação natural será, em vez de afirmar que Jesus “&lt;i style=""&gt;de modo nenhum comeria daquela páscoa&lt;/i&gt;”, traduzir o texto como se Jesus tivesse dito que, após aquela páscoa, “&lt;i style=""&gt;não comeria de &lt;b style=""&gt;outra&lt;/b&gt; páscoa&lt;/i&gt;”, dando com isso a entender que &lt;b style=""&gt;daquela&lt;/b&gt; Ele comeria. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;E observe-se que o Senhor diz haver desejado ansiosamente comer “aquela páscoa” ( a páscoa do ano da Sua crucificação), mas afirma categórico&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;que, não obstante esse Seu desejo, não haveria de comê-la: “&lt;i style=""&gt;pois vos digo que não a como de modo nenhum&lt;/i&gt;”(com o verbo “comer” no presente do indicativo).&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;    &lt;/span&gt;Vejamos ainda Mateus 26.29, literalmente&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;no original grego:&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;   &lt;/span&gt;“&lt;i style=""&gt;Digo, porém a vós, &lt;b style=""&gt;não não&lt;/b&gt; bebo desde agora&lt;/i&gt; (“arti”, no grego) &lt;i style=""&gt;de este o fruto da videira até o dia aquele quando o bebo convosco novo em o reino do Pai meu&lt;/i&gt;”.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;Sua tradução natural seria: &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;“&lt;i style=""&gt;Digo-vos, porém, que, desde este instante, &lt;b style=""&gt;já não&lt;/b&gt; beberei&lt;/i&gt; (ou “não mais beberei”) &lt;i style=""&gt;do fruto da videira, até aquele dia em que o beberei convosco, novo, no reino de meu Pai”.&lt;/i&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;A partir daquele momento, Jesus não beberia do fruto da videira, até que venha o reino de Deus. Mas com relação a comer a páscoa, a Sua declaração é diferente. Ele não comeria &lt;b style=""&gt;aquela páscoa&lt;/b&gt;, de modo nenhum, embora tivesse desejado ardentemente comê-la com Seus discípulos antes de Sua crucificação. Não disse que deixaria de comê-la somente depois de participar “&lt;i style=""&gt;daquela páscoa&lt;/i&gt;”.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;   &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;                                      &lt;/span&gt;Jesus Não Comeu do Cordeiro Pascal&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;A refeição de despedida da qual o senhor Jesus participou com Seus discípulos e na qual instituiu a Sua ceia foi realizada &lt;b style=""&gt;depois do pôr do Sol do dia 13 de Nisã&lt;/b&gt;, isto é, &lt;b style=""&gt;já na noite&lt;/b&gt; (em Israel, o dia começava ao pôr do Sol) &lt;b style=""&gt;de 14 de Nisã&lt;/b&gt; (sexta-feira). Naquela ocasião, &lt;u&gt;Jesus ou Seus discípulos não comeram do cordeiro pascal.&lt;/u&gt; Não se percebe, em nenhum dos Evangelhos, a mais leve referência ao cordeiro pascal naquela refeição. Não se lhe descrevem os elementos, exceto o pão e o vinho. E os sacerdotes se recusariam a imolar o cordeiro da Páscoa fora do dia legalmente reconhecido como 14 de Nisã e, no tempo do NT, somente eles tinham autoridade para, no templo, no dia legalmente estabelecido, imolar todos os cordeiros pascais. E, apesar de todas as divergências entre fariseus e saduceus, &lt;b style=""&gt;prevalecia o calendário oficial&lt;/b&gt;, dos saduceus.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;A esse respeito comenta Wagner George Kümmel:&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;“O relato adotado por Marcos e o próprio Paulo não dizem que se trata de uma ceia pascal, e a descrição da última ceia de Jesus em Marcos tampouco contém uma indicação a respeito da ceia pascal. Falta, sobretudo, a menção ao cordeiro pascal. Por causa dessas e de outras razões, portanto, &lt;i style=""&gt;é muito improvável que Jesus tenha celebrado sua última ceia com os Seus discípulos como uma ceia pascal.&lt;/i&gt;”&lt;a style="" href="#_ftn14" name="_ftnref14" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;[14]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;       &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;A ceia do Senhor, instituída naquela ocasião, foi, pois, &lt;b style=""&gt;&lt;u&gt;algo inteiramente novo&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;! Vinho novo em odres novos. Pois “&lt;i style=""&gt;ninguém deita vinho novo em odres velhos&lt;/i&gt;” (Marcos 2.22). Era o &lt;b style=""&gt;memorial da nova aliança&lt;/b&gt;, no qual, todas as vezes que comemos do pão e bebemos do cálice, “&lt;i style=""&gt;anunciamos a morte do Senhor, até que Ele venha&lt;/i&gt;” (I Coríntios 11.26). Um &lt;b style=""&gt;novo memorial&lt;/b&gt;, uma &lt;b style=""&gt;nova aliança&lt;/b&gt; – não conforme a aliança que havia sido feita no Sinai (Jeremias 31.31-32); um &lt;b style=""&gt;novo sacerdócio&lt;/b&gt; (Hebreus 7.12); uma &lt;b style=""&gt;nova lei&lt;/b&gt; (Hebreus 7.12), a &lt;b style=""&gt;lei de Cristo&lt;/b&gt; (Gálatas 6.2).&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;Não há como contestar: &lt;b style=""&gt;&lt;u&gt;Jesus não participou da Páscoa legal dos judeus&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;, &lt;u&gt;porque Ele mesmo, &lt;b style=""&gt;o verdadeiro Cordeiro pascal&lt;/b&gt;&lt;/u&gt; (I Coríntios 5.7), morreu no dia e hora profeticamente revelados nas prescrições da Páscoa: &lt;b style=""&gt;14 de Nisã, ao crepúsculo da tarde!&lt;/b&gt; Sim, Jesus “&lt;i style=""&gt;expirou na cruz no mesmo dia em que no Templo se imolavam os cordeiros pascais&lt;/i&gt;”&lt;a style="" href="#_ftn15" name="_ftnref15" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;[15]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; , “foi crucificado no dia em que o cordeiro pascal era oferecido, e ressuscitou no dia em que as primícias da primeira colheita eram apresentadas, as primícias dos eu dormem”&lt;a style="" href="#_ftn16" name="_ftnref16" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;[16]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;Na ocasião marcada para a ceia pascal, Jesus, “&lt;i style=""&gt;o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo”&lt;/i&gt; (João 1.29), &lt;b style=""&gt;já estava no túmulo&lt;/b&gt;! A celebração da Páscoa judaica perdera a sua razão de ser! Os cordeiros pascais, figuras do Cordeiro de Deus, já não deveriam ser imolados cada ano! A realidade que eles figuravam havia chegado! E, em &lt;b style=""&gt;chegando a realidade&lt;/b&gt;, os &lt;b style=""&gt;ritos legais&lt;/b&gt;, que têm somente “&lt;i style=""&gt;a sombra dos bens futuros, e não a imagem exata das coisas&lt;/i&gt;” (Hebreus 10.1), haviam-se tornado antiquados, perdendo completamente o valor. Portanto, &lt;b style=""&gt;é um contra-senso o cristão celebrar a Páscoa&lt;/b&gt;, pois quando Jesus morreu, Ele foi o último “&lt;i style=""&gt;Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo&lt;/i&gt;”! Paulo nos diz que devemos comemorar a Sua morte, através de &lt;b style=""&gt;algo inteiramente novo&lt;/b&gt;, que é a Ceia do Senhor, pois &lt;b style=""&gt;através dela&lt;/b&gt;, “&lt;i style=""&gt;anunciais a morte, até que Ele venha&lt;/i&gt;” (I Coríntios 11.26). &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;Maranata! “&lt;i style=""&gt;Aquele que testifica estas coisas diz: Certamente cedo venho. Amém. Ora vem, Senhor Jesus&lt;/i&gt;” (Apocalipse 22.20). A Tua Igreja Te espera e ama a Tua vinda! &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;   &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;&lt;span style=""&gt;                                                                  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div style=""&gt;&lt;br /&gt;  &lt;hr width="33%" align="left" size="1"&gt;    &lt;div style="" id="ftn1"&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a style="" href="#_ftnref1" name="_ftn1" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; J.J. Von Allmen, &lt;b style=""&gt;Vocabulário Bíblico&lt;/b&gt; p. 146, ASTE, SP, 1972.&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;div style="" id="ftn2"&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a style="" href="#_ftnref2" name="_ftn2" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; Merril C. Tenney, &lt;b style=""&gt;O Novo Testamento, Sua Origem e Análise&lt;/b&gt;, Ed. Vida Nova, SP. p. 126&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;div style="" id="ftn3"&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a style="" href="#_ftnref3" name="_ftn3" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;[3]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; Russel Norman Champlin, &lt;b style=""&gt;O Novo Testamento Interpretado Versículo por Versículo&lt;/b&gt;, p.36, Lucas 2.41&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;div style="" id="ftn4"&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a style="" href="#_ftnref4" name="_ftn4" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;[4]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; Catecismo da Igreja Católica, Ed. Vozes-Ed.Loyola, p.379 #1374; Conc. de Trento, Denzinger-A Schönmetzer # 1651&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;div style="" id="ftn5"&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a style="" href="#_ftnref5" name="_ftn5" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;[5]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; AAS, Acta Apostolicae Sedis, 57 (1965)758.&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;div style="" id="ftn6"&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a style="" href="#_ftnref6" name="_ftn6" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;[6]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; Mysterium fidei, 764&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;div style="" id="ftn7"&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a style="" href="#_ftnref7" name="_ftn7" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;[7]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; Mysterium fidei, 766&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;div style="" id="ftn8"&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a style="" href="#_ftnref8" name="_ftn8" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;[8]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; Jesús Espeja, &lt;b style=""&gt;Sacramentos&lt;/b&gt;, ed. Vozes, Petrópolis, Rio, 1992, p. 73.&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;div style="" id="ftn9"&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a style="" href="#_ftnref9" name="_ftn9" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;[9]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; Paulo VI, in Mysterium fidei, 46&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;div style="" id="ftn10"&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a style="" href="#_ftnref10" name="_ftn10" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;[10]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; Confissão de Augsburgo, de 1530, art. II, segunda parte&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;div style="" id="ftn11"&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a style="" href="#_ftnref11" name="_ftn11" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;[11]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; A Ceia do Senhor, Editora Sinodal, 1978, pp. 23-25&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;div style="" id="ftn12"&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a style="" href="#_ftnref12" name="_ftn12" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;[12]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; S.L.Watson e W.E.Ellen, &lt;b style=""&gt;Harmonia dos Evangelhos&lt;/b&gt;, CPB, 1964, 4.ª edição, pp. 243-244&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;div style="" id="ftn13"&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a style="" href="#_ftnref13" name="_ftn13" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;[13]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; Colin Brown, &lt;b style=""&gt;Dicionário Internacional de Teologia do Novo Testamento&lt;/b&gt;, Ed. Vida Nova, Vol.ÌII, p.784&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;div style="" id="ftn14"&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a style="" href="#_ftnref14" name="_ftn14" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;[14]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; Wagner George Kümmel, &lt;b style=""&gt;Síntese Teológica do Novo Testamento&lt;/b&gt;, Ed. Sinodal, a974, p.105&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;div style="" id="ftn15"&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a style="" href="#_ftnref15" name="_ftn15" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;[15]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt; Henry H. Halley, &lt;b style=""&gt;Manual Bíblico&lt;/b&gt;, Ed. &lt;/span&gt;Vida Nova, 1971, p. 395&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;div style="" id="ftn16"&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a style="" href="#_ftnref16" name="_ftn16" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;[16]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; Joseph Angus, &lt;b style=""&gt;História, Doutrina e Interpretação da Bíblia&lt;/b&gt;, CPB, Vol. I, p. 27&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2643449554281829144-1125830973446149445?l=prbarbosaneto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://prbarbosaneto.blogspot.com/feeds/1125830973446149445/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2643449554281829144&amp;postID=1125830973446149445&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643449554281829144/posts/default/1125830973446149445'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643449554281829144/posts/default/1125830973446149445'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://prbarbosaneto.blogspot.com/2011/03/pascoa-uma-festa-de-amor.html' title='A PÁSCOA – Uma Festa de Amor!'/><author><name>Pr. Barbosa Neto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01439456551656835528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-8FOMxf7HDxA/TjAVxZPb7CI/AAAAAAAAADI/lZt5-JTXts0/s220/Pr.%2BBarbosa%2BNeto1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2643449554281829144.post-4381729063307623461</id><published>2011-03-09T06:04:00.000-08:00</published><updated>2011-03-09T06:06:14.115-08:00</updated><title type='text'>“ISTO É O MEU CORPO...” e “ISTO É O MEU SANGUE...” (I)</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:trackmoves/&gt;   &lt;w:trackformatting/&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt; 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&lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabela normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-priority:99;  mso-style-qformat:yes;  mso-style-parent:"";  mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-para-margin-top:0cm;  mso-para-margin-right:0cm;  mso-para-margin-bottom:10.0pt;  mso-para-margin-left:0cm;  line-height:115%;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:11.0pt;  font-family:"Calibri","sans-serif";  mso-ascii-font-family:Calibri;  mso-ascii-theme-font:minor-latin;  mso-fareast-font-family:"Times New Roman";  mso-fareast-theme-font:minor-fareast;  mso-hansi-font-family:Calibri;  mso-hansi-theme-font:minor-latin;  mso-bidi-font-family:"Times New Roman";  mso-bidi-theme-font:minor-bidi;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;                        &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;                                                          Pr. José Barbosa de Sena Neto            &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;   &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;               &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 9pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span style=""&gt;          &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style=""&gt;   &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;         O texto clássico sobre a Ceia do Senhor, porém, é o de I Coríntios 11.17-34, no qual o apóstolo Paulo, diferentemente dos demais escritores inspirados, não apenas descreve a instituição do memorial pelo Senhor, mas encaixa o evento na situação real da Igreja de Cristo e adorna-o de comentários doutrinários.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style=""&gt;   &lt;/span&gt;As fantasias e superstições de líderes evangélicos oriundos da Umbanda ou do Kardecismo e a nefasta influência de livros de escritores anglicanos e luteranos, que interpretam de modo místico e sacramental os textos referentes à Ceia do Senhor, principalmente o texto clássico paulino, têm inseminado na comunidade evangélica idéias católicas acerca dos elementos da Ceia do Senhor. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style=""&gt;   &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style=""&gt;   &lt;/span&gt;Os evangélicos reconhecidos como Batistas, temos rejeitado, frontalmente, através dos tempos, não somente a doutrina da &lt;i style=""&gt;&lt;u&gt;transubstanciação&lt;/u&gt;&lt;/i&gt; católico-romana (presença real de Cristo na Ceia pela transformação dos elementos pão e vinho no Seu corpo e sangue) como também a da &lt;i style=""&gt;&lt;u&gt;consubstanciação luterana&lt;/u&gt; &lt;/i&gt;(presença real de Cristo na Ceia, pela união de Cristo com os elementos pão e vinho), por entendermos que tanto uma como a outra, embora amparadas por bem e elaborados argumentos filosóficos, carecem de fundamento bíblico e, o que é pior, induz à idolatria. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;A assim-chamada Igreja Católica afirma: “No santíssimo sacramento da Eucaristia estão ‘contidos &lt;i style=""&gt;&lt;u&gt;verdadeiramente&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;u&gt;,&lt;/u&gt; &lt;i style=""&gt;&lt;u&gt;realmente&lt;/u&gt;&lt;/i&gt; e &lt;i style=""&gt;&lt;u&gt;substancialmente&lt;/u&gt;&lt;/i&gt; o Corpo de Cristo juntamente com a alma e a divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo e, por conseguinte, &lt;i style=""&gt;&lt;u&gt;o Cristo todo&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;” (Catecismo da Igreja Católica, Ed. Vozes-Loyola, p. 379#1374; Conc. de Trento, DS#1651). Afirma, também: “pela consagração do pão e do vinho opera-se a mudança de toda a substância do pão na substância do Corpo de Cristo Nosso Senhor e de toda substância do vinho na substância do Seu sangue; esta mudança, a Igreja católica denominou-a, com acerto e exatidão de &lt;i style=""&gt;&lt;u&gt;transubstanciação&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;”. (Conc. de Trento, DS#1641). &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;A encíclica &lt;i style=""&gt;Mysterium Fidei&lt;/i&gt;, de 30 de setembro de 1965, assinada pelo finado Paulo VI, traz novas interpretações. As categorias e a linguagem tridentina marcadas pela teologia escolástica, já se tornaram irrelevantes para o homem moderno. Nos anos 60 foi de grande notoriedade a preocupação por corresponder à mentalidade moderna, dando chance à chamada ‘&lt;i style=""&gt;&lt;u&gt;crise holandesa&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;’, preocupação esta que aflorou de modo muito forte nos Países Baixos. Os teólogos católicos continuaram defendendo que a eucaristia é um evento de salvação em favor dos homens, mas o importante, naquele momento, era “&lt;i style=""&gt;&lt;u&gt;o novo significado&lt;/u&gt;&lt;/i&gt; e &lt;i style=""&gt;&lt;u&gt;a nova finalidade&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;” do pão e do vinho depois da consagração. “&lt;i style=""&gt;&lt;u&gt;Transfinalização&lt;/u&gt;&lt;/i&gt; e &lt;u&gt;t&lt;i style=""&gt;ransignificaçã&lt;/i&gt;&lt;/u&gt;&lt;i style=""&gt;o&lt;/i&gt;” seriam para os tempos modernos bem mais adequados para traduzir a assim-chamada “&lt;i style=""&gt;&lt;u&gt;transubstanciação&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;”.&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;               &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Esta encíclica afirma que “com a transubstanciação, as espécies de pão e de vinho revestem &lt;i style=""&gt;&lt;u&gt;novo significado&lt;/u&gt; &lt;/i&gt;e têm &lt;i style=""&gt;&lt;u&gt;novo fim&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;; mas esse novo fim e esse novo significado supõem uma &lt;i style=""&gt;&lt;u&gt;nova realidade ontológica&lt;/u&gt;. &lt;/i&gt;Porque há &lt;i style=""&gt;transubstanciação&lt;/i&gt;, também há &lt;i style=""&gt;transignificação&lt;/i&gt; e &lt;i style=""&gt;transfinalização&lt;/i&gt;”. &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;(#766). O que podemos observar é que os tratados teológicos romanistas, numa tentativa desesperada para explicar o não explicável, cada vez mais penetram num emaranhado de opiniões ocas e sem sentido resultante da ilógica proveniente da interpretação literal das palavras de Jesus ao instituir a Ceia Memorial. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;O teólogo Jesús Esteja, jesuíta, bastante respeitado no meio do Catolicismo Romano, assim afirma: “Os termos ‘&lt;i style=""&gt;&lt;u&gt;transubstanciação&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;’ e ‘&lt;u&gt;t&lt;i style=""&gt;ransfinalização&lt;/i&gt;&lt;/u&gt;’ (ou ‘&lt;i style=""&gt;&lt;u&gt;transignificação&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;’) &lt;b style=""&gt;devem ser usados com reservas&lt;/b&gt;. O primeiro, porque “&lt;i style=""&gt;&lt;u&gt;substância&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;” nas &lt;i style=""&gt;&lt;u&gt;ciências positivas&lt;/u&gt;&lt;/i&gt; já não tem o significado que teve na filosofia grega que serviu de base à teologia escolástica, comum aos padres conciliares de Trento. A “&lt;i style=""&gt;&lt;u&gt;transfinalização&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;u&gt;”&lt;/u&gt; (ou ‘&lt;i style=""&gt;&lt;u&gt;transignificação&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;’ &lt;b style=""&gt;corre o perigo de ser imprecisa para expressar o realismo da presença”.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;A assim-chamada Igreja Católica nos assegura que após a oração consecratória sobre o pão e o vinho, são transformados em alguma coisa diferente: em &lt;i style=""&gt;&lt;u&gt;corpo&lt;/u&gt;&lt;/i&gt; e em &lt;i style=""&gt;&lt;u&gt;sangue&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;. Entretanto, a linguagem empregada nos textos de Mateus 26.26-29, Marcos 14.22-24, Lucas 22.19-20 e I Coríntios 11.23-26 &lt;b style=""&gt;não conduzem a esta conclusão&lt;/b&gt;! O que podemos perceber é que era &lt;b style=""&gt;ação de graças&lt;/b&gt; e &lt;b style=""&gt;louvor rendidos a Deus&lt;/b&gt;, exatamente como o Senhor Jesus fez, quando alimentou a multidão, dando graças pelos pães e pelos peixes (João 6.11). &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style=""&gt;   &lt;/span&gt;O que nos chama à atenção são as palavras de Jesus &lt;b style=""&gt;depois&lt;/b&gt; da ação de graças: “&lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;isto é o meu corpo&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;” e “&lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;isto é o meu sangue&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;”. Como poderia Jesus dizer que em Suas mãos estavam o Seu próprio corpo e o Seu próprio sangue, quando Ele &lt;b style=""&gt;ainda&lt;/b&gt; estava &lt;b style=""&gt;vivo no meio dos discípulos&lt;/b&gt;, habitando o mesmo corpo com o qual nascera da bendita Virgem Maria e com o qual &lt;b style=""&gt;andara e ainda estava andando&lt;/b&gt; na companhia dos discípulos? Portanto, a assim-chamada ‘&lt;i style=""&gt;&lt;u&gt;transubstanciação&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;’(ultimamente travestida de ‘&lt;i style=""&gt;&lt;u&gt;transfinalização&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;’ ou de ‘&lt;i style=""&gt;t&lt;u&gt;ransignificação&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;’), fere frontalmente a inteligência das pessoas sensatas! &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style=""&gt;          &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=""&gt;                                                           &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2643449554281829144-4381729063307623461?l=prbarbosaneto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://prbarbosaneto.blogspot.com/feeds/4381729063307623461/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2643449554281829144&amp;postID=4381729063307623461&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643449554281829144/posts/default/4381729063307623461'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643449554281829144/posts/default/4381729063307623461'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://prbarbosaneto.blogspot.com/2011/03/isto-e-o-meu-corpo-e-isto-e-o-meu_09.html' title='“ISTO É O MEU CORPO...” e “ISTO É O MEU SANGUE...” (I)'/><author><name>Pr. Barbosa Neto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01439456551656835528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-8FOMxf7HDxA/TjAVxZPb7CI/AAAAAAAAADI/lZt5-JTXts0/s220/Pr.%2BBarbosa%2BNeto1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2643449554281829144.post-479148015425969108</id><published>2011-03-09T06:02:00.000-08:00</published><updated>2011-03-09T06:04:10.233-08:00</updated><title type='text'>“ISTO É O MEU CORPO... e “ISTO É O MEU SANGUE...” (II)</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:trackmoves/&gt;   &lt;w:trackformatting/&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt; 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&lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabela normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-priority:99;  mso-style-qformat:yes;  mso-style-parent:"";  mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-para-margin-top:0cm;  mso-para-margin-right:0cm;  mso-para-margin-bottom:10.0pt;  mso-para-margin-left:0cm;  line-height:115%;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:11.0pt;  font-family:"Calibri","sans-serif";  mso-ascii-font-family:Calibri;  mso-ascii-theme-font:minor-latin;  mso-fareast-font-family:"Times New Roman";  mso-fareast-theme-font:minor-fareast;  mso-hansi-font-family:Calibri;  mso-hansi-theme-font:minor-latin;  mso-bidi-font-family:"Times New Roman";  mso-bidi-theme-font:minor-bidi;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 14.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; 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José Barbosa de Sena Neto&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 14.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style=""&gt;                                       &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;       &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;                            &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;        &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 14.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;   &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 14.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;   O que nos chama à atenção são as palavras de Jesus &lt;b&gt;depois&lt;/b&gt; da ação de graças: “&lt;i&gt;Isto é o meu corpo... isto é o meu sangue, o sangue da aliança&lt;/i&gt;”. Como poderia Jesus dizer que em Suas mãos estavam o Seu próprio corpo e o Seu próprio sangue, quando Ele &lt;b&gt;ainda&lt;/b&gt; estava &lt;b&gt;vivo no meio dos discípulos&lt;/b&gt;, habitando o mesmo corpo com o qual nascera da bendita Virgem Maria e com o qual &lt;b&gt;andara e ainda estava andando&lt;/b&gt; na companhia dos discípulos? Portanto, voltamos a afirmar, que a assim-chamada “&lt;i&gt;transubstanciação”&lt;/i&gt;, ultimamente chamada de “&lt;i&gt;transfinalização&lt;/i&gt;” ou “&lt;i&gt;transignificação&lt;/i&gt;”, fere de maneira absurda a inteligência das pessoas sensatas! Os católicos romanos não procuram a razão lógica da sua fé, crê em tudo que os seus teólogos lhes enfiam garganta abaixo, pois se “&lt;i&gt;Roma locuta, causa finita&lt;/i&gt;”, se aceita tudo sem contestação, daí o significado da palavra “&lt;i&gt;fiel&lt;/i&gt;” que o católico romano recebe! &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 14.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;   Outro fato interessante para o qual devemos lançar nossos olhares é o fato de Jesus, após ter abençoado o vinho, o tenha chamado de “&lt;i&gt;o fruto da videira&lt;/i&gt;” (Mateus 26.29; Marcos 14.25; Lucas 22.18). Isso demonstra de forma cristalina que a substância do vinho não havia mudado! E o apóstolo Paulo age do mesmo modo, quando chama os elementos da Ceia do Senhor de &lt;b&gt;pão &lt;/b&gt;e de&lt;b&gt; vinho! &lt;/b&gt;(I Coríntios 11.26). &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 14.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;   As narrativas da instituição da Ceia do Senhor e na Carta de Paulo aos Coríntios tornam claro, cristalino, que o Senhor Jesus falou em &lt;b&gt;sentido figurado&lt;/b&gt;, quando disse: “&lt;i&gt;Este é o &lt;b&gt;cálice &lt;/b&gt;da nova aliança no meu sangue.&lt;/i&gt;..” (Lucas 22.20b). E Paulo escrevendo a sua Primeira Carta aos Coríntios, após 25 anos que Jesus instituiu a Ceia, cita Jesus dizendo: “&lt;i&gt;Este &lt;b&gt;cálice&lt;/b&gt; é o &lt;b&gt;novo testamento&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; (ou nova aliança) &lt;i&gt;no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que beberdes, em memória de mim. Porque todas as vezes que comerdes&lt;/i&gt; (manducação) &lt;i&gt;este pão e beberdes &lt;/i&gt;(potação) &lt;i&gt;este &lt;b&gt;cálice&lt;/b&gt; anunciais a morte do Senhor, até que Ele venha&lt;/i&gt;” (I Coríntios 11.25-26). &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 14.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style=""&gt;   &lt;/span&gt;Notemos que nestas palavras Ele usou uma dupla figura de linguagem. O &lt;b&gt;cálice&lt;/b&gt; representa o &lt;b&gt;vinho&lt;/b&gt; e o &lt;b&gt;vinho &lt;/b&gt;é chamado de &lt;b&gt;novo testamento&lt;/b&gt; ou nova aliança. O cálice não era literalmente a nova aliança, embora definitivamente declarado, como o pão foi declarado ser o Seu corpo. Eles não beberam o cálice literalmente, como também não beberam literalmente a nova aliança! Como é ridículo dizer que eles assim o fizeram! O Seu corpo também não foi o pão literal, nem o vinho, seu sangue literal. Depois de dar o vinho aos Seus discípulos Jesus disse: “&lt;i&gt;Pois vos digo que, de agora em diante, não mais beberei do &lt;b&gt;fruto da videira&lt;/b&gt;, até que venha o reino de Deus&lt;/i&gt;” (Lucas 22.18). Assim o vinho, mesmo que dele Jesus tenha tomado e depois dado aos Seus discípulos, continuou sendo o &lt;b&gt;fruto da videira&lt;/b&gt;! Nenhuma “&lt;i&gt;transubstanciação&lt;/i&gt;” ou “&lt;i&gt;transfinalização&lt;/i&gt;” ou “&lt;i&gt;transignificação”&lt;/i&gt; houve na &lt;b&gt;substância&lt;/b&gt;! E isso aconteceu &lt;b&gt;depois&lt;/b&gt; da oração de consagração que Jesus fez, quando a assim-chamada Igreja Católica Romana supõe e ensina que aconteceu a alteração, mesmo tendo Jesus e Paulo declarado que os elementos, a &lt;b&gt;substância&lt;/b&gt;, continuam sendo &lt;b&gt;pão &lt;/b&gt;e&lt;b&gt; vinho&lt;/b&gt;!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 14.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;   Voltamos a enfatizar que na ocasião em que estas palavras foram ditas, o pão e o vinho &lt;b&gt;estavam sobre a mesa, diante dE&lt;i&gt;le&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, e Ele estava assentado à mesa em Seu corpo, como qualquer pessoa viva! Lembremo-nos que a crucificação &lt;b&gt;ainda&lt;/b&gt; não havia acontecido! Ele – Jesus e Seus discípulos – comeram a Ceia antes da crucificação! Portanto, não podemos fazer algo &lt;b&gt;em memória de alguém que está presente&lt;/b&gt;, como a Igreja Católica Romana faz, dizendo que Cristo &lt;b&gt;está presente na missa&lt;/b&gt;! Notemos que ao invés de corpo, sangue, alma e divindade nos elementos, Paulo vê &lt;b&gt;pão&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;cálice&lt;/b&gt;. Se o apóstolo Paulo cresse na presença real, corporal de Cristo sob as aparências do pão e do vinho, com certeza ele não teria dito: “&lt;b&gt;&lt;i&gt;até que Ele venha&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;”, pois Jesus já estaria ali presente!  O próprio Jesus ao afirmar: “...fazei isto em memória de Mim” (Lucas 22.19), teria excluído “&lt;i&gt;ipso facto&lt;/i&gt;” &lt;b&gt;a presença&lt;/b&gt;!Esta é a lógica! Da mesma forma se no pão Jesus se tornasse física e corporalmente presente – como afirma a Igreja Católica Romana – “... debaixo destas (espécies do pão e do vinho) está Cristo completo, presente na sua realidade física, mesmo corporalmente...” (Paulo VI, &lt;i&gt;in Mysterium Fidei, &lt;/i&gt;46&lt;i&gt;)&lt;/i&gt;, evidentemente a Ceia não seria &lt;b&gt;em memória&lt;/b&gt;!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 14.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;   A Ceia do Senhor instituída por Jesus não foi um tipo de operação mágica, mas exclusivamente um &lt;b&gt;memorial&lt;/b&gt;! E com que finalidade? Com o objetivo de convocar todos os cristãos, através dos séculos, a que se lembrassem da crucificação do Senhor Jesus e de todos os benefícios dele provenientes! Um &lt;b&gt;memorial&lt;/b&gt; não representa a &lt;b&gt;realidade&lt;/b&gt;, como no caso de serem pão e o vinho o Seu verdadeiro corpo e sangue, mas uma coisa totalmente diferente, que serve apenas como lembrança da &lt;b&gt;coisa real&lt;/b&gt;. É perfeitamente óbvio a qualquer leitor observador inteligente que a Ceia do Senhor foi especialmente instituída como uma simples festa memorial. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;   Segundo a assim-chamada Igreja Católica Romana, aquilo que os sentidos apreendem depois da consagração do pão e do vinho, na assim-chamada “transubstanciação”, são os &lt;b&gt;acidentes.&lt;/b&gt; Ora, quando Jesus transformou a água em vinho, em Caná da Galiléia, as características da água &lt;b&gt;desapareceram&lt;/b&gt;, porque &lt;b&gt;a água deixou de existir&lt;/b&gt; e se transformou em vinho, conforme está escrito em João 2.9-10. Por que após a oração consecratória, o ápice da missa católica romana, o pão não se transforma em &lt;b&gt;carne&lt;/b&gt; e o vinho não se transforma em &lt;b&gt;sangue&lt;/b&gt;, a exemplo do milagre que aconteceu em Caná da Galiléia?  Será que este episódio não será bastante claro à nossa inteligência?&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2643449554281829144-479148015425969108?l=prbarbosaneto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://prbarbosaneto.blogspot.com/feeds/479148015425969108/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2643449554281829144&amp;postID=479148015425969108&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643449554281829144/posts/default/479148015425969108'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643449554281829144/posts/default/479148015425969108'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://prbarbosaneto.blogspot.com/2011/03/isto-e-o-meu-corpo-e-isto-e-o-meu.html' title='“ISTO É O MEU CORPO... e “ISTO É O MEU SANGUE...” (II)'/><author><name>Pr. Barbosa Neto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01439456551656835528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-8FOMxf7HDxA/TjAVxZPb7CI/AAAAAAAAADI/lZt5-JTXts0/s220/Pr.%2BBarbosa%2BNeto1.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2643449554281829144.post-4876604234264593713</id><published>2011-03-09T06:00:00.000-08:00</published><updated>2011-03-09T07:55:40.196-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:trackmoves/&gt;   &lt;w:trackformatting/&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt; 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Barbosa Neto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01439456551656835528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-8FOMxf7HDxA/TjAVxZPb7CI/AAAAAAAAADI/lZt5-JTXts0/s220/Pr.%2BBarbosa%2BNeto1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2643449554281829144.post-3021612539927415810</id><published>2011-03-09T05:54:00.000-08:00</published><updated>2011-03-09T07:57:40.441-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2643449554281829144-3021612539927415810?l=prbarbosaneto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://prbarbosaneto.blogspot.com/feeds/3021612539927415810/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2643449554281829144&amp;postID=3021612539927415810&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643449554281829144/posts/default/3021612539927415810'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643449554281829144/posts/default/3021612539927415810'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://prbarbosaneto.blogspot.com/2011/03/o-mito-das-aparicoes-de-fatima.html' title=''/><author><name>Pr. Barbosa Neto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01439456551656835528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-8FOMxf7HDxA/TjAVxZPb7CI/AAAAAAAAADI/lZt5-JTXts0/s220/Pr.%2BBarbosa%2BNeto1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2643449554281829144.post-1451972961442052083</id><published>2010-09-28T18:16:00.000-07:00</published><updated>2010-09-28T18:17:31.517-07:00</updated><title type='text'>ESTAMOS EVANGELIZANDO CORRETAMENTE?</title><content type='html'>Pr. José Barbosa de Sena Neto&lt;br /&gt;                                                                                                                                          &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura” (Marcos 16.15). É interessante observar que a ordem que Jesus dá à Igreja para evangelizar o mundo, está exatamente  no final de seu ministério entre nós. É como se o Senhor Jesus estivesse nos dizendo que, para não esquecermos tão importante mandamento, ele estava nos exortando pouco antes de ser assunto aos céus. Como base nesta ordem, somos convocados a levar a semente do Evangelho a todas as pessoas em todos os lugares do mundo. O tom das palavras de Jesus é de que essa atividade é ao mesmo tempo, importante e urgente. Temos observado esta importância com a urgência assim como Jesus nos ordenou? Ou estamos nos ocupando com outras atividades atropelando a ordem imperativa do Mestre? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O evangelismo pessoal é um dos mais eficazes métodos de compartilharmos as Boas Novas, aquele que é feito corpo-a-corpo. Com toda certeza este é o mais eficiente e também o mais negligenciado método de evangelização. Se cada crente soubesse usar os espaços que tem e cavar novos espaços para falar do grande Amor de Deus, com toda certeza o percentual de convertidos estaria bem acima do que temos hoje. Mas o que vemos é que nós,  crentes, membros do Corpo de Cristo, estamos nos ocupando com outras atividades, sendo palmatória do mundo, mas negligenciando a ordem imperativa de Jesus! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O crente que não evangeliza não tem muita coisa para contar. Ganhar almas para o Reino de Deus foi a tarefa prioritária do Senhor Jesus e posteriormente do apóstolo Paulo (Lucas 19.10; I Timóteo 1.15). Essa também deve ser nossa tarefa maior. A igreja local que não evangeliza sistematicamente está sendo desobediente a palavra do Senhor e ao mesmo tempo deixando de receber as bênçãos advindas dessa atividade maravilhosa. Precisamos nos lembrar que essa é a nossa missão, na verdade, um privilégio que somente os remidos têm. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falar de Jesus não é tão fácil. Na verdade, defender um posicionamento exige um mínimo de conhecimento e técnica. Muitos crentes, mesmo depois de passarem por uma experiência de salvação, por algum motivo sentem-se impedidos a falar do Senhor. Há três desculpas mais comuns evidenciadas como impedimentos ao ato da evangelização. 1) Não sei falar, não tenho capacidade de evangelizar!” Não saber falar não é um privilégio seu. Vejamos: Moisés – (Êxodo 3.11); Jeremias – (Jeremias 1.6);  Amós – (Amós 7.14). Verifique estes exemplos. Portanto, você precisa se colocar nas mãos do Senhor e Ele certamente o capacitará a fazer a Sua obra e lhe dará as palavras certas na hora certa (Mateus 10.16-20).  2) “Não tenho tempo pra falar de Jesus às pessoas”. Se tivermos o mínimo de sensibilidade veremos que sempre temos alguma oportunidade de falar de Jesus. De fato, não podemos pensar em evangelização como um tempo que nós dedicamos especificamente para isso. Sempre que estivermos em contato com pessoas, então haverá uma condição favorável, uma oportunidade para à evangelização. O próprio Jesus, num momento aparentemente inoportuno, achou condições para evangelizar (João 4.5-7). Portanto, essa desculpa é descabida. O que nos cabe é observar quais são as oportunidades que temos tido todos os dias para falar de Jesus. 3) “Evangelizar é tarefa dos pastores ou líderes, que são preparados para isso!” Se a obra da evangelização ficasse a cargo de meia dúzia de pessoas, com toda certeza o mundo jamais seria alcançado. Quando estabeleceu a Grande Comissão da Igreja, Jesus estava se dirigindo a todos os que O professam como Senhor e Salvador. Em sua declaração, Ele nos mandou fazer discípulos e estes deveriam gerar novos discípulos (Mateus 28.19-20). No rebanho do Senhor, são as ovelhas que geram novas ovelhas, e cabe aos pastores e líderes cuidarem das mesmas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na prática do Evangelismo pessoal, três classes de pessoas são alcançadas: 1) O pecador. Quem evangeliza pessoalmente tem a oportunidade de anunciar o amor de Deus a uma pessoa que está completamente perdida, seja na miséria do pecado ou na miséria da religião. No trato pessoal com o pecador, podemos sentir suas frustrações e as tensões de seu coração, e levá-lo a uma reflexão sobre sua própria vida e como ele pode ascender uma melhor posição através do Senhor Jesus Cristo. Eu fui alcançado desta forma, de uma maneira muito simples, porém tremendamente eficaz. A relação passa a ser mais pessoal e de verdade o pecador se sente amado por Deus e por aquele que está tentando ajudá-lo! 2) Os desviados do Evangelho. Pelo caminho encontramos pessoas que, por algum motivo ou outro, acabaram abandonando a Casa do Senhor e se enveredando de volta ao caminho do erro. Essas tais são conhecidas como “ovelhas perdidas”. Elas abandonaram o aprisco do Senhor, mas ainda podem voltar para o Caminho. Quem evangeliza pessoalmente, sempre encontra uma pessoa afastada da fé e tem a oportunidade de lhe exortar a voltar ao Senhor. Muitos dos que foram enganados pelo coração ou pelas ciladas do diabo, acabam se reconciliando com Deus e com a Igreja local. 3) O próprio crente. Sem sombra de dúvidas, o maior beneficiado com a prática do evangelismo pessoal é o próprio evangelista. Pelo fato de estar sempre diante de experiências novas, seja com um pecador ou com um desviado, quem evangeliza passa por um processo de amadurecimento maravilhoso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem a ação do Espírito Santo, podemos até ter um bom discurso convincente, mas não transformador! Jesus, antes de ser assunto ao céu, prometeu que enviaria o Espírito Santo para estar conosco (João 15.26-27; 16.7-14). É Ele quem testifica de Jesus no coração do homem. Portanto, se estamos evangelizando ou testificando de Jesus, nos tornamos cooperadores e canais de Deus entre os homens para que estes alcancem a salvação de suas vidas. Se o Espírito Santo não fizer a obra, de nada adianta toda nossa técnica de pregação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando evangelizamos alguém estamos usando não só a linguagem, o verbo, mas principalmente narrando o testemunho do que aconteceu em nossas vidas. A pregação, dissociada de conteúdo prático, é apenas um belo discurso, mas sem autoridade. Evangelizar é tarefa dos discípulos, daqueles que andam com Cristo, que falam com proximidade de quem é o Senhor, transmitindo a sua intimidade com Ele! Um teólogo que aprendeu as coisas a respeito de Deus, mas não teve uma experiência pessoal com Jesus, falará sempre de um Deus distante, com o qual não tem intimidade! O discípulo, não! Ele que caminha e está com o Mestre, falará de uma relação pessoal e íntima com Ele! (João 1.35-42; 4.28-30). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Utilizar seu testemunho pessoal para evangelizar é maravilhoso, mas não pode ser apenas isso. Nossa experiência pode sensibilizar o coração das pessoas, mas é a ação da Palavra de Deus que transforma o coração do pecador! Não nos esqueçamos disso, jamais! Além do mais, nossa experiência pode ser contestada ou desacreditada, mas quando usamos a Palavra de Deus, todo argumento humano cai por terra. Só pode falar de Jesus e da salvação, quem passou por essa experiência e que caminha com Ele, intimamente! É assim que estamos evangelizando?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2643449554281829144-1451972961442052083?l=prbarbosaneto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://prbarbosaneto.blogspot.com/feeds/1451972961442052083/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2643449554281829144&amp;postID=1451972961442052083&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643449554281829144/posts/default/1451972961442052083'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643449554281829144/posts/default/1451972961442052083'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://prbarbosaneto.blogspot.com/2010/09/estamos-evangelizando-corretamente.html' title='ESTAMOS EVANGELIZANDO CORRETAMENTE?'/><author><name>Pr. Barbosa Neto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01439456551656835528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-8FOMxf7HDxA/TjAVxZPb7CI/AAAAAAAAADI/lZt5-JTXts0/s220/Pr.%2BBarbosa%2BNeto1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2643449554281829144.post-8417717743749436665</id><published>2010-03-26T16:41:00.000-07:00</published><updated>2010-03-26T16:47:07.258-07:00</updated><title type='text'>O Sepultamento de Jesus...</title><content type='html'>Pr. José Barbosa de Sena Neto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Todos os anos faz parte do nosso calendário as comemorações do sofrimento e morte de Jesus, mesmo que não saibamos o dia exato de Sua morte. Mas o fato importante é que Ele morreu e ressuscitou! O túmulo está vazio! Ele venceu a morte!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Todos os Evangelhos narram com detalhes especiais a crucificação, a morte, o sepultamento e a ressurreição de Jesus. Há mais de dois mil anos, Jesus foi traído, açoitado, julgado, condenado e executado de forma cruel pelos soldados romanos. Quanta dor sofreu o nosso Salvador! Chicotadas que lhe arrancaram as carnes, escárnios, coroa de espinhos, que lhe penetraram o crânio, fazendo com que seu rosto ficasse completamente banhado de sangue! Sangue remidor!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Aquela cruz, que era minha e sua, Jesus a levou sobre seus ombros, e os historiadores nos informam que seu peso era de aproximadamente 50 quilos, mas muito maior peso era o dos nossos pecados que Ele os levou sobre Si! Que percurso longo, do tribunal até o Calvário, uns 600 metros, aproximadamente, mas Ele caminhou sem abrir a sua boca, sofrendo o peso das nossas culpas! Pelo peso da cruz, seus ombros eram dilacerados, e ao cair no chão na estrada que lhe foi tão dolorosa, seus joelhos ficaram em carne viva e a cruz rasgava mais e mais as suas carnes, ao deslizar pelo  seu dorso! Quanto sofrimento, por amor!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Ao chegar ao topo do monte da Caveira, os soldados tiram-lhe as suas vestimentas, arrancando-lhe suas carnes, e sua túnica ao ser puxada com violência pelos seus algozes, lhe causavam uma dor tremenda, pois o tecido aderido à carne viva, ao ser puxado, provocava tremenda dor! Jesus é pregado na cruz, com cravos que lhe transpassaram suas mãos e seus pés, e é erguido causando-lhe uma dor lancinante, causando dor insuportável, atingindo-lhe o cérebro, lesando seus nervos e o fazendo experimentar a perder temporária da consciência devida a má perfusão sanguínea cerebral, tendo tido alteração na composição do sangue que irriga o encéfalo, assim como alterações no padrão de atividades do sistema nervoso central. Um suplício que lhe durará seis horas intensas, as mais cruciantes que um homem pode suportar! Jesus tem dificuldades para respirar e os seus esforços são grandiosos e a sua respiração se faz pouco a pouco cada vez mais curta!&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;   Mas eis que de repente, Jesus faz um esforço enorme, cria novas forças, sua respiração fica mais ampla, seus pulmões se enchem de ar, e Ele vai falar: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” (Lucas 23.34). Jesus sofre! Pouco a pouco o Sol perde o seu brilho, começa a escurecer, como se escondendo de vergonha! Ainda lhe faltam mais três horas, das seis que duraram a sua tortura! Por volta da hora nona, três da tarde, suas dores aumentam cada vez mais, tem sede, sente cãibras, a asfixia se torna mais aguda, e sente-se abandonado (Mateus 27.46) e novamente num grande esforço, Ele grita, em grande brado: “Tetelestai – Está  consumado.... E, inclinando a cabeça, entregou o espírito” (João 19.30).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Segundo dados consultados, de conformidade com as lei judaicas ainda em vigor, os corpos devem ser sepultados na terra antes do por do sol, no próprio dia da morte. Pesquisas nos revelam que as tumbas familiares, abertas na pedra, eram consideradas “na terra”. Na grande maioria dos lugares, o leito de rocha firme de Jerusalém encontra-se a poucos centímetros abaixo da superfície do solo. Por esta razão os arqueólogos em suas descobertas afirmam que os mortos eram postos em túneis preexistentes, cavados nas encostas locais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   A arqueologia vem nos informar que em grande parte do século I da era cristã, a maioria das tumbas de Jerusalém eram caverna construídas pela mão do homem, cavadas em rochas maciças e situadas fora dos muros da cidade. E essas tumbas se constituíam em duas câmaras. Na parte da câmara externa, o cadáver era ungido com perfumes, especiarias e óleos, assim  como envoltos em tecidos. As descobertas arqueológicas das centenas de tumbas do século I escavadas nos morros da cidade de Jerusalém são muito reveladoras e são totalmente compatíveis com as descrições do sepultamento de Jesus, mencionadas nos quatro Evangelhos. Tanto para a ciência arqueológica como para os Evangelhos, a tumba fora lacrada com o rolar de uma grande pedra diante da entrada do túmulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Atrás dessa pesada pedra, envolto num sudário, normalmente dava-se um ano para o corpo se decompor. Após a carne ter se esvaído, os ossos eram devidamente coletados da câmara temporária externa e colocados numa caixa de calcário, conhecido como ossário. Ninguém até hoje sabe precisar por que, antes do nascimento de Jesus, iniciou-se o costume de usar ossário. Alguns arqueólogos suspeitam que a crença judaica na ressurreição carnal levou o povo à coleta dos ossos, a fim de serem preservados para o dia da ressurreição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Por ter morrido no fim da tarde de uma sexta-feira, Jesus teve que ser levado às pressas para uma tumba, antes do crepúsculo vespertino e do início do grande sábado ou sabáth. A tumba recém-escavada da família de José de Arimatéia ficava nas redondezas, e atenderia à família de Jesus até que seu corpo depois de embalsamado, pudesse ser removido para um  local de repouso definitivo. Mas, “no fim do sábado, quando já despontava o primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria foram ver o sepulcro” (Mateus 28.1). Diz o evangelho de Marcos (16.1), que as mulheres “compraram aromas para irem embalsamá-lo” para poderem sepultar o Senhor Jesus, foram surpreendidas! Encontraram a grande pedra removida, e a invés do corpo de Jesus, encontraram “um jovem assentado à direita, vestido com uma roupa comprida, branca; e ficaram espantadas” (v.5).  Apenas os lençóis de linho branco estavam ali! Jesus venceu a morte, deixando a tumba vazia! O anjo anunciou às mulheres que ali foram embalsamar o corpo do mestre, para sepultá-Lo: “Não tenhais medo; pois eu sei que buscais a Jesus, que foi crucificado. Ele não está aqui, porque já ressuscitou como havia dito. Vinde, vede o local onde o Senhor jazia” Mateus 28.5-6).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Jesus venceu a morte e ressuscitou! Nossa esperança também é viva porque está alicerçada na ressurreição de Jesus Cristo entre os mortos. E Ele mesmo disse: “Porque eu vivo, e vós também vivereis” (João 14.19). “Se não Cristo não ressuscitou, logo é vã a nossa pregação, e também é vã a vossa fé” ( I Coríntios 15.14)  . Ele não está mais no túmulo, a tumba está vazia! Jesus ressuscitou! Regozijemo-nos! Ele vive! Aleluia!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2643449554281829144-8417717743749436665?l=prbarbosaneto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://prbarbosaneto.blogspot.com/feeds/8417717743749436665/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2643449554281829144&amp;postID=8417717743749436665&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643449554281829144/posts/default/8417717743749436665'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643449554281829144/posts/default/8417717743749436665'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://prbarbosaneto.blogspot.com/2010/03/o-sepultamento-de-jesus.html' title='O Sepultamento de Jesus...'/><author><name>Pr. Barbosa Neto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01439456551656835528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-8FOMxf7HDxA/TjAVxZPb7CI/AAAAAAAAADI/lZt5-JTXts0/s220/Pr.%2BBarbosa%2BNeto1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2643449554281829144.post-3821133774144830450</id><published>2010-01-05T06:14:00.000-08:00</published><updated>2010-01-05T06:18:07.903-08:00</updated><title type='text'>COMEMORAR O “NATAL” ou RELEMBRAR O NASCIMENTO DE JESUS?</title><content type='html'>                                                                                                             Pr. José Barbosa de Sena Neto&lt;br /&gt;                                                                                                                   pastorbarbosaneto@yahoo.com.br&lt;br /&gt;                                                                                                                                                                                            &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O período mais aguardado pela maioria das pessoas chegou novamente – o Natal – época onde podemos verificar como funciona o consumismo em um país capitalista como o nosso, embora cheio de contrastes sociais alarmantes.  O tempo do Natal acelera a vida nas ruas e aquece o comércio. Não pode faltar o glamour das peças publicitárias e o brilho nas decorações nas lojas, nas praças e até mesmo em muitas de nossas igrejas locais, transformando o ambiente ao nosso redor, misturando-se com desejos de paz, harmonia, felicidade. Especialistas afirmam que o vazio existencial do ser humano na sociedade contemporânea é acelerado pela pressão do consumismo, que valoriza e reconhece a pessoa pelo que ela tem, parece ter ou parece ser. Passa-se então a forjar uma aparência de sucesso, fama, beleza, não importando o seu alto custo. E isso vem afetando profundamente as relações sociais e cotidianas da sociedade, das famílias e até mesmo das nossas igrejas tidas como tão severas na sã doutrina, mas não há quem se levante e pregue contra a este despautério que invade nossas comunidades neste período festivo de final de ano!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A dita comemoração do Natal deveria ser a celebração do nascimento de Jesus, que deveria ter o único significado, que é a expressão máxima do amor de Deus, o qual motivado por um incomensurável amor pelo homem nada merecedor deste grande amor, o qual “esvaziou-se a si mesmo”, e que de maneira voluntária limitou seu poder, aceitando tomar “ forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens”, o qual foi “achado na forma de homem” , aceitando as tremendas dificuldades por que passou, os maus-tratos, o desprezo dos homens e, finalmente, “sendo obediente até à morte, e morte de cruz”. (Filipenses 2. 7-8). Mas o Natal, como hoje é festejado, nem fala do aniversariante e nem da obra que Ele veio realizar em favor do homem!  O que vemos é um “natal” espúrio, sacrílego, pagão, desprovido de qualquer espírito cristão, e as nossas igrejas, por desconhecerem ou procurarem não conhecerem a sua origem, ainda de quebra, até mesmo estimulam tal festa pagã, trazendo para dentro de seus templos, adornos que lembram esta festa extremamente pagã. Um absurdo! Ridículo!  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jesus, o Unigênito Filho de Deus, não nasceu no dia 25 de dezembro! Historiadores sérios provam que, durante os primeiros três séculos de nossa era, os cristãos não comemoravam o Natal como ele é hoje conhecido. Esta festa genuinamente pagã foi introduzida no século IV pela organização religiosa que hoje nós a conhecemos como “Igreja Católica Romana”, inserida pela primeira vez no calendário de Philocalus em 324, uma das ‘cristianizações’ feita pelo papa Júlio I, para ‘santificar’ as grandes festas pagãs realizadas neste dia, em honra ao nascimento do deus Sol, já que não se conhecia a data exata no nascimento de Jesus!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cremos que, se fosse da vontade soberana de Deus que nós os cristãos guardássemos e celebrássemos o aniversário do nascimento de Jesus Cristo, Ele não teria ocultado esta data, assim como também não teria deixado oculta esta comemoração na Bíblia Sagrada. Jesus, o verdadeiro Messias, o Filho Unigênito de Deus, não nasceu em 25 de dezembro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dezembro é tempo de inverso rigoroso naquela região. Costuma chover e nevar na região da Palestina. A Bíblia mesmo prova em Cantares de Salomão 2.11 e em Esdras 10.9,13, que o inverso era época das grandes chuvas, impossibilitando os pastores permanecerem ao ar livre nos campos durante as vigílias da noite. Naquela região, as primeiras chuvas costumam chegar nos meses de outubro e novembro. Durante o inverno os pastores recolhem e guardam as ovelhas no aprisco. Eles só permanecem guardando as ovelhas no verão! Com certeza, o Senhor Jesus não nasceu em 25 de dezembro, quando nenhum rebanho estava no campo! Portanto, a data é totalmente desconhecida. O mais plausível é que tenha sido no começo do outono, provavelmente em setembro, aproximadamente seis meses depois da Páscoa.      &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os apóstolos e a Igreja Primitiva, jamais em época nem uma, celebraram o natalício de Jesus. Não existe na Bíblia Sagrada nenhuma instrução para assim fazê-lo.  Sabemos que muitas das nossas igrejas locais que dizem zelosas pela sã doutrina, comemoram esta festa pagã, quando nós somos orientados apenas e tão-somente a lembrarmo-nos da Sua morte, “até que Ele venha”(I Coríntios 11.26). Pensemos seriamente sobre isso! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que devemos ter em mente, é que naquele dia para nós desconhecido, os anjos cantaram: “Glória a Deus nas alturas, paz na terra, boa vontade para com os homens” (Lucas 2.14). Os anjos anunciaram que aquela criança iria glorificar a Deus, pelo fato de ela ter vindo ao mundo para cumprir a justiça deste Deus de amor, mas também de justiça. Ele glorificou a Deus porque a justiça de Deus não foi ultrajada, nem desrespeitada e nem toda humanidade pecadora não foi condenada, pois este Deus justo e amoroso foi revelado aos nossos olhos com o nascimento de Jesus! A criança que estava chegando iria proporcionar a paz que o ser humano precisava. Isto sim é motivo de festa, sabermos que não somos mais inimigos de Deus e que podemos ter paz com Ele!  “Glória a Deus nas alturas” porque Ele é justo para sempre e “paz na terra, boa vontade para com os homens” porque Ele os salva em Cristo por meio da fé!  Somente desta forma, relembre o nascimento de Jesus, solte a sua voz e cante com os anjos! Feliz nascimento de Jesus para você!  &lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2643449554281829144-3821133774144830450?l=prbarbosaneto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://prbarbosaneto.blogspot.com/feeds/3821133774144830450/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2643449554281829144&amp;postID=3821133774144830450&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643449554281829144/posts/default/3821133774144830450'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643449554281829144/posts/default/3821133774144830450'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://prbarbosaneto.blogspot.com/2010/01/comemorar-o-natal-ou-relembrar-o.html' title='COMEMORAR O “NATAL” ou RELEMBRAR O NASCIMENTO DE JESUS?'/><author><name>Pr. Barbosa Neto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01439456551656835528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-8FOMxf7HDxA/TjAVxZPb7CI/AAAAAAAAADI/lZt5-JTXts0/s220/Pr.%2BBarbosa%2BNeto1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2643449554281829144.post-1117141639195082622</id><published>2009-11-09T19:27:00.000-08:00</published><updated>2009-11-09T19:30:36.996-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2643449554281829144-1117141639195082622?l=prbarbosaneto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://prbarbosaneto.blogspot.com/feeds/1117141639195082622/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2643449554281829144&amp;postID=1117141639195082622&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643449554281829144/posts/default/1117141639195082622'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643449554281829144/posts/default/1117141639195082622'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://prbarbosaneto.blogspot.com/2009/11/teste.html' title=''/><author><name>Pr. Barbosa Neto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01439456551656835528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-8FOMxf7HDxA/TjAVxZPb7CI/AAAAAAAAADI/lZt5-JTXts0/s220/Pr.%2BBarbosa%2BNeto1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2643449554281829144.post-4867129432122612012</id><published>2008-12-29T19:59:00.001-08:00</published><updated>2008-12-29T20:00:41.731-08:00</updated><title type='text'>MAIS UM NOVO ANO!....</title><content type='html'>Pr. José Barbosa de Sena Neto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estamos iniciando mais um Novo Ano e crescem as nossas esperanças! Mas, antes de mais anda, é o momento de esquecermos “das coisas que trás ficam, e avançando para as que estão diante” de nós – parafraseando o apóstolo Paulo (Fp 3.13).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É hora de pensarmos em que tipo de Deus temos crido, qual a Sua dimensão em nossas vidas, pois esta análise fará com que nós possamos enfrentar mais um ano com seus altos e baixos, como todos os seus acidentes ‘geográficos’, pois nós somos filhos de um Deus Todo-Poderoso, daquele de quem é a prata e o ouro e, como Seus filhos, devemos avençar confiando do Senhor El-Shadday, pois “para Deus nada é impossível” ( Lc 1.37), e tenhamos confiança que “as coisas que são impossíveis aos homens são possíveis a Deus” ( Lc 18.27).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos de nós adentramos o Novo Ano como Abraão ao sair de Ur dos caldeus “sem saber para aonde ia” ( Hb. 11.8). Mas Abraão conhecia Aquele para quem o futuro é tão claro como o Sol ao meio dia. Eis a diferença!. Será que nós conhecemos o Senhor Deus assim como Abraão O conhecia? Abraão tinha algo melhor que um mapa ou bússola. Ele possuía um guia cuja sabedoria não falha, cujo poder não é igualado e cujo amor nunca esgota!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ninguém poderá, realmente, enfrentar com tranqüilidade as dificuldades da vida que se nos apresentam diante de nós, dia após dia, se não tivermos uma fé inabalável num Deus Todo-Poderoso, sempre presente, constantemente pertinho de nós!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A apreensões que estamos nós vivendo hoje, agora, à semelhança de algumas pessoas que vivem sem fé e sem segurança, é que ainda não experimentaram vivenciar um Deus suficientemente grande, para que sejam mais que vencedoras em suas necessidades, carências e dificuldades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos de nós temos em nossa mente raquítica a imagem de Deus como a de um juiz ou de um policial celeste, distante, apático, distraído, sempre lá em cima. A maioria das pessoas acreditam em Deus, mas é como um patrão ausente, desinteressado, distante, e essa distância que acreditamos existir nos faz com que pensemos erroneamente que Deus pouco ou quase nada nos conhece, que não tem conhecimento de nossas agruras e problemas, que não se importa conosco, com nossas lutas, e muitas das vezes, diante deste quadro nosso, de profundo desânimo espiritual, fazemos dEle pouco caso, não depositamos nossa confiança em um Deus Todo-Poderoso, que conosco está “o Senhor, nosso Deus, para nos ajudar e para guerrear nossas guerras” ( II Cr. 32.8). Para muitos, Deus tem sido um conjunto desse condicionamento e não um Deus cheio de amor, de bondade e de misericórdia! Ah, Senhor, como somos esquisitos!...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poucos sentem-se coerentemente bem acerca de si mesmos. Vezes há que temos passado por épocas de inseguranças e de dúvidas, épocas em que temos falta de auto-estima. A ansiedade é conhecida de todos. Já tivemos períodos de desânimo, de desapontamentos e sentimentos de depressão. Já tivemos lembranças tristes que assombram nossas noites insones e temos tido sonhos não realizados que nos magoam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem ainda não sentiu a solidão que pouco tem que ver com a ausência de pessoas ao nosso redor? Precisamos de amor, pregamos o amor, mas persistimos em fazer coisas não amáveis a outrem, mesmo àqueles que pertencem a nossa mesma Fé e Ordem, mas que não vamos muito bem com a sua maneira peculiar de ser...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ouvimos as notícias na televisão ou lemos nos jornais diários e as revistas semanais, e nos decepcionamos com os políticos nos quais tanto confiamos, assim como ficamos chocados com religiosos de péssimos comportamento moral, e assim ficamos decepcionados, chocados e ruborizados, porque não temos a mesma sensibilidade de percepção do Senhor Jesus que “a todos conhecia” e “bem sabia o que havia no homem” (João 2.24-25). E nos decepcionamos assim, desta forma, porque pouco ou quase nada temos lido e meditado na Bíblia, a Palavra de Deus, a qual nos adverte, em várias passagens, que estamos adentrando o final dos últimos dias!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passamos por tudo isso porque aceitamos ou convivemos, por nossa livre recreação, com um deus que fabricamos em nossas mentes, um deus insignificante, um deus que não nos fala, e temos preferido muito mais ouvirmos a ‘voz do homem’ que a voz do Senhor, a voz do Deus Todo-Poderoso, inserida em Sua inerrante Palavra – a Bíblia Sagrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que nós precisamos, é de um novo Deus, do Deus das Sagradas Escrituras, do Deus de Abraão, do Deus de Isaque, do Deus de Jacó, confiança em um Deus “em quem não há mudança nem sombra de variação” ( Tg. 1.17).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas pouco adianta saber que o Senhor é um Deus Todo-Poderoso, enquanto não O conhecermos pessoalmente! Através dos anos da história, o povo hebreu conheceu Yahweh e, contudo, não confiou nEle nem O amou de todo o coração! Ainda lutaram com o fracasso, com o temor e a frustração. É por isso que o Deus Todo-Poderoso teve de entrar na História e habitar entre nós: Jesus Cristo, o Emanuel, o Deus conosco! ( Mt. 1.23). Por isso Ele disse: “Antes que Abraão existisse, EU SOU” (João 8.58).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jesus Cristo não é outro senão o próprio Yahweh, o Verbo que “estava com Deus”, “e o Verbo era Deus” (João 1.1), a expressão eterna e definitiva de Deus. Ele, como a expressão máximo do amor de Deus para conosco, vem a você e a mim, nos substitui na Cruz, por amor, a fim de nos resgatar dos nossos pecados. É deste Deus que precisamos, o qual “nos tirou do poder das trevas, e nos transportou para o reino do Filho do seu amor” (Col. 1.13). Precisamos deste Jesus Cristo, que “é o mesmo, ontem, e hoje, e eternamente” (Hb 13.8), o mesmo que disse: “Eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância” ( João 10.10). Feliz Ano Novo!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2643449554281829144-4867129432122612012?l=prbarbosaneto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://prbarbosaneto.blogspot.com/feeds/4867129432122612012/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2643449554281829144&amp;postID=4867129432122612012&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643449554281829144/posts/default/4867129432122612012'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643449554281829144/posts/default/4867129432122612012'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://prbarbosaneto.blogspot.com/2008/12/mais-um-novo-ano.html' title='MAIS UM NOVO ANO!....'/><author><name>Pr. Barbosa Neto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01439456551656835528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-8FOMxf7HDxA/TjAVxZPb7CI/AAAAAAAAADI/lZt5-JTXts0/s220/Pr.%2BBarbosa%2BNeto1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2643449554281829144.post-3082345982534870314</id><published>2008-12-29T19:53:00.000-08:00</published><updated>2008-12-29T19:55:58.796-08:00</updated><title type='text'>A IGREJA DE ROMA CONTINUA SEMPRE A MESMA: DESPREZANDO SEUS MINISTROS...</title><content type='html'>Pr. José Barbosa de Sena Neto&lt;br /&gt;                                                                                                         &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No ano passado no último dia 31 de dezembro meu telefone não tocou de manhã bem cedo! Senti a falta da ligação telefônica de um amigo muito querido, o qual desde quando nos conhecemos, jamais havia deixado de telefonar para a minha casa, às 6hs da manhã, naquela data, para cumprimentar-me pela passagem de meu aniversário natalício! Naquele último dia do ano, meu coração ficou apertado! Uma tristeza imensa caiu sobre mim, pois o meu amigo querido, de longas datas, não me telefonou naquele dia! Outros também não me telefonaram! Aliás, nunca recebi uma ligação telefônica de outras pessoas, fora do meu circulo familiar, no dia de meu aniversário...  Só meus familiares assim o faz, com muito carinho!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Bíblia diz que “o homem que tem muitos amigos pode vir à ruína...” (Pv 18.24 a). Sou de poucos amigos. Na solidão e no isolamento provocado por meus pares, prefiro ficar recolhido à minha insignificância, trabalhando na Obra que o Senhor Deus me confiou, no sertão do meu estado, na cidade do Crato, distante de Fortaleza, cerca de 538 km, na região do Cariri, vizinha a conhecida cidade de Juazeiro do Norte, a do “padim padi ciço”, na mais total dependência dEle, ao lado dos meus queridos familiares. A Bíblia também diz que “há um amigo mais chegado do que um irmão” (Pv 18.24b). É deste amigo querido que não me telefonou desde o ano passado no dia do meu aniversário, como habitualmente assim o fazia,  que dele quero falar, com muito carinho e recordação!...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedro Paulo Cavalcanti de Menezes nasceu em Fortaleza, no dia 07 de novembro de 1945, o segundo filho de Romeu de Castro Menezes e de D. Maria Cavalcanti de Menezes, carinhosamente chamada de Dª Jandira. Ainda criança mostrou talento pela música, popular e sacra, tocando tamborim no conjunto do pai, católico fervoroso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naquele período de sua infância, surgiu o desejo de ser padre. Foi um alvoroço dentro de casa, mormente para o Sr Romeu, pois perderia o componente de seu conjunto. Mas, com o passar do tempo, aceitou de bom grado a decisão do filho músico. Aos 11 anos de idade, em 1956, Pedrinho fez um passeio no Seminário dos Padres Sacramentinos, oportunidade que lhe despertou mais ainda o seu interesse pelo seminário, cujo objetivo era o de vir a ser um padre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No ano seguinte, Pedrinho passou uns dezesseis dias com aqueles padres, em retiro. Naquele tempo seus pais residiam em Sobral, zona Norte do Ceará, tendo como vizinho um clube social. O diretor do Seminário dos Padres Sacramentinos, em seu arrogo de ignorância, dizia que não podia entrar na casa do pai do garoto Pedro Paulo, e nem poderia deixá-lo entrar na Ordem para cursar no seminário, porque havia ao lado de sua casa um clube mundano. O diretor tornou-se cada vez mais inflexível, e dizia a boca pequena, que aquela residência não era digna por causa do clube junto àquela residência, culminando, em razão da desavença, a não entrada do Pedrinho, naquele seminário. Começou aí a sua primeira rejeição pelos líderes da “santa madre”...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas Pedrinho não se deixou abater, em fevereiro de 1958 entra para o Seminário dos Padres Lazaristas, lá ficando até dezembro de 1964, pois não quis fazer o noviciado, e no ano seguinte entrou para o Seminário Arquidiocesano de Fortaleza, mais conhecido como “Seminário da Prainha”. Mas aquela instituição fechou suas portas em 1966. Pedrinho naquele tempo já residia na cidade de Caucaia, região metropolitana de Fortaleza. Em razão desses impasses, Pedrinho foi para o Seminário Seráfico de Messajana, dos Frades Menores Capuchinhos, como seminarista externo, sem pertencer àquela Ordem. Eu, já frade capuchinho, morando naquela Casa, foi lá que o conheci e fizemos uma grande amizade!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante dois anos, fez o curso de teologia naquele seminário. Em 1969, também como aluno externo, participou do curso de teologia no ITEP – Instituto Teológico-Pastoral, sucessor do “Seminário da Prainha”, para formação dos atuais presbíteros (padres), mas também aberto a religiosos, religiosas e leigos. Terminado o seu curso em 1974, Pedro Paulo estagiou na Catedral de Quixadá, cujo então pároco era o Pe. José Dourado, de quem se tornou muito amigo, sendo este feito seu tutor. Fez também estágio em São Luis do Curu-CE.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Ordenei-me padre primeiro que ele, no dia 11 de dezembro de 1971. Pedrinho demorou muito tempo para ser ordenado, pois pelo fato de gostar de musica, seus superiores achavam que ele não tinha vocação. Aquele meu amigo foi convidado a residir em Quixadá, pelo bispo seu ordenante e, em 28 de setembro de 1975, foi ordenado por Dom Joaquim Rufino do Rêgo, seu amigo, primeiro bispo da nova diocese de Quixadá, ficando ali servindo como vigário-auxiliar daquela diocese. Até que no início de 1978, foi nomeado pároco da paróquia da cidade de Madalena-CE, ali ficando até o dia 07 de fevereiro de 1993. Em todas estas datas, me fiz presente, para alegrar o coração do meu amigo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando Dom Rufino Rêgo foi transferido para a diocese de Parnaíba-PI, e tomou posse Dom Adélio José Tomasin, no dia 26 de março de 1988, e a partir daí, começou o seu ‘martírio’, a falta de amor e a falta de reconhecimento por parte do seu novo bispo, em relação ao seu trabalho realizado. Pedrinho sempre foi muito dinâmico, quer na área religiosa, quer na área da educação, vindo a lecionar nos principais colégios daquela cidade, nascendo daí um contato permanente com os adolescentes, desenvolvendo um trabalho que envolveria grande parcela de crianças, adolescentes e jovens, surgindo grupos que atuavam junto às comunidades carentes da periferia. Isto incomodou ao bispo, pois Pedrinho era simpatizante da assim-chamada “Teologia da Libertação”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na cidade de Madalena-CE, trabalhou tanto na parte espiritual quanto na social. Foi a principal personalidade na emancipação daquele município. Tornou-se um grande baluarte na educação dos jovens madalenenses, tendo conseguido trazer o ensino médio com o 2º grau pedagógico, para aquele pequeno município, através do Colégio Luzardo Viana, de Caucaia-CE, integrante da CNEC, onde foi diretor por muitos anos.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1989, conjuntamente com seu irmão, também padre e meu amigo, Pe. Francisco Antônio Cavalcanti de Menezes, (o Pe. Tela de quem eu tanto falo em meu testemunho), iniciaram uma carreira artística, com o lançamento do primeiro disco, dos vários que ambos gravaram, sempre trazendo músicas alusivas à fé católica, claro! &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Padre Pedro Paulo, o Pedrinho, sofria desde criança de escoliose, com importante curvatura em sua coluna, e isso lhe trouxe uma série de complicações, até mesmo complicações sérias no coração, tendo que usar aparelhos especiais. Como a saúde não mais lhe permitia exercer seu sacerdócio com toda a garra, dado os seus esforços físicos necessários a seus atendimentos comunitários, seu médico lhe aconselhou diminuir o ritmo de seu trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu bispo diocesano, membro da assim-chamada “Ordem dos Pobres Servos da Divina Providência” que de “pobres” nada tem, com sede na Itália, não gostou e não quis compreender o estado de saúde do Pedrinho, e o retira, abruptamente, de suas funções paróquias, mesmo contra a vontade do povo daquela cidade. Seus paroquianos e uma expressiva parte da população da cidade de Madalena fazem uma campanha em favor da permanência do Pedrinho naquela cidade e paróquia, fretam vários ônibus e vêm até Quixadá, para interceder pela não saída de seu pároco. Mas, o bispo, imaleável e altamente insensível, não atendeu ouvidos aos rogos populares! E retirou Pedro Paulo de suas funções de pároco!  Apenas, depois de muitos rogos das autoridades municipais, permitiu que Pedrinho ficasse residindo em outra casinha da paróquia. Pedrinho continuou, durante algum tempo, como diretor da CNEC de Madalena e nunca falou às festividades religiosas daquela paróquia. Ele era muito querido daquela população!&lt;br /&gt;Quando comecei meu processo de leitura das Sagradas Escrituras, com minhas próprias lentes, investigando o verdadeiro Cristianismo bíblico, fui visitá-lo em Madalena. Ali conversamos, abri-lhe meu coração e disse que não mais poderia continuar exercendo o sacerdócio.  Ele me abraçou, demoradamente, e disse que eu tomasse a decisão que eu mais achasse conveniente e que eu teria o seu apoio irrestrito e total. Fiquei surpreso com aquela atitude do meu grande amigo! Choramos juntos, abraçados!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedrinho, não demorou muito residindo naquela casinha em Madalena. Foi despejado de forma desumana pelo seu bispo. Um caminhão parou em frente a casa onde residia e sua mudança foi feita, à sua revelia. E povão veio olhar, demonstrando visível revolta. Pedrinho pediu a população que veio em seu favor, muita calma, tranqüilidade e resignação. O povo acatou as palavras daquele amigo que iria embora, contra a vontade popular.  E ele veio morar na casa de seus pais, em Caucaia-CE, região da Grande Fortaleza,  onde já ali morava seu irmão e também padre, o Padre Tula, além de outros familiares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando deixei definitivamente das fileiras do Romanismo, ele foi o único padre que ficou do meu lado! Ele me visitou em minha casa inúmeras vezes, mesmo contra as normas canônica: um padre em exercício sacerdotal, não pode visitar um ‘padre’ tido como renegado! Mas o meu amigo não queria saber disso, vinha visitar-me, almoçar e conversar comigo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naquelas oportunidades falei-lhe do plano redentor, do grande amor de Deus em Cristo Jesus! Em uma das vezes ele chorou demoradamente abraçado comigo e com sua cabeça reclinada em meu ombro, o qual ficou muitas vezes umedecido pelas suas lágrimas, disse: - “Barbosa, você está certo, meu amigo e irmão camarada! Ore por mim! Eu não tenho mais chance, não tenho mais como começar minha vida toda de novo! Você sabe disso! Que Deus tenha piedade de mim!”. Concluía em lágrimas, o meu amigo Padre Pedrinho! Nada mais eu poderia fazer...&lt;br /&gt;No dia 14 de abril de 2007, ao anoitecer, Pedrinho ao dirigir-se no carro de seu irmão, um fusquinha já muito velhinho, para ajudá-lo na Paróquia de Capuan, distrito de Caucaia, foi violentamente abalroado, pela imperícia de um jovem motorista irresponsável, completamente embriagado, que atravessou a pista no contra fluxo, fraturando-lhe o esterno, osso ímpar na parte superior do tórax e lesionou o seu pulmão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia 17 eu o visitei no hospital no qual estava internado  e vi meu amigo pela última vez! Li para ele a Palavra de Deus, e mais uma vez lhe fiz um convite todo especial e comovente, para que ele entregasse sua vida a Jesus, e O confessasse como seu Salvador pessoal e Senhor absoluta de sua vida! Nunca havia visto o Pedrinho chorar tanto ao longo da nossa amizade! Seus olhos se manifestaram em lágrimas e soluçou, e em silêncio ele maneou a cabeça, em sinal afirmativo! Eu lhe disse: - “fale, Pedrinho, abra a sua boca e fale, confesse  Jesus como seu único e suficiente Salvador e Senhor absoluto de sua”.  Li para ele Romanos 10.9 e ele, com voz fraquinha, disse: - “Eu o aceito”! Eu orei e ele foi repetindo, devagarzinho, a minha oração em seu favor! Com muita dificuldade, dada a emoção vivida naquele momento, ainda consegui orar por ele! Ao sair daquele hospital, entreguei os resultados nas mãos do Senhor Deus, Todo-Poderoso! É Ele “quem efetua em vós (nós) tanto o querer como o realizar, segundo a sua boa vontade” (Fp. 2.13). É Ele quem sabe de todas as coisas! Ele é soberano!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia 18 de abril, quarta-feira, perto do meio dia, o telefone da minha casa tocou! Era o Pe. Tula, seu irmão: - “Pastor Barbosa, o Pedrinho acaba de falecer”. E choramos ao telefone! Meu coração sentiu uma dor doída mais que forte! Meu peito ficou apertado! Minha voz não saia! E eu chorei cada vez mais, abundantemente!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nenhum padre da sua diocese de Quixadá, região do Sertão Central do Ceará, compareceu ao seu humilde velório e sepultamento! Nem tampouco o seu então bispo, o qual nem mesmo se deu ao trabalho de fazer uma ligação telefônica para consolar a família! Mas ele fora avisado! A diocese não colaborou em nada com os gastos dos funerais, pois a família do padre extinto é muito pobre. E padre ‘desempregado’ vive na mais perfeita pobreza franciscana, não tem mais INSS, nem plano de saúde, nem plano funerário! Nada! E o Pedrinho não conseguiu se aposentar... A família teve dificuldades com os gastos do sepultamento e seus amigos mais íntimos, colaboraram neste momento de dor. Faltaram os ‘cuidados’ da “santa madre” para com o seu ministro doente, já envelhecido, vítima de acidente!  Faltou amor da “santa madre”!   Esta é a ‘igreja’ que auto se considera a “única e verdadeira”! Por esta razão, mais uma vez,  no dia 31 de dezembro,  dia do  meu aniversário, o meu telefone não tocará mais uma vez, às 6 horas da manhã,  como todos os anos anteriores  assim ele fazia!... Ficou apenas a saudade profunda do meu coração!...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2643449554281829144-3082345982534870314?l=prbarbosaneto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://prbarbosaneto.blogspot.com/feeds/3082345982534870314/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2643449554281829144&amp;postID=3082345982534870314&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643449554281829144/posts/default/3082345982534870314'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643449554281829144/posts/default/3082345982534870314'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://prbarbosaneto.blogspot.com/2008/12/igreja-de-roma-continua-sempre-mesma.html' title='A IGREJA DE ROMA CONTINUA SEMPRE A MESMA: DESPREZANDO SEUS MINISTROS...'/><author><name>Pr. Barbosa Neto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01439456551656835528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-8FOMxf7HDxA/TjAVxZPb7CI/AAAAAAAAADI/lZt5-JTXts0/s220/Pr.%2BBarbosa%2BNeto1.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2643449554281829144.post-1136252864553718037</id><published>2008-12-29T19:39:00.000-08:00</published><updated>2008-12-29T19:46:32.960-08:00</updated><title type='text'>FICO IMPRESSIONADO, MAS SEMPRE É BOM RELEMBRAR!...</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                                                       *  Pr. José Barbosa de Sena Neto&lt;br /&gt;                                                                        pastorbarbosaneto@yahoo.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Estamos iniciando mais um ano novo, cheio de novas esperanças. Descortinam-se novos horizontes e novas surpresas. Não sou tão ‘antigo’ assim, mas fiquei deveras assustado com o número de dias da minha existência marcado no último dia do ano ‘velho’: 22.630 dias! Fiquei impressionado por ter chegado à marca destes dias! Já vivi o bastante para não ficar impressionado, mas as coisas não são bem assim! Gosto de relembrar as coisas boas de um passado recente e fico impressionado de como nos últimos tempos está havendo uma inversão de valores, mas embalo uma esperança de que, por causa de Cristo e do Evangelho, o mundo pode vir a ser um pouquinho melhor. Sonhar não é pecado!...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;  Sim, há muitas coisas que gosto de relembrar das coisas que me impressionam e muito. Por exemplo: gosto de relembrar do tempo em que nós, eu e você, éramos chamados de “crentes”. Quando alguém nos perguntava se éramos “crentes”, havia uma resposta entusiasmada: “Sim, pela graça e misericórdia de Deus!” Hoje está tudo diferente! Os “crentes” de hoje estão evitando serem chamados de “crentes”. A ordem do dia é ser “cristão” ou quando muito, “evangélicos”, dá mais status! Outrora este nominativo qualificativo indicava aquele homem ou aquela mulher que pertencia aos grupos chamados ‘luteranos’, ‘presbiterianos’, ‘metodistas’, ‘batistas’, ‘congregacionais’ ou pentecostais históricos. Sim, os pentecostais são salvos sim, tradicionais sim e há um lugar lá no céu preparado parta eles, sim!  Os ‘crentes’ amavam e consideravam a Bíblia Sagrada, como Palavra de Deus, e dificilmente saíam de casa para os seus cultos sem levar a sua Bíblia ostensivamente em suas mãos. Os ‘crentes’ do passado, tinham um ardor missionário incrível! Respiravam missões! Mas, hoje, as coisas mudaram e muito! Nas campanhas de missões estaduais, nacionais ou mundiais de outrora, os ‘crentes’ de nossas igrejas locais faziam de tudo para que aqueles alvos fossem alcançados e aquela igreja repassava integralmente toda a oferta levantada!, Hoje, as coisas mudaram e muito! O pastor ‘controla’ tudo com a sua diretoria, e em muitos casos o valor repassado é aquém daquele levantado, e o que foi retirado é para suprir ‘outras necessidades’ da igreja local! Quem duvidar disso é só conferir!...&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O adjetivo qualificativo “crente” hoje foi trocado por ‘evangélico’ englobando todos aqueles, no âmbito do Cristianismo, que não são adeptos do Catolicismo Romano e,  neste bloco, se enfeixam os protestantes reformados, considerados como históricos, os protestantes conservadores mas mais moderados, os pentecostais históricos, os neopentecostais ou pseudos pentecostais, as novas igrejas emergentes também não muito preocupadas com sua identidade, mais um espaço aberto para todos os gostos e matizes, para o prazer e deleite dos flutuantes freqüentadores. Vale tudo! Tudo é igual! Não há diferenças! Ali ninguém conhece ninguém, os pastores, bispos ou ‘apóstolos’, já não conhecem o seu rebanho, pois isto é perda de tempo, pois terminado os seus shows se aquartelam em seus gabinetes climatizados, a chave. O resultado é medido pelo volume de envelopes recheados que foram depositados no gazofilácio, ponto alto de seus ‘cultos’. Os participantes ou meros freqüentadores entram e saem como chegaram: calados e sem aquele antigo cumprimentar e sem aquele abraço tão gosto dos ‘velhos tempos’, não sendo mais cada um cumprimentado pelo pastor postado à porta do templo!   O termo ‘evangélico’ hoje é tão vago, mas tão vago e tão indefinido quanto à “vida cristã” vivenciada pelos assim-chamados “cristãos” de hoje. Misericórdia! Impressionante! Ninguém mais distingue ninguém, como nos ‘velhos tempos’, um homem ou uma mulher de Deus, de longe!... Perdemos o nosso referencial!...&lt;br /&gt;   Por outro lado, fico impressionado ao ver o povo chamado pelo nome de povo de Deus, se permitir ser ‘massa de manobra’ dos espertalhões do púlpito. Impressiona-me e muito, ver o povo de Deus ser enganado debaixo da plena luz do Sol, vivendo a mercê de ‘profecias’ ou ‘profetadas’ que não se cumprem, levados por ‘visões’ ou ‘visagens’ mentirosas de ‘profetas’ descompromissados com as coisas sérias de Deus, que não refletem a verdade bíblica, cujos seus líderes fazendo descer goela abaixo do povo, manifestações exóticas em ‘shows’ ou ‘espetáculos de fé’ que não têm base em nenhum ensinamento da Palavra de Deus. Apenas pessoas ávidas para descobrir o futuro, para se darem bem na vida e nada mais!... Não se busca mais um lugar reservado mais no Céu!... Pra quê? Isso é coisa de ‘crente’ ultrapassado, fanático... dizem! &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;  Mas também gosto de relembrar do tempo que já vai longe, quando não havia nenhuma conveniência de ser “crente”. Muito pelo contrário, naquele tempo era, socialmente falando, muito constrangedor, porque implicava em uma mudança de vida radical que incomodava o mundo ao seu redor! Eu me lembro muito bem do que significava ser convertido, ter passado pela experiência real do novo nascimento!... Os “crentes” testemunhavam daquilo que o Senhor Deus havia feito em suas vidas, diariamente, e em suas palavras havia autoridade! E os ‘incrédulos’ se convertiam pelo testemunho ouvido e visto, por saberem que aquelas pessoas haviam “estado com Jesus” (Atos 4.13). Que maravilha! Eram bons tempos aqueles em que ser “crente” não significava ficar rico da noite pro dia ou “se dar bem” nas ‘fogueiras santas’ da vida! Hoje, só se recebe dádivas do Senhor, se se sacrificar, e a vítima a ser imolada no altar é sempre o dinheiro, e quanto mais dinheiro melhor, é dar o tudo que tiver ao alcance das mãos para engordar as contas bancários de líderes inescrupulosos! E pasmem, acreditamos nisso!&lt;br /&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os ‘crentes’ dos ‘velhos tempos’, amavam mais as coisas do Senhor e ficavam conjecturando como deveria ser a sua vida, lá na glória e pregavam e esperavam com maior ardor a volta gloriosa de Jesus! Os “crentes” daqueles tempos idos - naquele tempo eu era padre, mas eu ‘ouvia falar’ – os ‘crentes’ tinham os olhos voltados para o céu, oravam mais, gostavam mais de vigílias, buscavam “as cousas lá do alto” (Colossenses 3.1), aguardavam com ansiedade o arrebatamento da Igreja, e falavam isso uns para os outros, diariamente e se extasiavam com as promessas do Senhor, e se alegravam de irem fazer parte do arrebatamento da Igreja e se emocionavam às lágrimas com as bênçãos que iriam receber por ocasião das “bodas do Cordeiro” (Ap. 19.7-9). Bons tempos aqueles!... &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;  Impressiono-me ao ver as pessoas sendo manipuladas, condicionadas mentalmente, não fazendo a menor diferença para elas, se o que seu líder religioso diz tem sustentação bíblica revelada na Palavra de Deus. Tudo agora é crer na fé! A ‘onda’ agora é fé na fé! Os tempos mudam!... O que vale agora é o que se sente, o pragmatismo louco e desenfreado é reinante e não interessa o que está mais escrito na Palavra de Deus, a Bíblia Sagrada, o livro da ‘capa preta’! É, estamos passando por uma crise muito séria! Falta-nos identidade! Por isso, vivemos hoje um tempo de mega templos cheios de pessoas vazias, sem vivência cristalina do verdadeiro Evangelho redentor, pessoas desnorteadas, sem nem uma certeza de salvação, apenas ali estão acotoveladas em busca das “bênçãos do Senhor”, mas sem nenhum compromisso bem mais sério com o Senhor das bênçãos e, se não tiverem uma transformação de vida real, pelo milagre do “nascer de novo” (João 3.3), para ser “gerado para uma viva esperança” (I Pedro 1.3), dando demonstração de que é “nova criatura” (II Coríntios 5.17), tendo uma convicção  que o seu nome está escrito “no Livro da Vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo” (Apocalipse 13.8) e para sempre, estarão caminhando recreativamente para o inferno!...(Romanos 2.8; Lucas. 11.28; João 15. 4-5).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;   Hoje, há uma desenfreada carreira para o abandono das grandes confissões e credos do passado que resgataram o brilho da interpretação real das Sagradas Escrituras. Não se interpreta mais as Sagradas Escrituras como no passado, e a grande maioria dos ‘evangélicos’ ou ‘crentes’ correm atrás ávidos da primeira novidade interpretativa que encontram ali na primeira esquina, se alimentam e engordam com a teologia relacional, com a famigerada teologia da prosperidade, que é a coqueluche do momento. O ‘negócio’ agora é prosperar a qualquer preço! E os pregadores televisivos outrora contra a este tipo de ‘evangelho’,  descobriram os “a galinha dos ovos de ouro’, tão propício para o engordar dos seus empreendimentos pessoais e agora propagam tais descobertas fantásticas sem ficarem ‘avermelhados’ e sem nenhum constrangimento,  através de seus programas diários e até mesmo semanais, enaltecendo os ídolos da tal ‘teologia’...&lt;br /&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com a razão está o Dr. Augustus Nicodemus Lopes, ministro presbiteriano e atual chanceler da Universidade Presbiteriana Machenzie, quando afirma que “da mesma forma que em Corinto... grande parte dos evangélicos no Brasil tem a alma católica”. Os ‘crentes’ de hoje, ainda não conseguiram se desvencilhar do Catolicismo Romano. E ele pontifica: “Todas as tendências que identifico entre os evangélicos como herança católica, no fundo, antes de serem católicas, são realmente tendências da nossa natureza humana decaída, corrompida e manchada pelo pecado, manifestas em todos os sistemas e não somente no catolicismo”. E ele diz mais: “Há um gosto na alma brasileira por bispos, catedrais, pompas, rituais. Só assim consigo entender a aceitação generalizada por parte dos próprios evangélicos de bispos e apóstolos autonomeados, mesmo após Lutero ter rasgado a bula papal que o excomungava, queimando-a na fogueira.”.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  Hoje, como os tempos mudaram, os titulares das mega igrejas, precisam ser ‘apóstolos’ ou no mínimo ‘bispos’, e os apelos não são mais para que se aceite Jesus como Salvador e Senhor de nossas vidas, mas para irmos a Igreja tal, pois é lá o local da bênção, é lá o local da mediação, pois “no Catolicismo”, continua Nicodemus, “a igreja é mediadora entre Deus e os homens e transmite a graça divina mediante os sacramentos, as indulgências, as orações. É através dos sacerdotes católicos que essas graças  é concedida, pois são eles que, com suas palavras, transformam na missa, o pão e o vinho no corpo e no sangue de Cristo; que aplicam a água  benta no batismo para remissão de pecado; que ouvem a confissão do povo e pronunciam o perdão. Em alguns casos, o padre é visto como  o “outro Cristo”, um canal de mediação entre o rebanho e Deus. Essa noção de mediação humana passou para o evangélicos com poucas alterações. Até nas igrejas históricas os crentes brasileiros agem como se a oração do pastor fosse mais poderosa que a deles, considerando-o o mediador entre eles e os favores divinos. Esse ranço católico vem sendo cada vez mais explorado por setores neopentecostais do evangelicalismo, a julgar por práticas já assimiladas como “a oração dos 318 homens de Deus”, “a prece poderosa do bispo Fulano”, “a oração de poder da irmã Sicrana, que é profetisa”, e por aí afora vai...   &lt;br /&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O apego ao misticismo supersticioso no meio evangélico é coisa de fazer inveja aos romeiros do “padim padi ciço” da Juazeiro do Norte, sul do Ceará, na região do Cariri. E o Dr. Nicodemus Lopes nos esclarece mais: “O catolicismo no Brasil, por sua vez influenciado pelas religiões afro-brasileiras, semeou misticismo e superstição durante séculos na alma nacional, enaltecendo milagres de santos, posse de relíquias, aparições de Cristo e de Maria, unção e santificação de objetos, água benta, entre muitos outros. Hoje, há um crescimento espantoso entre setores evangélicos do uso de copo d’água, rosa ungida, sal grosso, pulseiras abençoadas, pentes santos do kit de beleza da rainha Ester, peças de roupas de entes queridos, oração no monte e no vale, óleos de oliveira de Jerusalém, água do Jordão, sal do Vale do Sal, trombetas de Gideão, cajado de Moisés... A imaginação dos líderes e a credulidade do povo são ilimitadas”. E ele diz mais: “Um amigo meu contou ter presenciado práticas estranhas como venda de pedaços do salmo 23 para preparação de um chá que curar vícios, gente que dorme com uma Bíblia debaixo do travesseiro com a alegação de garantir bons sonhos e páginas ungidas por um ‘apóstolo’ que são vendidas para serem colocadas nas paredes das casas dos crentes, entre outras coisas.” E o teólogo diz que tais manifestações populares só podem ser explicadas pelo “gosto intrínseco pelo misticismo impresso na alma católica dos evangélicos”. A gente rir para não chorar! Seria trágico se não fosse cômico demais!             &lt;br /&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Também não posso deixar de recordar que nos bons tempos éramos chamados de “bíblias”, pois tal sacrossanto apelido nos identificava com os ensinos da Palavra de Deus. Hoje os “cristãos” vão às ‘reuniões’ sem as suas Bíblias. A tecnologia chegou aos templos, e hoje o data-show tomou conta do pedaço, onde são projetados os poucos versículos lidos, quando lidos, então pra que levar mais Bíblias?! Torna-se muito incômodo!  Para que levá-las se elas já não são mais lidas e acompanhadas pelos participantes, porque o espaço maior é para o espetáculo do ‘louvorzão’, onde canta-se durante uma hora e meia ou mais numa agitação da ‘galera’  e tudo isso copiado dos grandes shows televisivos e o espaço reservado para a ministração da Palavra é de apenas uns poucos minutos? Aliás, os ‘cristãos’ de hoje nem mesmo sabem procurar em suas Bíblias livro, capítulo e versículos, quando as têm... Culto doméstico, o que é isso? Ele existe para quê? Qual a finalidade? Quando e onde ele é realizado? – perguntam. “Cantor Cristão” o que é isso? Este ‘cantou’ gravou algum CD que está nas paradas de sucesso gospel? Lembro-me que naqueles bons tempos os “crentes” do passado eram rigorosos com a sua conduta pessoal, ética, moral e espiritual. Naquele tempo, os “crentes” compravam e pagavam o que adquiriam com o suor do seu rosto, e não davam ‘calotes’ em ninguém no comércio com cheques sem fundos e nem viviam metidos até o fio dos seus cabelos em escândalos até de conhecimento nacional.&lt;br /&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas também não posso deixar de me impressionar ao ver homens e mulheres se autonomeando de ‘apóstolos’ e tantas outras baboseiras, que nada mais são do que fruto da vaidade humana e do desejo de se tornarem, a cada dia, mais deus do que homem e mulher. Olhando na minha velha Bíblica, sou informado que no Novo Testamento, um dos requisitos para o apostolado é ser testemunha da ressurreição de Jesus (Atos 1.21-22). E o mais interessante, é que a minha velha Bíblia me revela que todos os apóstolos viram o Cristo ressuscitado, inclusive o apóstolo Paulo (I Coríntios 15.5-8). Estes homens não tiveram visão, sonho, ou revelação. Eles viram de fato o Cristo ressuscitado de maneira pessoal, inclusive Paulo no caminho para Damasco (I Coríntios 9.1). A história da Igreja Cristã sempre pontificou que Paulo foi o último dos apóstolos.  E o Dr. Nicodemus Lopes vem mais uma vez nos ajudar: “O termo ‘apóstolo’ significa basicamente ‘enviado’ e há quem, além dos Dozes e Paulo, tenha recebido esse título na Bíblia, como Silas e Barnabé (Atos 14.14; II Coríntios 8.23). Porém, os modernos autodenominados ‘apóstolos’ se entendem como na mesma categoria dos Doze e Paulo. Contudo, os Doze e Paulo estão numa categoria à parte, não tendo nomeado sucessores. Quem sempre se achou sucessor dos apóstolos foi o papa. É somente o ranço católico na alma evangélica que permite que tais autodenominados ‘apóstolos’ tenham sucesso em nosso meio”.  E o teólogo finaliza as suas afirmações sobre este fenômeno, dizendo: “Quando vejo o apego de grandes massas ditas evangélicas à práticas medievais católicas – de objetos ungidos e consagrados para o culto a Deus, busca de bispos e apóstolos, recurso a práticas supersticiosas -, pergunto-me se, ao final das contas, o neopentecostalismo brasileiro não é, na verdade, um filho da Igreja Católica  medieval, uma forma de neocatolicismo tardio que surge e cresce em nosso país onde até os evangélicos têm alma católica”. Assino em baixo! Leiam o livro “O que estão fazendo com a Igreja”, de autoria do Dr. Augustus Nicodemus Lopes, e surpresas virão à sua mente e ao seu coração!  &lt;br /&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tais líderes não vendem mais ‘indulgências plenárias’, mas vendem ‘um bom lugar na terra’, com direito a carro novo, do ano, de preferência, vida próspera, saúde em troca de ‘sacrifícios’ isto é, uma boa soma de dinheiro, onde os integrantes da ‘massa de manobra’ doam tudo o que têm, para as ‘fogueiras santas’, que só servem para engordar a conta bancária dos líderes mais espertos, especificidade dos velhacos, como se isso, por si só, fossem sintomas da bênção real do Deus Todo-Poderoso. Repito: e acreditamos nisso! &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;  Ah, mas eu também me impressiono pela pobreza dos púlpitos! Como poderemos ter uma geração cristã madura e santa, com tanta pregação rasa e sem base bíblica ou dentro de um contexto distorcido? Como se ter uma igreja sólida e espiritualmente preparada para responder com mansidão e temor a qualquer que lhes pedir “a razão da esperança” (I Pedro 3.15), se no altar, onde fica o púlpito, mais parece um circo? E que dizer dos ‘pastores’ de hoje, muitos deles aquartelados em suas ‘catedrais de fundo de quintais’, autênticos vaníloquos em sua verborragia, vomitando ódio e perseguindo e maltratando e vilipendiando a seus pares, às vezes da mesma Fé e Ordem? O Senhor Jesus nos deixou uma ordem que “amássemos uns aos outros”, mas resolvemos a nosso bel-prazer, por nossa livre recreação nada cristã, retirar o acento agudo do verbo e passamos a proclamar do alto de nossa ‘majestade’ que “amassemos uns aos outros”, numa demonstração de autoritarismo farisaico e de cristalina falta do verdadeiro amor cristão! Tudo isso me deixa muito impressionado, mas que venha mais um Ano Novo com novas chances e novas perspectivas, para que o Nome do Senhor seja, de fato, verdadeiramente exaltado.  &lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sinceramente, eu estou impressionado com tudo isso que está parecendo ser manifestações de apostasia. E aqui pra nós, me fala a verdade, meu irmão: você não está também impressionado?  O que me diz disso tudo? Com você a palavra...    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2643449554281829144-1136252864553718037?l=prbarbosaneto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://prbarbosaneto.blogspot.com/feeds/1136252864553718037/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2643449554281829144&amp;postID=1136252864553718037&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643449554281829144/posts/default/1136252864553718037'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643449554281829144/posts/default/1136252864553718037'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://prbarbosaneto.blogspot.com/2008/12/fico-impressionado-mas-sempre-bom.html' title='FICO IMPRESSIONADO, MAS SEMPRE É BOM RELEMBRAR!...'/><author><name>Pr. Barbosa Neto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01439456551656835528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-8FOMxf7HDxA/TjAVxZPb7CI/AAAAAAAAADI/lZt5-JTXts0/s220/Pr.%2BBarbosa%2BNeto1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2643449554281829144.post-5291243347985861082</id><published>2008-07-13T10:45:00.001-07:00</published><updated>2008-07-13T11:19:20.719-07:00</updated><title type='text'>Entrevista com o Pr. Barbosa Neto - ex-padre</title><content type='html'>&lt;p style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;1   – Por que a decisão de se tornar Padre?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;&lt;br /&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Pastor Barbosa Neto&lt;/span&gt; -  A primeira impressão que se tem, é que a família   exerce uma forte decisão na vida do jovem católico para que ele se dedique ao   sacerdócio católico romano. Não é bem assim, necessariamente! No meu caso,   meu pai queria que eu fosse militar, imaginem! Quando eu disse para o meu pai   que não queria ser militar, mas sim um padre - e um padre de uma ordem   religiosa, mais precisamente um religioso franciscano - meu pai quis   ‘morrer’. Escolhi ser um religioso e religioso franciscano, e   dentre as diversas ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;ordens franciscanas’&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;, fui   escolher a “Ordem dos Frades Menores Capuchinhos”, uma das mais   severas! Foi uma escolha de minha parte, determinada. Ninguém conseguiu tirar   isso de minha cabeça! Mas, através da ajuda e do apoio dos amigos do meu pai,   consegui ‘&lt;i&gt;domá-lo’&lt;/i&gt; até que ele aceitou mais ou menos bem a   idéia de ver seu filho adentrando às fileiras de uma das ordens religiosas   mais severas dentre as inúmeras outras ordens religiosas existentes no Catolicismo   Romano, destruindo assim, completamente, todos os planos que meu pai havia   pensado para comigo. Não nada foi fácil, isso lhes garanto!&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;b&gt;2 – O senhor era convicto do que queria? Ou existia um aperto de   dúvidas no peito?...&lt;br /&gt;  &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Pr. Barbosa Neto&lt;/span&gt; -  Acho que boa parte desta pergunta já foi   respondida na resposta acima... Se eu não estivesse convicto e determinado   sobre o que eu queria para a minha vida, teria enfrentado meu pai, homem rude   e egresso do sertão cearense, de mãos calosas, a ponto de ‘&lt;i&gt;destruir&lt;/i&gt;’   de sua mente todos os seus planos para comigo?! Nem pensar!... O que vocês   acham?! Muitos dos que me lêem neste momento, por desconhecer nuances do   Catolicismo Romano e de suas “&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;ordens religiosas&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;”,   não conseguem penetrar nas nuances das dificuldades por que passei para   galgar meus objetivos. Claro que eu tinha uma convicção inabalável! Não é a   primeira vez que eu sou perguntado sobre isso, até de maneira introspectiva,   embutida, a pergunta me feita. Muitos me perguntam, aleatoriamente, sem   nenhum conhecimento de causa, se eu nutria alguma espécie dúvidas, se eu   sabia ou tinha consciência de que estava mergulhado no erro, etc. Jamais em   momento nem um, senti este tipo de comportamento! Acreditem-me.  Eu   sempre fui uma pessoa altamente determinada. Eu sempre soube o que eu queria   da e para a minha vida! Para mim, provido que estava de uma convicção   inabalável, os ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;crentes&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’ é que estavam   errados, por isso eu sempre os persegui de maneia implacável, cruel, sem   pestanejar, de maneira incontornável. Agia com mão de ferro, haja o que   houvesse, acontecesse o que acontecesse e doesse em quem doesse... Não queria   nem tomar nenhum conhecimento... Eu era crudelíssimo para com todos os   ‘&lt;i&gt;crentes&lt;/i&gt;’, independente da sua particular denominação...   Não se esqueçam, jamais, que eu era capuchoinho, cuja ‘&lt;i&gt;espiritualidade’&lt;/i&gt;   daquela Ordem era &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;e &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;é  ainda, combater, frontalmente, o povo de Deus!... E eu   era muito fiel à minha Ordem! Acreditem, piamente!...&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;b&gt;3 – Quando foi que começou a perceber que toda a sua vida e crença   precisavam ser revistas?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Pr. Barbosa Neto&lt;/span&gt; - Você não vai acreditar! Eu era padre de linha ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;progressista&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’,   um incrédulo dos incrédulos!... E meu último bispo, para neutralizar a minha   ação entre os demais padres daquela diocese, além do meu trabalho normal   exercido em minha paróquia, para o qual eu estava devidamente nomeado com   metas claras e objetivas, fui por aquele bispo diocesano, designado   também  para exercer o cargo de capelão de uma das centenas e centenas   comunidades do assim-chamado “movimento de renovação carismática   católica”. Eu quis ‘morrer’ quando eu soube disso!    Fiquei bravo, irado, à solapa, isto é, às escondidas. Padre não tem vontade   própria, ele faz e exerce a vontade soberana do seu bispo e ponto final. Não   há democracia no Catolicismo Romano... De repente me vi celebrando no meio de   uns ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;alienados&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’, que queriam ir pro céu, que cantavam e dançavam e   glorificavam, à maneira dos pentecostais clássicos, e eu me senti muito mal   ali naquele meio... Errei até mesmo a liturgia em uma de minhas missas!...   Acreditem-me!... Mas foi lá, em um dos movimentos mais heréticos que hoje se   encontro &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;encravado&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt; no seio da &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;assim-chamada&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt; “Igreja Católica   Romana’, que o Senhor Deus começou a falar profundamente ao meu   coração! Ele é Soberano, e Ele age da maneira, aonde e onde Ele assim quer!   Digo ser um movimento herético, pois a Bíblia Sagrada me autoriza a assim e   assim dizer, pois não encontro base de sustentação bíblica para que venha a   acreditar que Jesus batize com o Espírito Santo pessoas envolvidas com   “&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;associação aos demônios&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;”, conforme I Coríntios   10. 19-20. Podem ser ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;batizados&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’   por um ‘&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;outro espírito&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’, mas não pelo Espírito Santo do   Senhor! Se alguém presenciar algum católico carismático dizendo-se falar em   ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;línguas estranhas’&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;, pode repreender, com   autoridade, pois é demônio sem sombra de quaisquer dúvidas!... Cai no chão,   na hora!... Esse negócio do “cai-cai”, que muitos se ‘&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;encantam&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’   por aí afora, não é poder de Deus coisa nenhuma, é manifestação maligna,   mesmo!...&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;b&gt;4 – Enquanto Padre, o que o senhor achava dos protestantes?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Pr. Barbosa Neto&lt;/span&gt; -  Eu não ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;achava&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’   nada, eu tinha certeza absoluta: eram heréticos e repugnantes aos meus   olhos!... Por isso minha tremenda dificuldade para ter ao menos aproximação   de relação amistosa com os ‘crentes’, quaisquer que fossem as   suas igrejas ou denominações... Eu os odiava tão, na minha ignorância, na   minha incredulidade!...&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;b&gt;5 – Nos debates entre protestantes e católicos é freqüente tocar no   assunto “idolatria”.  Quando o Sr era padre,  como   respondia ou se comportava diante do assunto?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Pr. Barbosa Neto&lt;/span&gt; - O padre convicto de seus pontos de vistas teológicos e   doutrinários, jamais aceita e se conscientiza  de que está praticando   idolatria, acreditem-me.  Idolatria é lá com a umbanda, quimbanda, ou   com as assim-chamadas ‘religiões de mistérios’. Por isso eu   ficava bravo, queria esganar com minhas próprias mãos, todo e qualquer   pescoço de ‘crente’ que aparecesse na minha frente!... Eu tinha   um temperamento exageradamente forte e abusivo...&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;b&gt;6 – E hoje, o que tem a dizer sobre “idolatria”?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Pr. Barbosa Neto&lt;/span&gt; -  Se há uma das coisas que mais aborrecem ao Deus   Todo-Poderoso é a idolatria! Não tenham a menor sombra de dúvidas! O Senhor   dos exércitos não pactua com isso!... Ele perdoa TODOS os nossos pecados, mas   ojeriza a idolatria!  Ele chega a esquecer TODOS os nossos pecados   (Jeremias 31.34b; Hebreus 8.12b), mas Ele diz: “&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;Eu sou o   Senhor, este é o meu nome; a minha glória, pois, não a darei a outrem, nem a   minha honra, às imagens de escultura&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;”. (Isaías 42.8). E Ele   diz mais: “&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;Tornem-se semelhantes a eles os que os fazem e quantos neles   confiam”&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt; (Salmo 115.8). Mais ainda: “&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;Não as   adorarás, nem lhes darás culto; porque eu sou o Senhor, teu Deus, Deus   zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até à terceira e quarta   geração daqueles que me aborrecem&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;” (Êxodo 20.5). Ele é   categórico: “&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;Ao Senhor, teu Deus, adorarás, e só a ele darás culto”&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt; (Mateus   4.10). E Ele é enfático: “&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;O meu povo consulta o seu pedaço   de madeira, e a sua vara lhe dá resposta; porque um espírito de prostituição   os enganou, eles, prostituindo-se, abandonaram o seu Deus&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;”   (Oséias 4.12). Em Jeremias 10.3-5 o Senhor Deus diz que as imagens de   escultura são apenas madeira cortada da floresta, obra da mão de um artista   com o cinzel. Eles as enfeitam com prata e ouro. Com pregos e martelos a   firmam, para que não vacilem. Elas são como um espantalho em um campo de   pepinos. Elas não podem falar; devem ser carregadas, porque não podem   caminhar! Não tenhais medo delas, porque não podem fazer o mal e nem o bem   tampouco! Chega ou querem mais?! Mas a pior de todas as doutrinas da   assim-chamada ‘Igreja Católica Romana’ -  já que ela de   ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;apostólica&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’ não tem - é a assim-chamada “&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;santa   missa&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;”, a qual não é um culto, mas um sacrifício real,   incruento, isto é, sem derramamento de sangue... E o autor da carta aos   Hebreus é enfático: “...&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;sem derramamento de sangue, não   há remissão&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;” Hebreus 9.22b). Remissão de quê? De pecados! A ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;missa&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’   faz parte do processo de salvação da assim-chamada ‘Igreja Católica   Romana’. Ela é proclamada e ensinada como fonte de  poder nela   contida para apagar e purificar os pecados... Isto é uma tremenda heresia!   Mas novamente o autor da carta aos Hebreus destrói esta assertiva: &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;“Ora,   todo sacerdote se apresenta, dia após dia, a exercer o serviço sagrado e a   oferecer muitas vezes os mesmos sacrifícios, que nunca jamais  podem   remover pecados; Jesus, porém, tendo oferecido, para sempre, um único   sacrifício pelos pecados, assentou-se à destra de Deus&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;”.   (Hebreus 10.11-12).  E por que Jesus assentou à destra de Deus? Porque   Ele concluiu a obra expiatória, “&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;para sempre&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;”   e satisfez a justiça divina, Ele cancelou o “&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;escrito de   dívida&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;” que tínhamos para com Deus, e “&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;removeu-o   inteiramente, encravando-o na Cruz&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;”! (Colossenses 2.14.   Querem mais? O padre católico romano diz e afirma e ensina que Jesus morre no   altar, toda vez que ele assoma o altar. Mas Paulo diz afirma o contrário,   derrubando conclusivamente esta tese herética: “...&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;havendo   Cristo ressuscitado dentre os mortos, já não morre; a morte já não tem   domínio sobre ele&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;” (Romanos 6.9). E ponto final! Louvado e engrandecido   seja o Nome do Senhor! Aleluia!&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;b&gt;7 – Criticamos muito à religiosidade, mas, o senhor acha que o povo   protestante está caindo em acomodação espiritual?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Pr. Barbosa Neto &lt;/span&gt;-  Agora você tocou em cheio sobre um ponto muito crucial,   meu caro jovem!... Deixe-me parabenizá-lo antes de respondê-lo! Afinal de   contas, você irá publicar esta entrevista onde? Deixarão você publicá-la,   mesmo?! É bom que você saiba de uma vez por todas que eu não tenho ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;papas na   língua’&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;, eu falo com a autoridade profética que o meu Senhor me   concede!... Acima de tudo, hoje eu sou crente em Jesus, lavado e purificado   pelo Seu precioso sangue e tenho a mais cristalina convicção que o meu nome   já está registrado no Livro da Vida do Cordeiro e para sempre, mas tem muita   ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;gente boa’&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt; que não crê assim!... E você   sabe disso muito bem! Hoje o ‘evangelho’ que se prega por aí   afora, é uma pouca vergonha, uma forma agravante ao bom nome do Evangelho! E   saiba: sou uma atalaia do meu Deus, haja o que houver, aconteça o que   acontecer, doa a quem doer!... Sou comprometido apenas e tão somente com o   meu Deus Todo-Poderoso. O povo de Deus está passando uma crise vergonhosa   muito grande de falta de identidade, esta é que é a grande verdade que   precisa ser dita com letras garrafais! Não se prega mais sobre e contra o   pecado, não se prega mais sobre inferno e céu, contra e sobre a idolatria   reinante cada vez mais neste país, por isso nossa pátria tão cheia de tantos   problemas morais e existenciais! Prega-se hoje um ‘cristianismo   antropocêntrico’ – isto é, centrado no homem – no lugar de   um verdadeiro cristianismo cristocêntrico – isto é, centrado em Jesus,   totalmente. Hoje está na moda, na &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;crista da onde&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;,   pregar-se um “&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;evangelho barato&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;”, uma “&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;graça   barata&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;”, prega-se por aí afora  um cristianismo sem   cruz, um “&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;cristianismo de clientela&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;”, e por isso   ridicularizam os que falam da Cruz de Cristo! O ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;evangelho&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’   de muitos ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;pregoeiros medalhões’&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt; é um ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;evangelho&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’   impotente, mascarado, que não transforma vidas, e apresentam um &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;deus&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt; não bíblico   que não mais arranca vidas preciosas do império das trevas, pois são ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;pregoeiros&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’   de um ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;evangelho&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’ de pura comercialização das coisas sagradas! Hoje o que   mais temos nos quatro cantos deste país, são ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;igrejas&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’   que já mais pregam sobre o ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;novo nascimento’&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;, razão   pela qual, há tantas ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;igrejas&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’   cheias de pessoas inteiramente vazias de Deus, sem nem uma experiência   pessoal e profunda com o Senhor Jesus da Cruz, as quais estão caminhando de   forma recreativa para o inferno, pois o Senhor Deus não teve outro plano para   “&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;tirar o pecado do mundo&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;” senão pelo sangue do   “&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo”&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;   (Apocalipse 13.8). Hoje só se prega as famigeradas “&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;bênçãos do   Senhor&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;” – eu não sou contra as bênçãos do Senhor, não;   anote ai com letras garrafais, faça-me o favor! – eu creio piamente nas   bênçãos que o  Senhor Deus quer derramar sobre todo o Seu povo, eu prego   sobre isso, anote aí, que eu creio em milagres, a minha vida é um exemplo de &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;que&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt; há   milagres operados pelo meu Deus e Senhor, mas muita ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;gente   boa’&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;, vive enganada e se queixando de ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;crente&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’,   mas não são verdadeiramente salvas, não passaram pela transformação de vida   através do milagre que o novo nascimento realiza, pela instrumentalidade do   Espírito Santo. E por assim estarem,  não demonstram  nenhuma   mudança radical em suas vidas e, por causa disso, não têm nem um compromisso   com o Senhor das bênçãos! Anote isso aí, meu filho! Não deixe de publicar   isso, doa a quem doer!...&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;b&gt;8 – Pelo que entendi, vivemos então um ‘cristianismo’   mais empresarial do que libertador?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Pr. Barbosa Neto &lt;/span&gt;-  Não tenha a menor sombra de dúvidas! E salve-se quem   puder!... Agora a ‘&lt;i&gt;onda&lt;/i&gt;’ é a do ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;oba-oba&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’&lt;i&gt;’&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;! É a   ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;troca’&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt; de valores com o ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;deus   empresário’&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;... É a lei do ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;quem dá mais’&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt; e   ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;toma lá e dá cá’&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;... Hoje existem &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;‘pregoeiros&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt; &lt;i&gt;expert&lt;/i&gt;   , muito bem pagos a preço de ouro, para descobrirem &lt;u&gt;em que as pessoas   crêem&lt;/u&gt;, para, a partir dessa crença mística, realizarem um trabalho   pedagógico exaustivo de aproximação, apresentando a um universo de carentes e   desamparados e desassistidos, uma nova modalidade de um protestantismo   sincrético. E o famigerado neopentecostalismo encontrou a mesa posta para   apresentar os seus ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;produtos&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’. A demanda sobre   determinados bens simbólicos, no campo religioso riquíssimo, é visível a olho   nu. Daí o emprego de tanta eficácia mágica, consumida pela grande maioria do   povo brasileiro, místico de nascença: “&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;água   abençoada&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;”, “&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;óleo ungido&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;”,   “&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;manto sagrado&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;”, “&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;mesa   branca energizada&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;”, “&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;óleo de Israel&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;”,   “&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;rosa ungida&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;”, “&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;areia do   deserto do Sinal&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;”, “&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;fogueiras santas&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;”   e tantas outras baboseiras, que ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;fiéis&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’   crêem que tais objetos e rituais têm a capacidade de proteger a casa, o   indivíduo e as relações sociais de todos aqueles males atribuídos e   personalizados na figura de satanás. E estes ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;pregoeiros&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’   do neopentecostalismo trabalham com a idéia de que esses rituais e   procedimentos estão contidos numa continuidade com o mundo mágico das   religiões afro-brasileiras e do catolicismo popular. Um prato cheio para   todos os gostos e matizes! &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;E isso dá muito dinheiro!&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt; Diante   deste quadro ostensivamente visível aos nossos olhos, enfraquece-se a rígida   separação entre “&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;fé cristã&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;” e “&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;paganism&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;o”,   implicando em uma “&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;hinduinização&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;”,   “&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;maometanização&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;” ou “&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;budinização&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;”   do cristianismo. Um falso ‘&lt;i&gt;cristianismo&lt;/i&gt;’. E a moda, a   ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;onda&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’ agora nos círculos neopentecostais é a “&lt;i&gt;umbandinização&lt;/i&gt;”   de sua visão de mundo e de discurso. E todos os seus ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;pregoeiros&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’   em suas ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;sessões de descarregos’&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;, paramentados   devidamente como os ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;pais-de-santo’&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt; do   pentecostalismo moderno, usando o mesmo linguajar dos umbandistas. A bem da   verdade, no meio hoje de quase todas as denominações tidas como ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;tradicionais&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’,   há ranços de ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;neopentecostalismo&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’, pois há pouco tempo,   seus ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;medalhões&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’ descobriram a ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;pólvora&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’,   isto é, que ali naquela filosofia de eficácia mágica, estão diante de um   quadro de pluralismo religioso, cuja estratégia é localizar nichos de pessoas   insatisfeitas, provocando nelas estímulos diferenciados a fim de atraí-las   para novas ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;experiências religiosas&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’. O neopentecostalismo   que aí está, surgiu no mundo por volta dos anos 70, período em que também   começou a famigerada “&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;teologia da prosperidade&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;”   a qual invadiu 90% dos arraiais do cristianismo bíblico, um veio de ouro para   os ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;espertalhões dos púlpitos’&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt; que levam divisas   arrecadadas às montanhas, sem um mínimo de ética e de postura cristã,    para os assim-chamados ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;paraísos fiscais’&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt; –   sua ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;pátria celestial’&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;!!  O Senhor Jesus precisa   voltar logo para buscar o que ainda resta da Sua   Igreja!     &lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;  &lt;b&gt;9 – Um dos argumentos mais usados e ensinados aos fiéis da ICAR, é   que “Cristo deixou apenas uma Igreja na Terra fundada por   Pedro”... O senhor também defendia a todo o custo a   “igreja” na idéia de templo construído de pedra? E hoje, como   Pastor? Qual o verdadeiro significado de “Igreja de Cristo”?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Pr. Barbosa Neto &lt;/span&gt;- E não poderia ser diferente, por isso eu era padre, nunca   se esqueçam jamais disso! A assim-chamada “Igreja Católica   Romana” sempre creu ser ela mesma “&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;o   sacramento das salvação, o sinal e o instrumento da comunhão com Deus e dos   homens”.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt; Isto é dogma de fé. Há um tripé no sustentáculo da fé   católico-romana: a Sagrada Escritura, a Tradição Cristã (conforme é   interpretada pela Igreja de Roma) e o assim-chamado ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;Magistério   da Igreja’&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt; (Católica). Diz o Novo Catecismo da Igreja Católica Romana,   assinado pelo falecido Papa João Paulo II, em 11 de outubro de 1992: “&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;Daí   resulta que a Igreja (Católica), à qual estão confiadas a transmissão e a   interpretação da Revelação (Bíblia Sagrada), não deriva a sua certeza a   respeito de tudo o que foi revelado SOMENTE da Sagrada Escritura. Por isso,   ambas (Sagrada Escritura e Tradição) devem ser aceitas e veneradas com IGUAL   sentimento de piedade e reverência&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;” # 82. (apoiado na   Constituição Dogmática sobre a Revelação Divina “&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;Dei Verbum&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;”   # 9 - de 18 de novembro de 1965). E diz mais: “&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;O   patrimônio sagrado da fé&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt; (‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;depositum fidei’&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;) &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;contido na   Sagrada Tradição e  na Sagrada Escritura, foi confiado pelos apóstolos à   totalidade da Igreja&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;” &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;(&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;Católica).   E sobre o ‘Magistério’ assim se expressa: “ &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;O ofício   de interpretar autenticamente a palavra de Deus escrita ou transmitida foi   confiada unicamente ao Magistério vivo da Igreja, cuja autoridade se exerce   em nome de Jesus Cristo, isto é, aos bispos em comunhão com o sucessor de   Pedro, o bispo de Roma&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;” – o papa. Isto é uma heresia!   O cristianismo bíblico só tem como única fonte de sustentação:  a Bíblia   Sagrada como única regra de fé e de prática. A assim-chamada “Igreja   Católica Romana” sempre pregou, desde a sua existência, a partir do ano   1052 d.C, que ela “&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;é a única Igreja de Cristo que no Símbolo&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt; (dos   apóstolos) &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;confessamos uma, santa, católica e apostólica&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;”.   Aqueles que tiveram conhecimento do documento “&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;Dominus   Iesus&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;” (Senhor Jesus), elaborado e assinado pelo então   todo-poderoso Cardeal Joseph Ratzinger, (atual Papa Bento XVI), e então   prefeito da “Congregazione per La Dottrina della Fede”   (Congregação para a Doutrina da Fé – ex-Santo Ofício, da ‘Santa   Inquisição’), cujo documento fala abertamente “sobre a unicidade   e a universalidade salvífica de Jesus Cristo e da Igreja”, o qual   recebeu a ratificação do decrépito e já falecido Papa João Paulo II em 16 de   junho e foi oficializado pela tal Congregação no dia 06 de agosto de 2000,   fala por si mesmo do que Roma pensa sobre a Igreja e além disso, revela a   farsa do ecumenismo!O documento é explicito: “&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;Existe   portanto uma única Igreja de Cristo, que subsiste na Igreja Católica   (Romana), governada pelo sucessor de Pedro e pelos bispos em comunhão com ele&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;”.   Diante destes documentos, que sejam tiradas as conclusões que se fazem   necessárias, para o bom senso... Sou crente em Jesus, e, no século, sou   Batista, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;alicerçado nos fundamentos da fé cristã&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;,  com   muita convicção. E,  como tal,  entendo ser a Igreja de Cristo, uma   congregação local de pessoas regeneradas e batizadas após profissão de fé,   pois é neste sentido que a palavra Igreja é empregada no maior número de vezes   nos livros do Novo Testamento. Também podemos definir a Igreja como uma   sociedade civil auto-governativa, de natureza religiosa, constituída de   acordo com as leis do país, sem fins lucrativos, composta de um número   ilimitado de pessoas sem distinção de sexo, raça, idade ou condição social,   convertida a Jesus Cristo e batizada conforme as doutrinas e práticas do Novo   Testamento, que tem como finalidades: reunir-se para prestar culto a Deus,   estudar a Bíblia Sagrada, proclamar o Evangelho, promover a obra missionária   no mundo inteiro, praticar a beneficência e administrar os seus próprios   negócios. Como povo chamado Batista, cremos ser a Bíblia Sagrada a nossa   única regra de fé e prática, plena liberdade de consciência e livre acesso de   cada ser humano à Verdade revelada nas Escrituras, ao sacerdócio universal   dos salvos, ao batismo exclusivamente por imersão total, de pessoas que   aceitam pessoalmente e voluntariamente a Jesus Cristo como Salvador e Senhor,   no significado memorial e simbólico dos elementos da Ceia do Senhor, adotamos   a forma de governo democrático-congregacional, sendo cada igreja local   altamente soberana e auto-reprodutiva, dando origem a outras igrejas locais   sem qualquer interferência externa de &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;comunhão&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt; ou convenção   ou associação, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;e&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt; adotamos a separação entre Igreja e Estado, e adotamos a   inexistência de uma sucessão histórica, quer pessoal (sucessão apostólica),   quer doutrinária (antipedobatismo) na identificação da sua autenticidade como   Igreja Cristã, caracterizada apenas pela sua fidelidade às doutrinas   inseridas no Novo Testamento. A Igreja é um fenômeno sobrenatural. A Igreja   transcende à sua própria história! Todos os agrupamentos humanos são formados   seguindo leis da dinâmica social. A Igreja, porém, não é uma iniciativa do   ser humano para atender às suas necessidades naturais. Ela é um evento   sobrenatural: na sua origem: “&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;Edificarei a minha Igreja&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;”,   disse Jesus em Mateus 16.16; na sua mensagem: “&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;O poder de   Deus&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;” (Romanos 1.16); no efeito da sua mensagem, a   regeneração: “&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;Quem não nascer da água e do Espírito não pode entrar no Reino de   Deus&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;” João 3.5); no seu destino eterno: “&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;e reinarão   para todo o sempre&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;” (Apocalipse 22.5). “&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;As portas   do inferno não prevalecerão contra ela&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;” em Mateus 16.16   significa que a Igreja é transcendente, imortal, e porque todos os que dela   fazem parte têm a vida eterna! Isto é o fenômeno da Igreja de   Cristo!   &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;b&gt;10 – O senhor vê com bons olhos as subdivisões por denominações no   protestantismo?&lt;br /&gt;  &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Pr. Barbosa Neto &lt;/span&gt;-  A Igreja está encarnada no humano, portanto   sujeita a falhas, as mais crassas que possamos imaginar, não nos esqueçamos   disso, jamais! Com freqüência as pessoas vêem cada vez mais se multiplicando   e imaginam que cada uma representa uma fé ou religião diferente. Não é bem   assim!  Há diversas denominações cristãs, sim, mas todas as igrejas   autênticas defendem as mesmas verdades essenciais referentes a Jesus Cristo.   Não é nossa intenção arbitrar entre as muitas denominações cristãs ou   apresentar nossos próprios veredictos sobre a validade das diferenças entre   os cristãos. Quando uma denominação defende os pontos &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;fundamentais   e&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt; essenciais da fé bíblica referente a Deus, a Jesus Cristo, seu   nascimento virginal, sua divindade e humanidade, suficiência das Sagradas   Escrituras, pecado, salvação, volta de Jesus, então esse grupo é considerado   genuinamente cristão. Questões periféricas (como tipo de culto, estilo de   música, usos e costumes, doutrinas que não são essenciais – como   batismo com o Espírito Santo e a contemporaneidade dos dons espirituais   – isso não determinam o cristianismo de alguém ou de uma igreja, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;este é o   meu ponto particular de crer&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;.  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;Anote aí, faça-me o favor!&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt; Há   lugar para a diversidade dentro da unidade da Igreja, que é chamada de o   Corpo de Cristo. A suposição de que toda fé finalmente conduz a Deus não é   certa e nem verdadeira, fujamos de tal comunhão, e tomemos firme posição   sobre as reivindicações exclusivas e válidas de Jesus Cristo como o Senhor   absoluto e o único caminho para a salvação e paz com Deus. &lt;br /&gt;                                &lt;wbr&gt;                              &lt;wbr&gt;                              &lt;wbr&gt;                              &lt;wbr&gt;      &lt;br /&gt;  &lt;b&gt;11 - Pastor, como se deu essa conversão? Conte-nos um pouco de seu   testemunho...&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Pr. Barbosa Neto &lt;/span&gt;-  Meu Deus,  será que consigo colocar São Paulo   dentro de Fortaleza, minha cidade natal?!... Eu escrevi sobre isso, em um   modesto livrinho – “&lt;b&gt;Confissões Surpreendentes de um   ex-Padre”&lt;/b&gt; – de 156 páginas, o qual já está na terceira edição   ampliada, e você me pede para falar da minha vida, embora de forma resumida,   neste curto espaço que nos é concedido? Mas, já que você assim me pede e, tão   amorosamente,  com certeza tal depoimento irá satisfazer a muitos   queridos irmãos e irmãs, assim como irá ajudar a muitos católicos romanos   que, com certeza, irão também nos ler...  Então, tenham mais um pouco de   paciência comigo!...&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;  Sou ex-padre católico romano, tendo ingressado na assim-chamada “Ordem   Missionária dos Frades Menores Capuchinhos-OFMCap” aos 13 anos de   idade, em fevereiro 1959, recebendo o onomástico de “Frei Zacarias   Maria de Fortaleza-OFMCap” e fui ordenado sacerdote católico romano no   dia 11 de dezembro de 1971,  permanecendo naquela ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;ordem   religiosa&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’ até julho de 1976, quando pelo processo canônico de   ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;secularização&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’ ingressei no clero diocesano   católico romano, tendo permanecido na assim-chamada “Igreja Católica   Romana’ até 29 de dezembro de 1992. Foram 22 anos consecutivos de   exercício sacerdotal romano, além dos 11 anos de estudos em seminários menor   e maior, mais um ano de noviciado. Aceitei o Senhor Jesus como meu único e   suficiente Salvador e Senhor absoluto de minha vida, de maneira dramática e   atípica,  no dia 17 de setembro de 1992,  ficando no aguardo de   minha liberação canônica até a data acima mencionada. Fui trabalhar em vários   lugares e, capuchinho, é e sempre foi um perseguidor nato e implacável do   “&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;povo de Deus&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;”, e eu não podia fugir à regra!...   Isso tudo fazia parte da ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;espiritualidade’&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt; da   Ordem a qual eu pertencia!... E eu jamais esquecia que  era membro dela,   infelizmente!... Sinto-me, hoje, profundamente envergonhado!... Misericórdia,   meu Senhor!...  &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;  Era um perseguidor implacável do povo de Deus no interior do Ceará, meu   Estado natal, ao qual retornei quando da morte de meu pai, ocorrida no dia 15   de novembro de 1985, dia das últimas eleições que ocorreram naquela data.   Depois de 15 dias,  após o sepultamento, retornei a Santo André-SP, e em   poucos meses, pressionado pela família da parte de meu pai, vim   definitivamente para Fortaleza, pensando que poderia cuidar pessoalmente de   minha mãe,  que ficara viúva.  Mas ledo engano!...&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;  O padre sabe que tem mãe, sabe que tem pai (mesmo quando vivos), mas não tem   mais NEM UMA ligação afetiva com os seus pais!... Fora eu ensinado a &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;‘matar&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’   meus pais dentro de mim!... Acreditem-me!...  Quando entrei naquela   Ordem – lembro-me como se fosse hoje! – mo início  de    fevereiro de 1959, com 13 anos de idade (!), ao me despedir do meu Pai, o   qual se retorceu todo, para não me demonstrar o quanto ele estava ali   sofrendo pela dor da separação do filho ou  quando eu abracei a minha   Mãe, ah minha Mãe (!), ela se derramou toda em lágrimas e eu ainda a ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;ouço&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’   dizer: “&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;Meu filho, meu filho, por que, por que...  vou morrer de   saudades&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;!..”. Quero esquecer este fato, mas não consigo!... Está   ainda bem forte na minha mente!...   &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;  Quando adentrei e ultrapassei os umbrais daquele velho casarão do Seminário   Seráfico de Messejana – como era e ainda é conhecido o “Seminário   Nossa Senhora do Brasil”, da ‘Ordem dos Frades Menores   Capuchinhos’ – meu coração ficou apertadinho, apertadinho!... Só   eu sei o que eu passei naquele momento!... Mas a vontade de ser padre era   maior ainda, e valia a pena pagar um preço tão alto assim! Eu assim e assim   pensava e passei a agir com determinação e firmeza...&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;  Na primeira semana, foi uma beleza! Os novatos ou calouros receberam as   ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;boas vindas&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’ dos veteranos, com muitas   brincadeiras, muito futebol, uma maravilha!... Mas – sempre tem um &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;mas&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;, ô   conjunção coordenativa adversativa terrivelmente marcante! – passada   aquela semana, a vida normal teria de vir à tona, e caímos todos na   realidade!... Silêncio absoluto!... No primeiro momento, houve a &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;‘vestimenta&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’   e a ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;morte&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’ dos novos fradinhos!... Uma coisa macabra, diabólica,   satânica, acreditem-me...&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;  Há uma como ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;morte&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’ dos fradinhos para o mundo!... Ali, diante do Capítulo   (reunião secreta dos frades, ninguém estranho ali participa daquele ato   litúrgico) sem a participação de ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;estranhos’&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt; à   Ordem, capitaneados pelo todo-poderoso padre-superior, os novos fradinhos são   colocados no chão, dispostos e todos deitados, cobertos cada um por um pano   preto, simbolizando um esquife, e são entoadas antífonas fúnebres, pois ali   estão aqueles meninos que irão ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;morrer&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’   para o mundo!... Só que faz parte ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;desse mundo&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’,   os seus pais – mãe e pai – seus irmãos, (se os tiver), os seus   avós, os seus tios, os  seus primos, os  seus parentes e os    seus anteriores amigos!... E quem ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;morre&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’,   não tem mais necessidade de ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;alegria&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’   e nem de &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;‘tristeza’&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;... ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;Morto&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’   não ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;sorrir&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’ e nem se ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;entristece&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’   com as “&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;coisas deste mundo&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;”...  ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;Morto’&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt; não   sorri e nem chora!... ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;Morto&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’   não anda por aí afora ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;sorrindo&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’   e nem ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;chorando&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’, morto é morto e ponto final!... E tudo isso nos é   ensinado e passamos por esta ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;lavagem cerebral&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’,   durante TODO o longo período de seminário, acompanhado cada um de per si pelo   padre ‘orientador espiritual’, e ficamos  isolados   completamente  de nossos pais e familiares e amigos!...  Eu   suportei TUDO ISSO para ser padre!...Eu queria ser padre! A vontade e a   decisão, foram minhas!... Não houve nenhuma interferência de minha família, e   eu havia escolhido a pior e a mais severa das “&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;ordens   franciscanas”&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;, a dos Capuchinhos... E ali me ensinaram a ser determinado,   frio, apático!... Meus olhos ficaram ‘secos’ e meus lábios   pararam de ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;sorrir&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’ um sorriso verdadeiro!... Fiquei sem saber o que era   ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;emoção&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’... Acreditem-me!...&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;  E quem ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;morre&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’, não precisa mais de nome... Pra que nome em ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;morto’&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;?!...    Perdi o meu nome de berço!... Agora, iríamos ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;nascer de   novo&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’ para Deus e, acima de tudo, para a Igreja, para sermos   servo da Igreja, a “&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;santa madre&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;”!... Ser fiel a   ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;ela&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’, lhe  ser obediente cegamente , sem discutir   ordens!...Ali não se discute os porquês!... E quem ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;nasce de   novo&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’, precisa de um nome!...Um novo nome!...  E me foi   colocado o onomástico de “Frei Zacarias Maria de Fortaleza,   OFMCap”. Zacarias: onomástico; Maria: por causa das ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;nossas   senhoras&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’, e de Fortaleza: por ter nascido nesta cidade. Ou   simplesmente o “ Frei Zaca”, como intimamente os colegas me   chamavam... Isso foi muito forte na minha mente e no  meu   coração!...Ficaram marcas indeléveis em mim  até hoje!... Passei oito   (8) anos consecutivos, sem ver ou falar com os meus pais, e  morando na   mesma cidade!... Esta era e é a Regra...&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;  Quando fui transferido para outro convento-escola (seminário maior), me foi   dada a permissão de visitar meus pais e conviver com eles durante apenas 15   dias!... Eu não sabia mais o que eu estava fazendo ali naquela ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;casa’&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt; que não   era mais ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;minha’&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;, também... Ali, todos eram como   ‘estranhos’, para mim!... Fui para Parnaíba-PI, para o seminário   maior – Filosofia (3)e Teologia (4) e após o segundo ano de Filosofia,   pára-se de estudar para  um ano de noviciado, no convento da Serra de   Guaramiranga-CE, onde ali não é permitido falar normalmente com ninguém   (colegas), silêncio absoluto,  uma vida inteiramente contemplativa, de   muitos sacrifícios,  para ‘provar’, ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;testar&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’   a nossa vocação... Muitos não suportam, e vão embora, retornam para casa...   Eu suportei...&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;  Como já foi frisado acima, fui ordenado padre-capuchinho no dia 11 de   dezembro de 1971, em Santo André-SP. Se os meus pais viessem participar, tudo   bem; se não viessem, não teria a menor importância para mim!...  Isso me   foi ensinado, assim!... Oito dias após, vim a Fortaleza, celebrar a minha   “&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;primeira missa&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;” para meus familiares. Mas não pude   ficar com meus pais apenas um ou dois dias, pois no dia seguinte àquela   celebração festiva, retornei a Santo André-SP, imediatamente... A ordem e a   determinação é essa, e ordem não se discute e não se pode questionar nem em   sonho!... O padre capuchinho ‘não tem’ mais família... Sua   família é a Igreja!...  A ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;santa madre’&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;   Igreja!... Ela sim, é a nossa mãe!...&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;  Após ordenado, fui ‘emprestado’ à Diocese de Bauru-SP, onde   trabalhei por cinco anos consecutivos, como  pároco de uma paróquia, e   tudo, tudo que eu ganhava, o meu salário, teria que ser entregue até o último   centavo ao meu Superior!... Para que frade capuchinho com dinheiro no bolso?   Não fez ele juramentos e votos solenes e perpétuos, prostrado ao chão   completamente e beijando o pé direito do seu Superior?  Votos de “&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;obediência,   POBREZA e... castidade&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;”?!... (Bem, ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;castidade&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’,   é outro ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;departamento’!&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;... Agora não dá ou não há   espaço para ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;explicar&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’, pois precisarei  ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;escrever&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’   um como  outro livro para colocar tudo às claras, deixar que tudo venha   à tona!... Agora não dá, entendem?!...  Mas isso não é ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;tão&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’   importante no meio do clero católico romano, por causa da força do tal do   ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;sacramento da Ordem’&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;, o qual é superior ao homem...   O padre é simplesmente proibido de casar-se por força de decreto canônico,   mas casar-se, porém a “&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;santa madre&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;”   não interfere na vida privada padre, pela força do tal sacramento... Se suas   atividades particulares não chegarem ao conhecimento dos seus paroquianos,   tudo está em perfeita paz e harmonia!... Com a bênção do seu bispo, claro!...   Pois “&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;onde está o bispo, aí está a Igreja&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;”!   Ele é a Igreja!...  &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;  Cinco anos após ter sido ordenado e já trabalhando em paróquia, fui orientado   pelos meus novos amigos e companheiros do clero diocesano romano, a    solicitar minha ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;secularização&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’,   para ser bem mais ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;livre&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’... E dei entrada ao   processo canônico de secularização, para vir a fazer parte do assim-chamado   ‘clero diocesano’... Deixei a Ordem, mas jamais pensei em deixar   a Igreja, a qual era a minha vida!... No primeiro dia que passaram a me   chamar de “&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;Padre Barbosa&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;” – acreditem-me!  –   eu demorei alguns segundos para entender que o meu nome mesmo era   “Padre José BARBOSA de Sena NETO”.  Eu havia perdido a minha   identidade, eu havia até mesmo  me ‘esquecido’ do meu   próprio nome!... Acreditem-me!... &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;  Quando meu pai faleceu – e eu havia falado com ele horas antes, no dia   14 de novembro, por telefone -  vim a Fortaleza para o seu sepultamento.   Cheguei de madrugada, Lembro-me como se fosse hoje!... Ao chegar de   madrugada, encontrei meu pai ali, sendo ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;velado’&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt; em   câmara ardente, em casa, na sua casa,  na sala principal!...  Entrei   em silêncio, devo ter cumprimentado a uma ou a duas pessoas, no máximo, as   quais estavam ali na minha frente, aleatoriamente,  mas sem abraços, sem   nada (eu era um ‘estranho’ para a minha família! Aliás, eles é   que eram ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;estranhos&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’ para mim!...).  Mesmo de madrugada, a casa estava   cheia!.... E todos se acotovelaram, uns por cima dos outros, para ver o   padre-filho chegar!... Aproximei-me da urna devidamente ornamentada, segundo   às minhas ordens (havia dado ordens para comprarem para mim a melhor urna que   existisse na cidade, que depois eu acertaria...), olhei para o meu pai,   sereno, como se estivesse dormindo, passei a minha mão direita nos seus   cabelos totalmente brancos, no seu rosto, e senti que havia  sido feita   a barba  e me inclinei e beijei o  rosto frio de meu pai e o   abracei, demoradamente!!!... Mas,  nem uma lágrima!... Meus olhos   estavam secos!... Só o meu coração ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;chorava&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’   e se emocionava!...  Abracei minha mãe, beijei-a, mas sem nem uma   lágrima!... (“morto” não chora!...). A minha família em peso,   murmurou!... Com justa razão!... Não é para menos!...  - “&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;COMO um   filho, o único filho do casal, não chora diante do pai morto&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;?!”...   – diziam isso a boca pequena uns aos outros ao pé do ouvindo!...&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;  Fui eu que celebrei a ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;missa de corpo presente’&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt; de meu   pai, lhe ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;encomendei&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’ o corpo, e, ao terminar a cerimônia   fúnebre, me despedi dele, não mais como padre, mas agora como filho, seu   filho, seu único filho e  falei coisas marcantes que eu vivenciei com   ele, na minha infância, beijei-o e depois abracei-o demoradamente pela última   vez, mas nem uma lágrima rolou do meu rosto abaixo!... Todos ali, naquele   momento, se emocionaram e choraram, copiosamente... Menos eu!...Nem uma   lágrima!...&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;  Anos após, a mesma coisa aconteceu quando a minha mãe faleceu!... Celebrei   sua ‘&lt;i&gt;missa de corpo presente’&lt;/i&gt;, ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;encomendei&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’   o seu corpo, me despedi dela, contando e relembrando fatos marcantes ocorrido   nas nossas vidas, quando criança e todos choraram!... Menos eu!... De mim,   nem uma lágrima!... Só o meu coração &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;‘chorava’&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;!... No   silêncio da minha dor!...   Foi ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;isso&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’   que essa ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;igreja&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’ me ensinou!... ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;Isso&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’,   apenas ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;isso&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;!... &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;  Eu era um homem altamente insensível...  Pasmem, eu já estava no   processo de leitura e investigação verdadeira sobre o plano da salvação,   lendo e ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;comendo&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’ as Sagradas Escrituras, todos os dias.   Anteriormente,  já havia feito o ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;meu’&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt; curso   de bacharel em teologia, eu já não era ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;tão   inocente assim’&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;, mas fui covarde em  não dizer nada   para a minha mãe acerca do plano redentor realizado na Cruz do Calvário   “&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;uma vez para sempre&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;”,  que Jesus   já  havia realizado em nosso lugar!... Os juramentos que o padre faz,   aos pés de seus superiores, são muitos fortes e diabólicos!... &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;  Hoje, eu estou procurando servir integralmente ao meu Senhor, na mais   absoluta dependência dEle, tempo integral, sustentado por levantamento de   sustento por promessa de fé, colocando a minha vida ou o que ainda resta   dela, a Seu inteiro dispor, exatamente na cidade do Crato, no bairro   Independência, tentando plantar uma futura Igreja local, exatamente no bairro   onde eu fui pároco pelo espaço de três anos e meio, perseguindo de maneira   implacável ao humilde povo de Deus, na fanática e idólatra Região do   Cariri!... Crato é uma cidade universitária, com 135 mil habitantes, segundo   o último censo, estando a 538 km distantes de Fortaleza, extremo sul do   Estado do Ceará.&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;  Quantos ali perderam o seu emprego, o seu ganha-pão pelo simples ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;crime&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’   de serem ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;crentes em Jesus’&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;!... Imaginem o que eu tenho   passado, atualmente, na cidade do Crato, vizinha a cidade conhecidíssima de   Juazeiro do Norte, a do “&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;meo padim padi ciço&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;”,   conforme assim chamam o lendário Padre Cícero Romão Batista, os fanáticos   ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;romeiros nordestinos’&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;... Os últimos anos que passei   no exercício sacerdotal romano, foram exercidos na cidade de Quixadá –   Região do Sertão Central - terra berço da finada escritora Raquel de Queiroz.   Ali, a guerra contra os ‘crentes’, foi simplesmente terrível,   crudelíssima, implacável!...  Eu tinha horror a ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;pentecostal&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’,   pois para mim todos eles eram a figura personificado do Diabo, pois eles,   “&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;por falta do que melhor fazer&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;” – eu   pensava! – vinham pregar na praça da minha paróquia (sede da diocese,   imaginem!), nas tardes dos sábados, os ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;assembleianos&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’   e o seu pastor, um baixinho muito abusado e determinado - e os baixinhos são   sempre muito ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;abusados&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’ demais!...&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;  E como eu e mais alguns padres, tínhamos o ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;abençoado&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’   costume de nas tardes de sábado, após a ‘missa dos feirantes’, às   13 horas, depois de casar ou batizar a seus filhos, de irmos,   solenemente,  tomar ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;umas-e-outras’&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;,   santamente,  após a ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;santa missa’&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;, suado,   eu trocava de roupa, e na companhia de outros colegas de cidadezinhas   próximas, que já se encontravam na casa paroquial me aguardando,    saíamos daquela  casa às pressas, e atravessávamos a praça da matriz e   do outro lado de lá estava uma lanchonete, na qual já havia  reservada   de forma cativa de uma mesa – a “&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;mesa dos   padres&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;”-  estava assim escrito! -  e enquanto íamos   conversando e conversando e conversando, íamos esvaziando algumas garrafas   geladíssimas (!), e do outro lado da praça, por volta das 16 horas, chegavam   os ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;pentecas&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’, solenemente acompanhados de seu pastor, um baixinho   muito do abusado!... Não sei por que todo baixinho é abusado!... Mistério!...  &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;  E os meus queridos pregadores ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;assembleianos&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’   são um tanto quanto atípicos, convenhamos!... Prega um, depois outro e mais   outro e, no final, prega solenemente  o seu pastor!...É o ápice!... E   aquele homem baixinho, no final da sua fala, com dedo em riste, em direção a   todos nós, dizia: “&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;Jesus em breve vem&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;... &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;Ele está   às portas&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;... &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;Mas&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt; – novamente a   conjunção adversativa! -  &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;ficarão de fora os cães&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;   (apontando o dedo em riste pra todos nós!!!), &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;os   feiticeiros&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;... &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;os idólatras&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;... &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;os bêbados&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;... &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;e todo   aquele que ama e pratica a mentira&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;...”. Ah, eu ficava   simplesmente  irado!...Enlouquecido!... Queria por que queria ir até ao   baixinho abusado, esganá-lo com minhas próprias mãos!... Mas a turma do   “&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;deixa disso&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;” me segurava!... À noite, a ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;missa da   juventude’&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt; era uma ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;festa’... Sole&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;níssima&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;! Uma &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;apoteose&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;!.... Também,   poderá!... Todos nós estávamos – digamos - ligeiramente no ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;clima&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’   da festa, todos &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;‘altamente’&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt; refrescados pelo conteúdo das   geladinhas!...Misericórdia!  E o paroquiano ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;vê’ &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;isso,   mas não consegue ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;e&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;nxerga&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’!...   Até ajuda e acha bonito!... Pasmem!...   &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;  Eu era maldoso, cruel, temperamento muito, mas muito forte!... Em razão   disso, resolvi ‘esvaziar’ a igreja do pastor ‘baixinho   abusado’, (foi ele quem escreveu o prefácio de meu livrinho “&lt;b&gt;Confissões   Surpreendentes de um ex-Padre&lt;/b&gt;” de apenas 156 páginas, já na   terceira edição ampliada).   Saí durante quase 22 dias, visitando   todos os comerciantes existentes, meus paroquianos, estabelecidos    naquela  cidade, exigindo que fossem mandados embora, aquele homem, ou   aquela senhora, ou aquela moça ou aquele rapaz ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;crente&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’   que estivesse trabalhando naquele estabelecimento comercial porque era   ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;pecado mortal&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’ ter um herege trabalhando ali e   Deus não iria abençoar aquele estabelecimento comercial, afirmava, e, se não   fossem mandados embora, o comerciante não poderia participar da “&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;mesa da   eucaristia&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;”!... E  isso é muito sério em cabeça de católico   engajado em paróquia!... É um “&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;deus-nos-acuda&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;”!...   E ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;fiel&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’ é aquele que simplesmente obedece, sem discutir... Por   isso ele é chamado de FIEL...&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;  Muita gente perdeu o seu emprego!... E muitos tiveram que sair da cidade para   vir para a capital ou ir para uma outra cidade maior!... Numa cidade onde a   seca impera!... Imagine!...  Façam uma pálida idéia!...  Mas o que   mais me chamou a devida atenção foi o fato ocorrido com um capataz de uma   fazenda, cuja ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;cabeça&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’ eu dei ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;ordens&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’   para ser ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;degolada&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’, sem dó e nem piedade, para ser mandado embora, ele e   toda a sua família – na época, com esposa grávida de oito meses, uma   criança de colo e duas pequeninas no chão – só pelo fato de todos serem   ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;crentes&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;!... Eles foram me procurar na casa paroquial para “&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;agradecer   o mal que o senhor pensa que nos fez&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;”... Coloquei-os pra fora   de minha casa, aos empurrões, crianças caindo ao chão, uma loucura diabólica,   eu perdi a cabeça naquele dia!... Os detalhes eu não vou contar agora para   não ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;perder a graça&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’ do DVD que qualquer irmão ou irmã   poderá solicitar, para ter conhecimento dos detalhes! O que o Senhor Jesus   santamente ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;aprontou&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’ comigo, depois de muitos e muitos anos após este fato   ocorrido, após a minha conversão, na casa daquela família, ficou marcado e   indelével, para sempre, no meu coração!... Para sempre!... Esta é a beleza do   Evangelho!... Isto é que é Deus!&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;Mas&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt; – sempre há esta abençoada conjunção coordenativa   adversativa! – no dia que eu entreguei a minha vida totalmente ao meu   Senhor Jesus, ah, Ele me devolveu a alegria das lágrimas!... Eu chorei,    não o choro convulsionado dos desesperados, mas o choro suave, quente,   abundante dos que sabem se derramar de alegria extasiante, perante o seu   amado Senhor!...Hoje tenho a mais absoluta certeza que o Senhor Deus, em   Cristo Jesus, já perdoou todos os meus pecados, lavando-os com o Seu sangue   na Cruz e escreveu o meu nome no Livro da Vida do Cordeiro, para   sempre!  Louvado e engrandecido seja o Nome do Senhor! Para sempre!&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;b&gt;12 – Pastor, gostaria que o senhor dissesse algo para os nossos   amigos leitores que não conhecem Jesus Cristo de verdade ainda, e que também   mandasse um recado para nossos irmãos em Cristo.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Pr. Barbosa Neto -&lt;/span&gt; Que leiam as Sagradas Escrituras, dissociados do   assim-chamado “&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;magistério da igreja&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;” (&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;Católica&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;) ,   tirando as ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;viseiras&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’ romanistas e deixando que o Espírito Santo fale aos seus   corações. Pois a Escritura assim diz: “ &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;E   conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” e “se, pois, o   Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;”   – diz-nos o Senhor Jesus (João 8.32,36). Aos nossos irmãos em Cristo,   lavados e já purificados pelo Sangue precioso de Jesus, tendo o seu nome   escrito no “&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;livro da vida do Cordeiro&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;”, que permaneçam firmes   no Senhor, aguardando a Sua volta gloriosa, para vir buscar e levar a Sua   Igreja. &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;b&gt;13 – Como podemos entrar em contato com o senhor, para comprar seu   livro, DVD... E convidá-lo para ministrar a palavra em nossas igrejas?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Pr. Barbosa Neto&lt;/span&gt; -  É muito simples. Precisam saber que antes de eu ser   tradicional e membro de uma Igreja local, sou membro do Corpo de Cristo. Isto   é de fundamental importância. Peçam informações aonde e onde tenho realizado   conferências evangelísticas e de desafio missionário, se valeu a pena ou não,   se a aquela igreja anfitriã foi ou não abençoada e enriquecida e se o Nome do   Senhor Jesus foi ou não glorificado. Após isto, entrem em contato comigo,   através do seguinte endereço: &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;Pr. José Barbosa de Sena Neto   – Rua Carolino de Aquino, 38 – Bairro de Fátima – Fones:   (085) 3253.5038 ou 3226.3391 – 60.050-140 – FORTALEZA - CE&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;. Quem   desejar meu livrinho – “&lt;b&gt;Confissões Surpreendentes de um   ex-Padre&lt;/b&gt;” - R$ 23,00 – ou meu DVD do mesmo título – R$   20,00 – ou um DVD sobre “&lt;b&gt;Revelações sobre o Catolicismo Romano&lt;/b&gt;”    - R$ 15,00 – ou o meu CD (meu testemunho em áudio ao vivo) do mesmo   titulo – R$ 5,00 – é só depositar o respectivo valor em qualquer   agência ou caixa eletrônica do Bradesco – agência &lt;b&gt;2194-6&lt;/b&gt; e C/C &lt;b&gt;12.168-1&lt;/b&gt;   (em nome de &lt;b&gt;Ítala Rosa Barbosa de Sena&lt;/b&gt;, minha esposa, titular 1) e   enviar o respectivo cupom de depósito para o endereço acima, com seu nome bem   legível  e endereço completo com CEP, para que não haja embaraço nos   correios e aguardar que em poucos dias aquilo que foi solicitado chegar às   suas mãos. As taxas de correios já estão incluídas. Qualquer uma de nossas   igrejas genuinamente evangélicas, espalhadas por este Brasil imenso que   desejar a minha presença para uma série de conferências evangelísticas ou   missionárias é só entrar em contato. Eu não ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;cobro’&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;, nunca   ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;cobrei&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’ e jamais ‘&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;cobrarei&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;’   coisa nenhuma! Vivo e sobrevivo na mais total dependência de Deus, sendo   sustentado por levantamento de sustento por promessa de fé. Recebo ofertas de   amor e de sacrifícios, pois eu e minha família ainda não estamos   glorificados, precisamos nos alimentar e pagar as nossas contas para a nossa   mínima sobrevivência. Nada mais que justo. Solicitamos, apenas, as passagens   de ida e volta, de avião, que podem ser em vôos noturnos que são bem mais em   conta e hospedagem na casa pastoral e que divulguem o evento e os meus   materiais, pois a venda deles também provem o meu sustento e o de minha   família, esposa e de três filhos.  Nada mais que isso. Apenas isso. Mas   que marquem o evento com antecedência. Estou ao inteiro dispor para todo o   Brasil, capitais e interior.  &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;b&gt;14 – Onde o senhor encontra-se trabalhando?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Pr. Barbosa Neto &lt;/span&gt;– Encontro-me trabalhando na cidade do Crato, extremo   sul do Estado do Ceará, na vasta Região do Cariri, vizinha a cidade de   Juazeiro do Norte, onde fui pároco por três anos e meio, plantando uma igreja   batista local, no populoso bairro Independência. Crato é uma cidade   universitária, com uma população em torno de mais de 135 mil habitantes,   conforme o resultado do último censo. Orem em nosso favor e ajudem-nos com   suas ofertas de amor missionário e nos ajudem também a manter o nosso   programa radiofônico no ar – “&lt;b&gt;UMA HORA COM DEUS&lt;/b&gt;”   – levado ao ar às segundas-feiras, das 8 às 9 hs da manhã, na Rádio   Araripe do Crato, AM, lançado em outubro de 2007, o qual já está muito bem   ouvido em toda a vasta região do Cariri, pela força da penetração que ainda o   rádio exerce no sertão nordestino. Quem desejar assim fazê-lo, poderá   realizar qualquer depósito na conta Bradesco acima já mencionada. De já o   nosso muito obrigado, em o Nome de Jesus! Saibam todos que serão muito   abençoados, abundantemente! Não &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;tenham&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt; a menor   sombra de dúvidas! E quem assim o fizer, generosamente, receberá o meu CD   autografado, é só nos comunicar o seu depósito, através do endereço também   acima mencionado.&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;b&gt;15 – Foi um prazer enorme falar com o senhor, e que Deus o abençoe   sempre! A paz do Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo!&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Pr Barbosa Neto&lt;/span&gt; -  O prazer foi todo meu! Fiquem todos na Paz do Senhor!   O Senhor Deus os abençoe, rica e abundantemente! Esta é a minha sincera   oração!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;link style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);" rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CKatia%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;o:smarttagtype style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);" namespaceuri="urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" name="PersonName"&gt;&lt;/o:smarttagtype&gt;&lt;o:smarttagtype style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);" namespaceuri="urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" name="metricconverter"&gt;&lt;/o:smarttagtype&gt;&lt;link style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);" rel="themeData" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CKatia%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx"&gt;&lt;link style="font-weight: bold; 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