sexta-feira, 30 de maio de 2014

VISITA À CARDOSO MOREIRA-RJ - Palavra Pastoral


É uma honra está visitando e pregando no encerramento do mês de maio, Mês da Família, na Igreja Batista Central de Cardoso Moreira.

Chamo-me Pr. José BARBOSA de Sena NETO. Fui integrante durante 34 anos da “Ordem dos Frades Menores Capuchinhos-OFMCap”, e destes 22 anos como sacerdote católico romano. Fui ordenado padre no dia 11 de dezembro de 1971, em Santo André-SP. Se necessário fosse, além de me dissociar totalmente de minha família desde os meus 13 anos de idade, teria dado minha própria vida a assim-chamada Igreja Católica Romana. Atendia pelo onomástico: Pe. Frei Zacarias Maria de Fortaleza, OFMCap. Não fui um padre frade capuchinho qualquer. Servi a minha província com todo o meu empenho e dedicação exclusiva.  Jamais pensei em deixar o sacerdócio católico romano. Mas um grande impacto aconteceu em minha vida.

Após longos anos servindo à hierarquia romana, certo dia debrucei-me com afinco sobre as Sagradas Escrituras, a inerrante Palavra de Deus, e deixei que o Espírito Santo trabalhasse e falasse ao mais profundo do meu coração. E pouco a pouco fui descobrindo a tremenda disparidade entre aquilo que fui ensinado e cria, com as palavras registradas na Bíblia Sagrada, as Sagradas Escrituras.

Tomei um susto tremendo ao constatar que durante boa parte de minha vida, havia pregado e ensinado e vivenciado um amontoado de heresias, como por exemplo que “são necessários os sacramentos para a salvação” – conforme assim proclama a Igreja Católica Romana.

 Preguei e ensinei e vivenciei ao longo dos anos o que o Catolicismo Romano ensina: “que uma pessoa pode ser aceita por Deus devido à observação de sacramentos” – invenção de homens no decorrer dos séculos. Ensinei e vivenciei aos meus fiéis paroquianos “que as boas obras feitos pelos santos, que vão além do necessário para sua própria salvação, podem ser guardadas e usadas por outros, como a frequência a igreja, as missas, a reza do rosário e terço, que são uma ‘cristianização’ advinda do paganismo, o uso de medalhas de todos os tipos, os crucifixos de um Cristo morto e ainda pregado na cruz, podem receber méritos passíveis e podem ser guardados para o uso de outras pessoas.

Preguei que o Catolicismo Romano ensina que “os homens podem satisfazer a justiça de Deus através dos seus próprios sofrimentos”, citando a Seção V, capítulo 16 do Concílio de Trento, ainda em pleno vigor.  Preguei que o Catolicismo Romano ensina e atribui muito da punição pelos pecados dos católicos sobre o próprio pecador, no ‘purgatório’ lugar inexistente e totalmente desconhecido das Sagradas Escrituras, criado no ano 593 d.C, por decreto papal. Ensinei que o Catolicismo Romano magnifica os méritos das obras dos homens, o qual ensina que a salvação pode ser merecida, ganhada ou atingida como recompensa pelas boas obras dos homens.

No entanto, descobri que as Sagradas Escrituras, a Palavra de Deus, ensinam totalmente diferente!

Descobri pelas Escrituras Sagradas que a doutrina bíblica da justificação mediante a fé proclamada e ensinada pelo Apóstolo Paulo, lança por terra todo o engodo do sistema do sacramentalismo romanista! O Apóstolo Paulo diz que a salvação vem pela fé e não pelas boas obras. “Concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé, independente das obras da lei” (Romanos 3.28).  E ele diz mais: “Mas, àquele que não pratica, porém crê naquele que justifica o ímpio, a sua fé lhe é imputada como justiça” (Romanos 4.5).

Segundo a Palavra de Deus, a justificação é recebida única e exclusivamente mediante a fé. Paulo em Romanos 1.16 diz: “Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê”.

A salvação é por graça, que é favor imerecido. O apóstolo Paulo diz: “Mas, se é por graça, já não é pelas obras; de outra maneira, a graça já não é graça”. (Romanos 11.6). E em Efésios 2.8-9 Paulo escreve: “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isso não vem de vós; é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie”. Será que os católicos romanos sabem ler e interpretar as Sagradas Escrituras?

A doutrina da justificação é fundamental da fé cristã bíblica, a qual tem sido o campo de batalha acirrada entre católicos romanos e evangélicos bíblicos, que há séculos e séculos é defendida e vem se mantendo firme até os dias de hoje. Os católicos romanos quando são confrontados pelos evangélicos concernente a esta doutrina cristalina, ficam enfurecidos porque não tem argumentos bíblicos para nos rebater... E partem para o ataque irreverente, deselegante e desonesto, porque não encontram fontes bíblicas para nos combater e nos dizer que estamos errados!

Justificação é termo legal. É uma transação legal que se localiza completamente fora de nós. Tudo é feito por Deus e nada é feito pelo homem, pelo justificado. A justificação é o oposto da condenação. Nela o pecador é DECLARADO JUSTIFICADO, pelos méritos de Jesus Cristo, perdoado para sempre e lhe é dado direito a bem-aventurança eterna. É isso que a Bíblia Sagrada diz claramente!

A justificação é baseada sobre a justiça de Jesus cristo que foi satisfeita e aceita por Deus na Cruz do Calvário, na qual Ele morreu por nós, em nosso lugar “uma vez para sempre” (Hebreus 10.10). Na ‘missa’ Jesus Cristo morre toda vez que o padre assoma ao altar. Isso é uma afronta, uma negação da eficácia do sacrifício vicário de Jesus Cristo realizado há mais de 2 mil anos. A ‘missa’ é um tremendo de um sacrilégio e o povo católico romano é ensinado a crê desta maneira antibíblica.

Um aspecto essencial da justificação bíblica é a questão da imputação. Imputar alguma coisa significa creditar algo em favor de uma pessoa ou considerar algo pertencente a uma pessoa. A justificação envolve a não imputação do pecado e a imputação da justiça a uma pessoa. Na justificação que o Apóstolo Paulo pregou e ensinou, os pecados de uma pessoa não são mais imputados a ela e a ela atribuídos, mas, ao mesmo tempo, a justiça de Jesus Cristo é imputada ou creditada em seu favor, sem nada merecer. Os méritos são do Senhor Jesus Cristo! Por que a Igreja Católica Romana não ensina isso aos seus fiéis, já que diz crer na Palavra de Deus?

Segundo a Palavra de Deus, um cristão bíblico não é justificado pelo que Deus tem trabalhado nele, mas pelo que Cristo fez por ele na Cruz.  A obra de Cristo na Cruz do Calvário, por nós foi feita inteiramente fora e independente de nós. Cristo viveu uma vida perfeita por nós e morreu por nossos pecados! Eis aí a grande diferença!

A fé é o meio pelo qual se recebe a justificação de Deus. A fé em si não faz parte de nossa justificação. A fé não é a causadora da justificação. Pelo contrário, é Deus o causador da justificação! O apóstolo Paulo diz que não somos justificados pelas obras, mas mediante a fé “Sabendo que o homem não é justificado pelas obras da lei, mas pela fé em Jesus Cristo, temos também crido em Jesus Cristo e não pelas obras da lei, porquanto pelas obras da lei nenhuma carne será justificada”. Gálatas 2.16.)  

Portanto, a justificação é recebida unicamente mediante a fé. O apóstolo Paulo diz categoricamente: “ ...bem-aventurado o homem a quem Deus imputa a justiça sem as obras”. (Romanos 4.6).

O fato de a justiça vir unicamente mediante a fé salvadora tem uma importância crucial para a salvação dos pecadores e até alguns católicos romanos esclarecidos compreendem isso. O escritor católico romano Philip Hughes, em seu livro “Uma História Popular da Igreja Católica” diz, na página 176 que, “se somente a fé no Senhor Jesus Cristo salva, então toda a estrutura tradicional (do Catolicismo Romano) é vazia e desnecessária, como as missas (que não podem perdoar pecados), os sacramentos, o sacrificante sacerdócio romano, o ensino da hierarquia (romana), as práticas de penitências, o ascetismo, o hábito da autoprivação, as rezas (repetitivas do rosário e do terço). Essas coisas são um estorvo, um enorme engano, um terrível sistema de mentiras que, portanto, deve ser varrido e destruído por completo”.

É seguramente significante que a Epístola de Paulo aos Romanos, que tem muito a dizer sobre a justificação pela fé sem obras, tenha sido escrita pelo Apóstolo para a cidade pagã que mais tarde tornou-se o centro do Catolicismo Romano. É como se a Epístola de Paulo aos Romanos tivesse sido planejada como um permanente protesto de Deus contra os erros e heresias do catolicismo Romano que se arrasta há 17 séculos de acréscimos por decretos papais contrários às Sagradas Escrituras. E como os católicos romanos não tem familiaridade e intimidade com as Sagradas Escrituras, engolem aquilo que o Romanismo lhe enfia garganta abaixo...

Ou você crê no Evangelho genuíno e recebe, pela fé, o dom gratuito de Deus que é a salvação eterna ou crê nas tradições heréticas e pagãs da assim-chamada Igreja Católica Romana de que a salvação deve ser recebida como recompensa das boas obras. O apóstolo Paulo diz: “Porque somos feituras suas (de Deus), criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas” Efésios 2.10).

A simplicidade das Sagradas Escrituras estão em total e completo contraste com a gama de doutrinas esdrúxulas e heréticas e antibíblicas do Catolicismo Romano. Quem ousa nos rebater, mas com a Bíblia Sagrada aberta...

No domingo, pela manhã, 9h, estaremos ministrando um seminário sobre “Catolicismo Romano à luz das Sagradas Escrituras”, mostrando os documentos dessa igreja e confrontando-os com a inerrante Palavra de Deus. Venha saber o que é o Catolicismo Romano. Você está cordialmente convidado.

No sábado à noite, 31 de maio, 19h, estaremos falando aos casais: “Respeito: O Segredo para um Relacionamento Conjugal de Sucesso” e no domingo à noite, 19h, também falaremos aos casais: “Desejo de mudança para alcançar Sucesso Conjugal”.

Venha e traga a sua família! O Senhor Deus tem uma bênção especial para a sua família!



Igreja Batista Central de Cardoso Moreira.
Rua Joel Reis, 134 – Centro
Cardoso Moreira – RJ.

pastorbarbosaneto@gmail.com             

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

SERMÃO PARA O ANO NOVO 2014

PORQUE PARA DEUS NÃO HAVERÁ IMPOSSÍVEIS EM TODAS AS SUAS PROMESSAS
                                   Lucas 1.37

INTRODUÇÃO:

·       Nosso propósito nessa última mensagem do ano 2013 é apresentar o versículo que foi escolhido pela própria igreja para nos servir de moto para todo o ano de 2014.

·       O versículo escolhido foi Lucas 1.37 que diz: “PORQUE PARA DEUS NÃO HAVERÁ IMPOSSÍVEIS EM TODAS AS SUAS PROMESSAS”.

O contexto em que esse versículo foi dito é o do diálogo que o anjo Gabriel teve com Maria quando veio anunciar à mesma que: Lucas 1.35 — “Descerá sobre ti o Espírito Santo, e o poder do Altíssimo te envolverá com a sua sombra; por isso, também o ente santo que há de nascer será chamado Filho de Deus”.

·       Como um sinal que isso iria mesmo acontecer, já que os judeus gostavam tanto de sinais, o anjo diz a Maria o seguinte: Lucas 1.36 — “E Isabel, tua parenta, igualmente concebeu um filho na sua velhice, sendo este já o sexto mês para aquela que diziam ser estéril”.

·       A citação de Isabel é muito importante nesse contexto, porque ao contrario de Maria — mulher jovem, porém noiva, mas que ainda não havia consumado seu casamento — Isabel era uma mulher idosa, que havia sido estéril toda sua vida e seu marido, o sacerdote Zacarias já era também um homem de idade avançada. Mesmo assim, Deus permitiu que aquele casal de idosos tivesse um filho que conhecemos pelo nome de João batista.

·       Então eu quero que vocês notem que as circunstâncias são irrelevantes para Deus quando ele decide intervir. De um lado temos uma menina de 13 anos e que nunca havia se deitado com homem nenhum e do outro temos uma mulher idosa e estéril e para essas duas mulheres Deus faz poderosas promessas de que seriam mães, em breve.

·       Isso nos serve de excelente pano de fundo para o nosso verso do ano que é:

PORQUE PARA DEUS NÃO HAVERÁ IMPOSSÍVEIS EM TODAS AS SUAS PROMESSAS

I - “PARA DEUS”...

A. O Deus aqui mencionado é o único Deus verdadeiro. Ele é chamado por vários nomes:

·   -    אֵל עֶלְיוֹן — El Eleyon — Deus Altíssimo — ver Gênesis 14.18—19. Este Deus é aquele que possui שָׁמַיִם וָאָרֶץ — shamayim vaaretz — os céus e a terra, ou seja, Ele é o Senhor de todo o universo. Ele é Aquele que tudo pode, que tudo faz segundo seu próprio conselho e que nenhum dos planos que faz pode ser frustrado — ver Jó 42.2 — “Bem sei que tudo podes, e nenhum dos teus planos pode ser frustrado”. Deus é aquele em cuja presença só podemos nos abominar a nós mesmos e nos arrepender no pó e na cinza — ver Jó 42.5—6 — “Eu te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos te veem. Por isso, me abomino e me arrependo no pó e na cinza”. 

·       Não há espaço para a arrogância humana diante do Deus Altíssimo. De fato, quando Deus olha para todas as nações da terra — incluído aquelas que fazem parte do chamado G-8 — ele as considera menos do que nada, como se fossem um verdadeiro vácuo — ver Isaías 40.17 — “Todas as nações são perante ele como coisa que não é nada; ele as considera menos do que nada, como um vácuo”. 

·    -   אֵל שַׁדַּי — El Shadday — Deus Todo-Poderoso. Como Deus Todo-Poderoso Deus pode fazer promessas que são impossíveis aos homens, mas que Deus é capaz de cumprir.  O nome fala de “poder” e, poder combinado com “promessa” cria o terreno propício para o surgimento da fé! Nos dias do Novo Testamento os cristãos traduziram este nome por παντοκράτωρ — Pantocrátor — Todo-Poderoso — ver II Coríntios 6.18 — “Serei vosso Pai, e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-Poderoso”.

B. As implicações deste nome de Deus podem ser resumidas nas seguintes ideias:

 1. Como aconteceu com Abraão e seus descendentes, e por causa de Abraão, nós também fomos escolhidos e chamados para fazer parte do povo de Deus. Deus faz uma aliança conosco onde Ele se compromete a “habitar e andar no meio de nós”, “ser o nosso Deus” e, onde nos comprometemos a ser Seu povo — ver II Coríntios 6. 16 — “Que ligação há entre o santuário de Deus e os ídolos? Porque nós somos santuário do Deus vivente, como ele próprio disse: Habitarei e andarei entre eles; serei o seu Deus, e eles serão o meu povo”.

2. Por causa da nossa eleição, em Cristo, Deus nos amou antes da fundação do mundo e, quando surgimos neste mundo, Deus nos protege, nos ensina o que precisamos saber para alcançar a salvação, e nos conduz a Cristo — ver Romanos 8.29—30 — “Porquanto aos que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos. E aos que predestinou, a esses também chamou; e aos que chamou, a esses também justificou; e aos que justificou, a esses também glorificou”.

3. A todos estes privilégios corresponde o nosso compromisso de honrar a Deus, especialmente mediante a obediência ao que Ele deseja, o que pode ser resumido nas seguintes máximas: “Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todas as tuas forças e de todo o teu entendimento; e: Amarás o teu próximo como a ti mesmo” — Lucas 10.27.
4. A questão do relacionamento entre Deus e os crentes de todas as eras, trata: da confiança que devemos ter em Deus da fé e do empenho,  sincero em fazer a vontade d’Ele.

5. Além disso, Deus se revelou com o אֱלֹהִים – Elohiym – que fala de Deus como o Criador e sustentador de todas as coisas.

·       Mas, de todos os nomes que Deus usou para se revelar, nenhum é tão especial quanto este representado pelo tetragrama inefável representado pelas letras hebraicas יהוה — YHVH – que é traduzido como SENHOR na Bíblia de Almeida Revista e Atualizada, mas cujo significado é: ETERNO — ver Êxodo 3.14—15 — “Disse Deus a Moisés: EU SOU O QUE SOU. Disse mais: Assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós outros. Disse Deus ainda mais a Moisés: Assim dirás aos filhos de Israel: O SENHOR, o Deus de vossos pais, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó, me enviou a vós outros; este é o meu nome eternamente, e assim serei lembrado de geração em geração”.

6. Esse é o Deus a quem o anjo Gabriel se refere.

II. NÃO HAVERÁ IMPOSSIVEIS...
A. A palavra grega para impossível é: ἀδυνατήσει — adunatései — impossível no sentido de não ter força para cumprir algo.

B. Deus cumpre seus propósitos através do poder que existe inerente em Sua própria Palavra — ver Salmos 33.9 — “Pois ele falou, e tudo se fez; ele ordenou, e tudo passou a existir”.

C. Deus tinha pleno poder para fazer cumprir a promessa feita a Maria sem a intervenção de José. Imagine a humilhação imposta ao machismo humano que se acha tão senhor de si mesmo e chega, muitas vezes a desprezar não apenas as mulheres, mas até mesmo o próprio Deus.

D. Zacarias 8.6 — “Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Se isto for maravilhoso aos olhos do restante deste povo naqueles dias, será também maravilhoso aos meus olhos? —diz o SENHOR dos Exércitos”,  reafirma a ideia que, para Deus, não existe nada que é considerado maravilhoso aos olhos dos seres humanos.

E. Essa ideia foi, provavelmente, emprestada de Jeremias 32.17 — “Ah! SENHOR Deus, eis que fizeste os céus e a terra com o teu grande poder e com o teu braço estendido; coisa alguma te é demasiadamente maravilhosa”.

F. A Bíblia está repleta de ideias de que Deus pode fazer tudo, exatamente, como deseja: ver

1. Salmos 115.3 — “No céu está o nosso Deus e tudo faz como lhe agrada”.

2. Daniel 4.35 — “Todos os moradores da terra são por ele reputados em nada; e, segundo a sua vontade, ele opera com o exército do céu e os moradores da terra; não há quem lhe possa deter a mão, nem lhe dizer: Que fazes?”.

3. Marcos 10.27 — “Jesus, porém, fitando neles o olhar, disse: Para os homens é impossível; contudo, não para Deus, porque para Deus tudo é possível”.

4. Lucas 18.27 — “Mas ele respondeu: Os impossíveis dos homens são possíveis para Deus”.

5. Efésios 3. 20-21 — “Ora, àquele que é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos, conforme o seu poder que opera em nós, a ele seja a glória, na igreja e em Cristo Jesus, por todas as gerações, para todo o sempre. Amém!

G. Por todos esses motivos, duvidar é um exercício mental negativo e desnecessário.

III. EM TODAS AS SUAS PROMESSAS...
A. Quantas promessas existem na Bíblia?

B. Há uma edição da tradução de João Ferreira Almeida — Revista e Corrigida — que se chama “Bíblia de Promessas”. Esta edição sublinha os textos que contém promessas, destacando mais de 1100, distribuídas em 71 temas. Mas como isso é um exercício subjetivo, eu pessoalmente creio que existam, entre 8000 e 10.000 promessas em toda a Bíblia, de acordo com minhas próprias estimativas.

C. Quantas são as promessas não é algo tão importante quanto ao fato de que Deus é fiel em todas as suas promessas conforme o nosso verso tema de hoje e para o ano de 2014.

D. Quantos de você seriam capazes de ler um versículo contendo uma promessa de Deus? Lembre-se que mesmo versos como João 3.16 — “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” — contém uma promessa!

E. então, vamos começar... Comecemos um Novo Ano crendo nos possíveis de Deus!

CONCLUSÃO
1. Deus é um Deus Todo Poderosos e um Deus Fiel às promessas que faz.

2. Deus não é como os seres humanos para mentir. Ele cumpre o que promete.

3. Existem milhares de promessas espalhadas pela Bíblia, como ceifeiros, nós devemos através da nossa leitura diária da Bíblia, recolher e entesourar tais promessas. Talvez pegar um caderno e começar a anotar referência por referência. Talvez organizar as mesmas por tema ou por livro.

4. O fato que importa para nós nessa noite é que “PARA DEUS NÃO HAVERÁ IMPOSSÍVEIS EM TODAS AS SUAS PROMESSASVocê crê nessas palavras da Bíblia? Se você crê, então colocar numa papeleta que você recebeu  e escrever, dizendo: O MEU IMPOSSÍVEL PARA 2014 É:

5. Depois de escrever seu “IMPOSSÍVEL”, dobre o papel e escreva seu nome para que o mesmo possa ser facilmente identificado.

6. Durante todo o ano de 2014 iremos levar esses pedidos e colocá-los diante de Deus em nossas reuniões de oração. Em todas elas. Para cada resposta de Deus, queremos ser informados para que juntos possamos glorificar a Deus por sua fidelidade.
Lembre-se de pedir bem e creia no Deus dos impossíveis!

FELIZ ANO NOVO DE 2014!

QUE NOS VENHA O ANO NOVO!

Que Deus abençoe a todos os amados irmãos e irmãs.

Fiquemos todos de pé e vamos orar agradecendo a Deus o ano que passou e suplicar Dele as mais abundantes bênçãos na chegada deste Novo Ano de 2014 que se inicia.  

Oremos...  

 

sábado, 14 de dezembro de 2013

NATAL: A VERDADEIRA FINALIDADE DO NASCIMENTO DE JESUS

 
 
 
 
O Natal não foi em dezembro. A história e os fatos dizem que não... A lenda diz que sim... Como nós o conhecemos é uma cristianização do paganismo babilônico, na tentativa de acomodar a sua idolatria mística, do solstício invernal, no hemisfério norte, com o nascimento do Sol da justiça, profetizado por Malaquias. Historicamente, uma das ‘cristianizações’ da Igreja de Roma.
 
Quando da primeira comemoração do Natal, por volta dos anos 325 a 340, até agora, muita cosia estranha foi introduzida na celebração desta festa. Árvores, luzes, guirlandas, ceias com várias iguarias, presentes e o abestalhado bom velhinho papai Noel. Esta figura sem qualquer sentido na história do cristianismo foi implantada através das tradições pagãs. Outros acham que o personagem foi inspirado em São Nicolau Taumaturgo, arcebispo de Mira, na Turquia, no século IV. Nicolau costumava ajudar, a forma anônima, a quem estivesse em dificuldades financeiras. Colocava o saco com moedas de ouro a ser ofertado na chaminé das casas. Posteriormente, foi declarado ‘santo’, depois que muitos milagres lhe foram atribuídos. Estes são alguns episódios do bom velhinho.
 
Sua transformação em símbolo natalino ocorreu no século XVI, na Alemanha e daí, a tradição correu mundo inteiro. Antes ele se vestia com uma veste sóbria de cor escura, própria do inverso rigoroso, mas no final do século XIX, deram-lhe um trajo vermelho.
 
Este Natal , que se comemora por aí, é tão falso quanto uma nota de três reais. Mas houve um dia em o Cristo se encarnou no Jesus histórico e, nasceu neste mundo de ilusões e mentiras, para salvar as pessoas de serem enganadas consigo mesmas! Que Ele nasceu, não há o que contestar! Diz a Palavra que “o Verbo (Ele) se fez carne e habitou entre nós, e vimos a Sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade” (João 1.14)
 
No meio da farsa, há um nascimento de verdade. O Natal é a história do Deus encarnado, revelando a grandeza do amor incomensurável de um Deus grandioso. O nascimento do Messias visava duas coisas muito importantes. Primeiramente, dar glória a Deus nas alturas a quem ele quer bem. Sem a glória nas alturas, não haverá paz aqui na terra. Por causa do pecado, a raça adâmica foi deposta da comunhão com Deus. Sendo destituído desta glória tornou-se uma espécie de ser desprovido da comunhão com Deus.
 
Em segundo lugar, a vinda do Messias ao mundo, em carne, tinha como um dos objetivos principais destronar da pompa aquele que viera crer na pessoa e obra de Cristo crucificado, fazendo-o apear da sua própria arrogância pessoal de querer ser Deus e, substituindo a glória do ser humano na terra, pela glória de Deus nas alturas. O pecado nos tornou membros honorários de uma plêiades de estrelas cadentes que as piram ao auge da entronização, como se fossem constelações permanentes e absolutas no zênite do aglomerado das plêiades nos céus.
 
Somos uma casta em rebeldia contra Deus, destituída da Sua glória, embora promovendo sempre a nossa glória pessoal a qualquer custo. O pecado nos fez aspirantes do pódio da glória humana. “Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” – nos diz o apóstolo Paulo (Romanos 3.23). Logo que todos foram destituídos da glória de Deus, todos passaram a buscar a sua própria glorificação na terra, como um troféu de honra particular. Nossa história é uma narrativa de feitos notáveis e descrenças em Deus. “Como podeis crer, vós os que aceitais glória uns dos outros e, contudo, não procurais a glória que vem do Deus  único?” (João 5.44).  
 
Para que haja paz entre os homens é preciso  que Deus seja glorificado, acima de tudo e de todos. Só poderemos dar glória a Deus de fato, quando formos demolidos de nosso delírio de príncipes e princesas. Muitas autoridades e religiosos importantes, no tempo de Jesus, creram Nele, mas não o confessaram publicamente, “porque amaram mais a glória dos homens do que a glória de Deus” (João 12.43). Para que possamos dar glória a Deus nas alturas, com liberdade e contentamento, é imperioso que sejamos abatidos, pela obra de Cristo crucificado, da nossa necessidade de autoglorificação, bem como da nossa dependência da glorificação alheia. Sem, essa demolição, não existirá o verdadeiro louvor no altar.  
 
O verdadeiro Natal aponta para a glória de Deus nas alturas e a paz na terra, entre os homens amados com o seu amor furioso. Para que Deus seja glorificado, nós precisamos morrer para a presunção de ter glória pessoal e vivermos apenas investindo na glória de Deus, aqui na terra. Desde que a glória pertença tão somente a Deus, não me importo pra quem o crédito. Bem-aventurado seja neste Natal. Jesus nasceu! Feliz Natal a todos!   

 

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

DISCERNINDO BEM O TEMPO PRESENTE...


Neste início de novo ano, precisamos discernir bem o tempo presente. Quando se fala  em discernir o tempo presente, grande parcela do assim-chamado mundo evangélico entende que o assunto é de cunho profético, envolto numa interpretação de profecias bíblicas para os nossos dias.
 
Há várias palavras no hebraico e grego bíblico que são traduzidas pelo verbo discernir ou por seu  substantivo – discernimento. Dentre elas podemos destacar  os sinônimos: entender, discriminar, considerar, perceber, observar, fazer distinção, examinar, ser inteligente, ter prudência. (Salmo 19.12; Jonas 4.11; I Pedro  3.7; Efésios 3.4; I Coríntios 12.10; Hebreus 5.14; Mateus  16.3; Lucas 12.56; Hebreus 4.12; Salmo 36.3). 
 
Discernir significa balizar a maneira de pensar, a fé e a prática de vida a partir  da Palavra de Deus, confrontando com o que está acontecendo no mundo, a nossa volta e conosco. Significa também distinguir o quanto temos sido influenciados por conceitos antibíblicos e voltarmos (arrependimento) para o centro da soberana vontade de Deus. Paulo nos orienta: “Rogo-vos, pois, irmãos... não sede conformados com este mundo, mas sede transformados (voz passiva, modo imperativo) pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Romanos 12.1,2).
 
Em tempos atuais com o surgimento de tantos absurdos teológicos, práticas eclesiásticas cada dia mais extravagantes (recentemente foi publicado um convite para uma “balada tropical gospel, para que jovens venham dançar e se divertir, a caráter) deturpações de textos bíblicos e inversões dos valores cristão e éticos, é cada vez mais importante discernir os ataques e ações contrárias à  vida cristã. Muitas armadilhas aparecem em nossos dias,  tentando nos desviar da centralidade de Cristo e da vontade soberana de Deus. Por isso há grande perigo em deixarmos  aberta a porta de nossa mente. É necessário termos critérios claros e convicção firme para rejeitar o que não é saudável e tomarmos decisões sábias. Esses critérios e convicções, somente adquirimos no relacionamento íntimo com Deus, buscando nas Sagradas Escrituras e na comunhão através da oração, compreender qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. 
 
Com a atual confusão teológica emergente no meio evangélico brasileiro, tem sido cada vez mais difícil  com um explicação simples, se dizer o que é um verdadeiro cristão. Por esse motivo não se distingue com facilidade as bases bíblico teológicas; não é possível saber exatamente  o que os evangélicos atuais creem em relação a vários  pontos fundamentais da fé cristã como: o sacrifício de Jesus, regeneração, justificação, pecado, santificação, soberania, adoração, etc.  o sacrifício de Jesus, regeneração, justificação, pecado, santificação, soberania, adoração, etc, pois os temas mais proeminente de hoje estão centrados no homem e suas demandas.
 
A superficialidade no estudo das Escrituras Sagradas causada pela extrema ocupação do tempo com outras coisas, em geral tem feito com que a interpretação bíblica seja delegada a líderes religiosos da teologia liberal, de uma hermenêutica moldada pela mente relativista, baseada em conceitos mundanos, ou ainda por linha doutrinária legalista. Algumas causas podem ser apontadas: abandono do exame das Escrituras (Atos 17.11); ausência de reflexão bíblica (I Timóteo  4.15); conformismo  (Romanos 12.2); passividade e medo.
 
Em meio a essa confusão teológica instalada  em grande parte nos movimentos neopentecostais, cujo ranço tem invadido também e se feito sentir em muitos denominações tradicionais, podemos observar um declínio da fé em função da ascensão da descentralização de Cristo e da centralização do homem  como motor de todas as coisas. Se de um lado a assim-chamada “teologia da prosperidade” coloca o homem e suas ambições no centro, fazendo de Deus um serviçal, de outro perfil o misticismo medieval (ausência de fé bíblica e ênfase exagerada na experiência) busca na experiência sensorial, sentir Deus. (Colossenses 2.23-3.1-3).
 
Onde as Escrituras não são cridas como infalível Palavra de Deus inerrante, conceitos liberais e antibíblicos surgirão para nortear as convicções, somado a tudo isso o materialismo gerando a secularização da vida. Pensemos nisso com profundo e sério discernimento neste tempo presente.      
 
    

O ENGANO DA ASSIM-CHAMADA ‘TEOLOGIA DA RESTITUIÇÃO’...

 
 
Restitui! Eu quero de volta o que é meu!” Esta frase extraída de uma canção tida como “evangélica” me faz lembrar a petulante atitude do Filho Pródigo quando disse: “Pai, dá-me a parte dos bens que me cabe”. E quão diferente não foi à atitude deste mesmo filho, que, anos mais tarde, arrependido, apresenta-se diante do pai com o coração quebrantado, humilde, e nada reivindica, pois, agora, está consciente de não possuir direito algum diante do pai! Observem que ele nem mesmo se sente digno de ser tratado como filho! Ele confessa o seu pecado e passa a contar apenas com a  misericórdia do pai!
 
Nem o Filho Pródigo e nem Jó em seus momentos de angústia cantaram ou clamaram algo parecido com: “restitui, eu quero de volta o que é meu” Quando Jó perdeu tudo, ele exclamou: “O Senhor deu, o Senhor levou, bendito seja o nome do Senhor” ( Jó 1.21).  Jó, mesmo sendo considerado uma pessoa justa, sabia que tudo na vida era uma dádiva e que nada era dele por direito. Não considerava nada como sendo realmente seu, pois sabia que tudo pertencia ao Senhor. Pensando bem, se o salário do pecado é a morte, então, o que os pecadores teriam de fato por “direito” seria a morte. Por isto, o profeta Jeremias diz que “as misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim” (Lamentações 3.22). E diz mais ainda em 3.39: “Por que, pois, se queixa, o homem vivente?  Queixe-se cada um dos seus próprios pecados”.
 
Clamar a Deus: “Restitui! Eu quero de volta o que é meu!” soa tão arrogante quanto a oração do fariseu que se sentia cheio de direitos diante de Deus. Jesus diz que tal prece foi ignorada por Deus, enquanto a humilde oração de arrependimento do publicano pecador achou graça aos olhos de Deus (Lucas 18.14). Pois sabemos que “Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes” (Tiago 4.6). É neste sentido que as crianças nos servem como modelo, não por sua inocência, mas por sua incompetência. As crianças estão de mãos vazias, não têm passado e não possuem uma folha de serviços prestados para apresentar como base de suas pretensões e reivindicações de direitos. Elas são “ os pobres de espírito, porque deles (as) é o reino dos céus”! (Mateus 5.3).
 
Como crianças se tornaram o profeta Isaías que, consciente de não poder subsistir diante de Deus na base de seus próprios méritos, clamou por misericórdia, dizendo: “Aí de Mim…” (Isaías 6.5 ); João Batista que disse não ser digno de desatar as sandálias de Cristo (João 1.27); o centurião, que disse não ser digno de que Cristo entrasse em sua casa (Mateus 8.8); o publicano que quando orava, “não ousava nem ainda levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: Ó Deus, sê propício a mim, pecador!” (Lucas 18:13); o Filho Pródigo, que disse não ser digno de ser chamado de filho (Lucas 15.19); o cego de Jericó, que mendigava e clamava por misericórdia (Lucas 18.35s); a mulher sírio fenícia, que não se sentia digna de comer à mesa dos filhos, mas que se satisfaria com as migalhas que caíssem da mesa do Senhor (Mateus 7.26s); Pedro, que prostrou-se aos pés de Jesus, dizendo: “Senhor, retira-te de mim, porque sou pecador” (Lucas 5:8); Paulo que disse ser o maior dos pecadores e indigno de ser chamado Apóstolo (I Coríntios 15.9); e tantos quantos reconhecerem sua indignidade, sua incompetência, sua inadequação, e, pobres de espírito e desprovidos de qualquer pretensão e noção de direito, se apresentaram de mãos vazias diante de Deus esperando por sua misericórdia e graça! Isso sim, é bíblico!
 
Jesus disse aos líderes religiosos dos judeus que estavam confiantes em sua noção de direito decorrente do fato de serem descendentes de Abraão: “Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento e não comeceis a dizer entre vós mesmos: Temos por pai a Abraão; porque eu vos afirmo que destas pedras Deus pode suscitar filhos a Abraão” (Lucas 3:8). Não devemos, portanto, nos apresentar diante de Deus reivindicando o que quer que seja na base de um pretenso direito. Tal ideia é um atentado ao Evangelho da Graça!
 
Graça é dádiva imerecida, não nos esqueçamos disso, jamais! Portanto, não temos direito a nada, pois tudo o que recebemos das mãos de Deus é resultado de Sua amorosa graça! Aprendamos, portanto, a orar com o profeta Daniel: “não lançamos as nossas súplicas perante a tua face fiados em nossas justiças, mas em tuas muitas misericórdias” (Daniel 9.18). Vemos nessa canção herética também um outro vento novo de falsa  doutrina, que está sendo denominada - a teologia da restituição’. Baseado em Joel 2.25, está sendo ensinado no meio do povo de Deus que tudo o que nos foi roubado pelo diabo, estará sendo restituído por Deus: “Restituir-vos-ei os anos que foram consumidos pelo gafanhoto migrador, pelo destruidor e pelo cortador, o meu grande exército que enviei contra vós outros.” Mas o próprio versículo deixa claro que este exército de gafanhotos não foi enviado pelo Diabo, mas, sim, por Deus, com intuito de disciplinar, corrigir e ensinar seu povo! Verifiquemos isso!...
 
Outro problema também é atribuirmos ao diabo os nossos infortúnios e nos esquivarmos de nossa responsabilidade pessoal. É interessante notar que, diante deste quadro, o profeta Joel não conclama o povo a um clamor de restituição, mas, sim, a um clamor de arrependimento (2.12-15). Corações quebrantados, contritos e humildes nunca são rejeitados por Deus: “Sacrifícios agradáveis a Deus são o espírito quebrantado; coração compungido e contrito, não o desprezarás, ó Deus” (Salmo 51.17; Ver também: Isaías 57.15 e II Crônicas 7.14).
 
Quando Deus promete restituir, isto se deve a Sua misericórdia e graça e não a qualquer espécie de obrigação, pois Deus nada deve ao ser humano, mas somos nós quem Lhe devemos tudo! Pois “quem primeiro deu a ele para que lhe venha a ser restituído? Porque dele, e por meio dele, e para ele são todas as coisas. A ele, pois, a glória eternamente. Amém!” (Romanos 11.35,36).
 
Parem de cantar essa canção herética em suas igrejas! Parem, parem... Saiba, examine que tipo de canção você está cantando...
 
Esta canção está repreendida em Nome de Jesus!
 
Pr. Barbosa Neto  

MARCAS DE UM SALVO SEGUNDO A PALAVRA DE DEUS


Texto Chave:

"Estas coisas vos escrevi, a fim de saberdes que tendes a vida eterna, a vós outros que credes em o nome do Filho de Deus”.  ( I João 5.13)

 
INTRODUÇÃO:
Caríssimos e amados irmãos
 
A palavra-chave de I João 5.6-12 é testemunho. Deus nos deu testemunho de Seu Filho, mas também deu testemunho de seus filhos – cada um dos cristãos. Sabemos que temos a vida eterna! Além do testemunho do Espírito dentro de nós, também temos o testemunho da Palavra de Deus: “Estas coisas vos escrevi, a fim de saberdes que tendes a vida eterna, a vós outros que credes em o nome do Filho de Deus!” (I João 5.13).
 
A vida eterna é uma dádiva; não é algo conquistado por esforços próprios (João 10.27-29; Efésios 2.8-9). Essa dádiva é uma Pessoa: Jesus Cristo. A vida eterna é recebida não apenas de Cristo, mas também em Cristo. “Aquele que tem o Filho  tem a vida”. (I João 5.12). Não é apenas “vida”, mas “a vida” – a “verdadeira vida”. (I Timóteo 6.19). Essa dádiva é recebida pela fé. Deus registrou oficialmente em sua Palavra que oferece vida eterna aos que creem em Jesus Cristo. Milhões de cristãos provaram que o registro de Deus é verdadeiro. Não crer é  fazer Deus mentiroso e, se Deus é mentiroso, nada é certo. Deus deseja que Seus filhos saibam  que pertencem a Ele. João foi inspirado pelo Espírito a escrever e a garantir  que “Jesus é o Cristo, o Filho de Deus” (João 20.31). Escreveu esta epístola para que tenhamos certeza de que nós somos filhos de Deus (I João 5.13).  Escreveu esta epístola  para que tenhamos certeza de que nós somos filhos de Deus. (I João 5.13).   
     
Poderíamos citar várias características ou marcas que identificam um salvo, e a Bíblia nos aponta muitas, todavia,  vamos nos limitar as que estão mencionadas no Livro de I João.
 
João depois de fazer uma exposição esclarecedora nos capítulos anteriores, diz que todas "Estas coisas” foram escritas e direcionadas aos que creem "no nome do Filho de Deus", com o objetivo de que possam avaliar a sua vida à luz das mesmas, para que possam avaliar à luz das verdades contidas em toda carta, se de fato o seu estilo de vida é a de um salvo.
 
Quais são "Estas coisas" que nos identificam como um salvo à luz das Sagradas Escrituras?
 
1. Um salvo anda na luz, assim como Deus na luz está.
 
"E esta é a mensagem que dele ouvimos, e vos anunciamos: que Deus é luz, e não há nele trevas nenhuma. Se dissermos que temos comunhão com Ele, e andarmos em trevas, mentimos, e não praticamos a verdade. Mas, se andarmos na luz, como Ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado”.  (I João 1.5-7).
 
Ser transparente, é ter um estilo de vida contínuo que mostre através das ações e reações sua identificação com Deus. Lembremos que Mateus no seu evangelho (5.13) diz que somos luz e que ninguém esconde a luz, pelo contrário, coloca em lugar alto para que possa iluminar toda casa. A nossa luz deve brilhar de tal forma, ao ponto dos homens que não conhecem a Cristo, possam ser conduzidos até Ele por meio de nossa luz. João diz: “Se dissermos que temos comunhão com Ele, e andarmos em trevas, mentimos, e não praticamos a verdade”. Só andará na luz os que de fato são salvos, a fé professada verbalmente tem de ter concordância com o estilo de vida vivido. O Senhor Jesus disse: "Nem todo o que me diz Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu pai, que está nos céus”. (Mateus 7.21). Ele ainda diz que os que de fato vão ao céu são aqueles que praticam a verdade da Palavra.
 
Eu lhe pergunto: você tem essa marca? É um praticante da Palavra ou um mero religioso? Seu estilo de vida é coerente com aquilo que você diz ser? Pregação e prática andam juntos, e se dizemos ser um salvo, então devemos dar testemunho como um salvo. Se tivermos essas “marcas de nascença”, poderemos dizer com toda certeza que somos filhos de Deus.  
 
Ilustração: Diz a história que no exército de Alexandre, o Grande,  existia um soldado tipo nó cego, sem caráter, e que tinha o mesmo nome do general. Ele se chamava Alexandre. O general Alexandre soube da conduta desse seu soldado e o chamou a sua presença e lhe disse: "OU VOCÊ MUDA DE CONDUTA OU TROCA DE NOME".
 
2. Um salvo é sensível ao pecado

Se dissermos que não temos pecado, enganam-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós. Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo, para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda a injustiça. Se dissermos que não pecamos, fazemo-lo mentiroso, e a sua palavra não este em nós”.  (I João 1.8-10).
 
João deseja mostrar que nós temos uma natureza pecaminosa e aquele que nega essa verdade engana-se a si mesmo e não vive a verdade. "Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós”. Todavia, João nos dá uma boa notícia, existe purificação e perdão para os nossos pecados, por meio da confissão dos mesmos. "Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo, para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça”. 
 
João está querendo dizer o seguinte: não há o que negar, temos uma natureza pecaminosa que gosta de praticar coisas erradas que ofendem a santidade de Deus, e negar este fato é loucura. É necessário, todavia, que tenhamos uma sensibilidade para detectar o pecado em nossas vidas, e confessá-lo ao Senhor, e, em fazendo assim,  teremos a purificação das nossas vidas e o perdão dos pecados. Não tem como um salvo viver de braços dados com o pecado, tratando-o como se fosse um pecado de estimação. O nosso relacionamento com o pecado nos afasta da presença do Senhor. O profeta Isaías nos diz: "Eis que a mão do Senhor não está encolhida, para que não possa salvar; nem o seu ouvido agravado,  para não poder ouvir. Mas as vossas iniquidades fazem divisão entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que não vos ouça." (Isaías 59.1-2).
 
João diz que Cristo se manifestou para tirar os nossos pecados e que todo aquele que está Nele ou permanece nele não vive tendo prazer numa vida pecaminosa. "Qualquer que comete pecado, também comete iniquidade; porque o pecado é iniquidade. E bem sabeis que Ele se manifestou para tirar os nossos pecados; e Nele não há pecado. Qualquer que permanece nele não peca (aoristo: “não vive continuamente pecando”); qualquer que peca não O viu nem O conheceu”. (I João 3.4-6).
 
O pecado não faz mas parte da natureza do salvo, a sua natureza agora é santa, por essa razão não pode se envolver com a lama do pecado. "Quem comete o pecado é do diabo; porque o diabo peca desde o princípio. Para isto o Filho de Deus se manifestou: para desfazer as obras do diabo. Qualquer que é nascido de Deus não comete pecado; porque a sua semente permanece nele; e não pode viver pecando, porque é nascido de Deus”. (I João 3.8-9).
 
3. O salvo ama os seus irmãos.
 
"Aquele que diz que está na luz, e aborrece a seu irmão, até agora está em trevas. Aquele que ama a seu irmão está na luz, e nele não há escândalo. Mas aquele que aborrece a seu irmão está em trevas, e não sabe para onde deva ir; porque as trevas lhe cegaram os olhos." (I João 2. 9-10).
 
João gasta quase três capítulos (2.3.4) inteiros para centralizar essa verdade na mente dos que se dizem salvos, com o fim de avaliar a que nível está a vida de cada um e para que não corram o risco de estar enganados. João mostra no capítulo 3 que o amor aos irmãos é uma marca inquestionável de um salvo. "Nisto são manifestos os filhos de Deus, e os filhos do diabo. Qualquer que não prática a justiça, e não ama a seu irmão, não é de Deus. Porque esta é a mensagem que ouvistes desde o princípio: que nos amemos uns aos outros. Não como Caim, que era do maligno, e matou a seu irmão. E por que causa o matou? Porque as suas obras eram más e as de seu irmão justas. Meus irmãos, não vos maravilheis, se o mundo vos odeia. Nós sabemos que passamos da morte para a vida, porque amamos os irmãos. Quem não ama a seu irmão permanece na morte. Qualquer que aborrece a seu irmão é homicida. E vós sabeis que nenhum homicida tem a vida eterna permanente nele." (I João 3. 10-15) 
 
Lamentável quando vemos em nosso meio, e nos choca mais ainda,  quando vemos no meio de nós, pastores, atitudes de ódio, inveja e rivalidade entre os colegas de ministério! Como um representante da verdade e exemplo do rebanho, um ministro da Palavra pode viver com malquerença e rivalidade com os seus colegas e ter a coragem de subir no púlpito para pregar a Palavra da verdade do Evangelho e, ainda por cima, pregar sobre amor e ter a coragem olhar nos olhos das pessoas que o ouvem? Será que não queima ou incomoda a nossa consciência? O que achamos disso?... Muitos de nós, pastores, precisamos nos converter, verdadeiramente falando!... 
 
Jesus disse que não recebe a oferta de alguém que estar de malquerença com o seu irmão. "Portanto, se trouxeres a tua oferta ao altar, e aí te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra a ti, deixa ali diante do altar a tua oferta, e vai reconciliar-te primeiro com teu irmão e, depois, vem e apresenta a tua oferta". (Mateus 5.23-24). Oferta no contexto é a entrega das finanças, mas que pode ser aplicado a todo o serviço que nós, os pastores, realizamos. Antes de fazer as coisas para o Senhor precisamos verificar se existe alguma pendência entre mim e o meu colega, entre mim e as ovelhas, etc.
 
João diz que o homicida, o assassino, não tem parte no reino de Deus. “Todo aquele que odeia a seu irmão é assassino; ora, vós sabeis que todo assassino não tem a vida eterna permanente em si” (I João 3.36). Matar um colega de ministério no nosso coração, por exemplo, acontece quando por orgulho, dureza do coração, e decidimos nos afastar dele, exclui-lo do nosso convívio, e isso caracteriza um homicídio. Porque à semelhança de Cristo, devemos dar a nossa vida pelos nossos irmãos. "Conhecemos o amor nisto: que ele deu a sua vida por nós, e nós devemos dar a vida pelos irmãos." (I João 3.16). O meu amor para com o meu irmão deve ser vivido na prática, e não somente nas palavras. "Meus filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas por obra e em verdade." (I João 3.18). Dizer que ama o irmão e não querer ter comunhão com ele é certo? O que os amados acham disso? Foi esse o tipo de amor bíblico ensinado por Jesus? Não!...
 
Jesus nos ensinou a amar nossos inimigos e orar pelos que nos persegue, ora, se eu devo amar os meus inimigos quanto mais os meus irmãos! Deus é a essência do amor, quem tem o amor de Deus ama seus irmãos. "Amados, amemo-nos uns aos outros; porque o amor é de Deus; e qualquer que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor. Amados, se Deus assim nos amou, também nós devemos amar uns aos outros." (I João 4.7-8;11).
 
Quero lhe fazer uma pergunta em direção ao seu coração: Você ama a Deus? O seu amor a Deus é manifesto através de seu amor pelos irmãos. "Ninguém jamais viu a Deus; se nos amamos uns aos outros, Deus está em nós, e em nós é perfeito o seu amor. Nisto conhecemos que estamos nele, e ele em nós, pois que nos deu do seu Espírito."(I João 4. 12-13). Quem de fato ama a Deus também ama aos seus irmãos.  Se você diz conhecer a Deus, e diz andar com Ele, mas odeia a seu irmão, você é um mentiroso, um perdido. "Se alguém diz: Eu amo a Deus, e odeia a seu irmão, é mentiroso. Pois quem não ama a seu irmão, ao qual viu, como pode amar a Deus, a quem não viu? E dele temos este mandamento: que quem ama a Deus, ame também a seu irmão." (I João 4.20-21).
Ilustração: No terceiro século Roma era implacável com os crentes, eles eram mortos, presos e muitos levados como escravos para trabalhar nas pedreiras. Quando um deles era preso, os demais iam até a cadeia para levar alimento e água e quando chegavam na cadeia eram presos, sob a alegação de serem iguais. O que fazia eles tomarem uma decisão dessas, de demonstrar tamanho amor? Era a verdade de Deus imprimidas em suas mentes e corações e que era vivida em sua essência! Eles entendiam que visitar os presos, os doentes e ser um igual aos demais, era o mesmo que estar servindo a Cristo. "E quando o Filho do homem vier em sua glória, e todos os santos anjos com ele, então se assentará no trono da sua glória; E todas as nações serão reunidas diante dele, e apartará uns dos outros, como o pastor aparta dos bodes as ovelhas; E porá as ovelhas à sua direita, mas os bodes à esquerda. Então dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo; Porque tive fome, e destes-me de comer; tive sede, e destes-me de beber; era estrangeiro, e hospedastes-me; Estava nu, e vestistes-me; adoeci, e visitastes-me; estive na prisão, e fostes ver-me. Então os justos lhe responderão, dizendo: Senhor, quando te vimos com fome, e te demos de comer? ou com sede, e te demos de beber? E quando te vimos estrangeiro, e te hospedamos? ou nu, e te vestimos? E quando te vimos enfermo, ou na prisão, e fomos ver-te? E, respondendo o Rei, lhes dirá: Em verdade vos digo que quando o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes”. (Mateus 25.31-40)
 Seu amor pelos irmãos está nesse nível, meu querido? Lembre-se, para ser um discípulo de Cristo existe uma condição: "Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros." (João 13.35) Você se enquadra neste versículo? Você é um discípulo de Cristo?
 
4. O salvo não tem prazer nas coisas do mundo.
 
João mostra uma outra marca essencial para que possamos identificar um salvo. "Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo. E o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre”.(I João 2.15-17).
 
Nesse texto encontramos três razões por que não devemos amar o mundo:
 
1) Porque é uma ordem de Deus: "não ameis o mundo..." se não tivesse nenhuma outra razão essa já era suficiente. Pois demonstramos o nosso amor a Deus obedecendo seus mandamentos. "Se me amais, guardareis os meus mandamentos. Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda esse é o que me ama”.(João 14.15,21a). A grande recompensa para quem obedece ao Senhor é ter o amor do Pai e a manifestação de Sua presença. "e aquele que me ama será amado de meu Pai, e eu o amarei, e me manifestarei a ele." (João 14.21b). Quem ama o mundo não tem o amor do Pai, pois está em desobediência ao Senhor.  
 
2) Porque as coisas do mundo é de procedência maligna. O mundo é conduzido pelo diabo, ele é o príncipe da potestade do ar, é ele quem dar as cartas, dita as regras do mundo. A Bíblia diz que o salvo antes de ter sido alcançado pela graça salvadora, vivia sobre as orientações do diabo, mas, agora salvo, vive sob as orientações do Senhor. "E vos vivificou, estando vós mortos em ofensas e pecados, em que noutro tempo andastes segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe das potestades do ar, do espírito que agora opera nos filhos da desobediência. Entre os quais todos nós também antes andávamos nos desejos da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos por natureza filhos da ira, como os outros também. Mas Deus, que é riquíssimo em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou, estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo (pela graça sois salvos)”. (Efésios 2.1-5). O mundo não faz mais parte da nossa nova natureza.
 
3) Porque as coisas do mundo são passageiras. "E o mundo passa.." A ideia é de que Deus está empurrando o mundo para implantar o seu reino. Os prazeres que o mundo oferece são transitórios, passageiros. Não vale apenas desfrutá-los, são de pouca duração. Mas o que faz a vontade de Deus, este permanece para sempre!
 
Somos alertados a não nos conformarmos com esse mundo ou século, mas antes, devemos transformar as nossas mentes por meio da Palavra, para que possamos desfrutar “da boa, agradável e perfeita vontade de Deus”. (Romanos 12.1-2).
 
CONCLUSÃO:
 
Ao examinarmos estas marcas, pode você dizer que todas elas fazem parte de seu viver? Você tem manifestado essas características em seu viver diário? Só você sabe responder... Se não as tem, você tem um sério problema a resolver, você é apenas um mero religioso, perdido, necessitado de salvação, da graça e Deus!  Portanto, arrepende-te agora e já de seus pecados e clama pela misericórdia de Deus, para que Ele possa te atende em tempo oportuno.
Se você vive essas características em sua vida, parabéns meu amado e minha amada, e busque mais e mais do Senhor,  para que Ele possa lhe dar graça sobre graça para que através de Sua vida, muitos possam se achegar a Ele.
 
Levante-se e venha aqui a frente, no altar do Senhor, que eu quero orar agora com você e por você. E, depois, louvemos ao Senhor!...