sexta-feira, 30 de maio de 2014

VISITA À CARDOSO MOREIRA-RJ - Palavra Pastoral


É uma honra está visitando e pregando no encerramento do mês de maio, Mês da Família, na Igreja Batista Central de Cardoso Moreira.

Chamo-me Pr. José BARBOSA de Sena NETO. Fui integrante durante 34 anos da “Ordem dos Frades Menores Capuchinhos-OFMCap”, e destes 22 anos como sacerdote católico romano. Fui ordenado padre no dia 11 de dezembro de 1971, em Santo André-SP. Se necessário fosse, além de me dissociar totalmente de minha família desde os meus 13 anos de idade, teria dado minha própria vida a assim-chamada Igreja Católica Romana. Atendia pelo onomástico: Pe. Frei Zacarias Maria de Fortaleza, OFMCap. Não fui um padre frade capuchinho qualquer. Servi a minha província com todo o meu empenho e dedicação exclusiva.  Jamais pensei em deixar o sacerdócio católico romano. Mas um grande impacto aconteceu em minha vida.

Após longos anos servindo à hierarquia romana, certo dia debrucei-me com afinco sobre as Sagradas Escrituras, a inerrante Palavra de Deus, e deixei que o Espírito Santo trabalhasse e falasse ao mais profundo do meu coração. E pouco a pouco fui descobrindo a tremenda disparidade entre aquilo que fui ensinado e cria, com as palavras registradas na Bíblia Sagrada, as Sagradas Escrituras.

Tomei um susto tremendo ao constatar que durante boa parte de minha vida, havia pregado e ensinado e vivenciado um amontoado de heresias, como por exemplo que “são necessários os sacramentos para a salvação” – conforme assim proclama a Igreja Católica Romana.

 Preguei e ensinei e vivenciei ao longo dos anos o que o Catolicismo Romano ensina: “que uma pessoa pode ser aceita por Deus devido à observação de sacramentos” – invenção de homens no decorrer dos séculos. Ensinei e vivenciei aos meus fiéis paroquianos “que as boas obras feitos pelos santos, que vão além do necessário para sua própria salvação, podem ser guardadas e usadas por outros, como a frequência a igreja, as missas, a reza do rosário e terço, que são uma ‘cristianização’ advinda do paganismo, o uso de medalhas de todos os tipos, os crucifixos de um Cristo morto e ainda pregado na cruz, podem receber méritos passíveis e podem ser guardados para o uso de outras pessoas.

Preguei que o Catolicismo Romano ensina que “os homens podem satisfazer a justiça de Deus através dos seus próprios sofrimentos”, citando a Seção V, capítulo 16 do Concílio de Trento, ainda em pleno vigor.  Preguei que o Catolicismo Romano ensina e atribui muito da punição pelos pecados dos católicos sobre o próprio pecador, no ‘purgatório’ lugar inexistente e totalmente desconhecido das Sagradas Escrituras, criado no ano 593 d.C, por decreto papal. Ensinei que o Catolicismo Romano magnifica os méritos das obras dos homens, o qual ensina que a salvação pode ser merecida, ganhada ou atingida como recompensa pelas boas obras dos homens.

No entanto, descobri que as Sagradas Escrituras, a Palavra de Deus, ensinam totalmente diferente!

Descobri pelas Escrituras Sagradas que a doutrina bíblica da justificação mediante a fé proclamada e ensinada pelo Apóstolo Paulo, lança por terra todo o engodo do sistema do sacramentalismo romanista! O Apóstolo Paulo diz que a salvação vem pela fé e não pelas boas obras. “Concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé, independente das obras da lei” (Romanos 3.28).  E ele diz mais: “Mas, àquele que não pratica, porém crê naquele que justifica o ímpio, a sua fé lhe é imputada como justiça” (Romanos 4.5).

Segundo a Palavra de Deus, a justificação é recebida única e exclusivamente mediante a fé. Paulo em Romanos 1.16 diz: “Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê”.

A salvação é por graça, que é favor imerecido. O apóstolo Paulo diz: “Mas, se é por graça, já não é pelas obras; de outra maneira, a graça já não é graça”. (Romanos 11.6). E em Efésios 2.8-9 Paulo escreve: “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isso não vem de vós; é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie”. Será que os católicos romanos sabem ler e interpretar as Sagradas Escrituras?

A doutrina da justificação é fundamental da fé cristã bíblica, a qual tem sido o campo de batalha acirrada entre católicos romanos e evangélicos bíblicos, que há séculos e séculos é defendida e vem se mantendo firme até os dias de hoje. Os católicos romanos quando são confrontados pelos evangélicos concernente a esta doutrina cristalina, ficam enfurecidos porque não tem argumentos bíblicos para nos rebater... E partem para o ataque irreverente, deselegante e desonesto, porque não encontram fontes bíblicas para nos combater e nos dizer que estamos errados!

Justificação é termo legal. É uma transação legal que se localiza completamente fora de nós. Tudo é feito por Deus e nada é feito pelo homem, pelo justificado. A justificação é o oposto da condenação. Nela o pecador é DECLARADO JUSTIFICADO, pelos méritos de Jesus Cristo, perdoado para sempre e lhe é dado direito a bem-aventurança eterna. É isso que a Bíblia Sagrada diz claramente!

A justificação é baseada sobre a justiça de Jesus cristo que foi satisfeita e aceita por Deus na Cruz do Calvário, na qual Ele morreu por nós, em nosso lugar “uma vez para sempre” (Hebreus 10.10). Na ‘missa’ Jesus Cristo morre toda vez que o padre assoma ao altar. Isso é uma afronta, uma negação da eficácia do sacrifício vicário de Jesus Cristo realizado há mais de 2 mil anos. A ‘missa’ é um tremendo de um sacrilégio e o povo católico romano é ensinado a crê desta maneira antibíblica.

Um aspecto essencial da justificação bíblica é a questão da imputação. Imputar alguma coisa significa creditar algo em favor de uma pessoa ou considerar algo pertencente a uma pessoa. A justificação envolve a não imputação do pecado e a imputação da justiça a uma pessoa. Na justificação que o Apóstolo Paulo pregou e ensinou, os pecados de uma pessoa não são mais imputados a ela e a ela atribuídos, mas, ao mesmo tempo, a justiça de Jesus Cristo é imputada ou creditada em seu favor, sem nada merecer. Os méritos são do Senhor Jesus Cristo! Por que a Igreja Católica Romana não ensina isso aos seus fiéis, já que diz crer na Palavra de Deus?

Segundo a Palavra de Deus, um cristão bíblico não é justificado pelo que Deus tem trabalhado nele, mas pelo que Cristo fez por ele na Cruz.  A obra de Cristo na Cruz do Calvário, por nós foi feita inteiramente fora e independente de nós. Cristo viveu uma vida perfeita por nós e morreu por nossos pecados! Eis aí a grande diferença!

A fé é o meio pelo qual se recebe a justificação de Deus. A fé em si não faz parte de nossa justificação. A fé não é a causadora da justificação. Pelo contrário, é Deus o causador da justificação! O apóstolo Paulo diz que não somos justificados pelas obras, mas mediante a fé “Sabendo que o homem não é justificado pelas obras da lei, mas pela fé em Jesus Cristo, temos também crido em Jesus Cristo e não pelas obras da lei, porquanto pelas obras da lei nenhuma carne será justificada”. Gálatas 2.16.)  

Portanto, a justificação é recebida unicamente mediante a fé. O apóstolo Paulo diz categoricamente: “ ...bem-aventurado o homem a quem Deus imputa a justiça sem as obras”. (Romanos 4.6).

O fato de a justiça vir unicamente mediante a fé salvadora tem uma importância crucial para a salvação dos pecadores e até alguns católicos romanos esclarecidos compreendem isso. O escritor católico romano Philip Hughes, em seu livro “Uma História Popular da Igreja Católica” diz, na página 176 que, “se somente a fé no Senhor Jesus Cristo salva, então toda a estrutura tradicional (do Catolicismo Romano) é vazia e desnecessária, como as missas (que não podem perdoar pecados), os sacramentos, o sacrificante sacerdócio romano, o ensino da hierarquia (romana), as práticas de penitências, o ascetismo, o hábito da autoprivação, as rezas (repetitivas do rosário e do terço). Essas coisas são um estorvo, um enorme engano, um terrível sistema de mentiras que, portanto, deve ser varrido e destruído por completo”.

É seguramente significante que a Epístola de Paulo aos Romanos, que tem muito a dizer sobre a justificação pela fé sem obras, tenha sido escrita pelo Apóstolo para a cidade pagã que mais tarde tornou-se o centro do Catolicismo Romano. É como se a Epístola de Paulo aos Romanos tivesse sido planejada como um permanente protesto de Deus contra os erros e heresias do catolicismo Romano que se arrasta há 17 séculos de acréscimos por decretos papais contrários às Sagradas Escrituras. E como os católicos romanos não tem familiaridade e intimidade com as Sagradas Escrituras, engolem aquilo que o Romanismo lhe enfia garganta abaixo...

Ou você crê no Evangelho genuíno e recebe, pela fé, o dom gratuito de Deus que é a salvação eterna ou crê nas tradições heréticas e pagãs da assim-chamada Igreja Católica Romana de que a salvação deve ser recebida como recompensa das boas obras. O apóstolo Paulo diz: “Porque somos feituras suas (de Deus), criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas” Efésios 2.10).

A simplicidade das Sagradas Escrituras estão em total e completo contraste com a gama de doutrinas esdrúxulas e heréticas e antibíblicas do Catolicismo Romano. Quem ousa nos rebater, mas com a Bíblia Sagrada aberta...

No domingo, pela manhã, 9h, estaremos ministrando um seminário sobre “Catolicismo Romano à luz das Sagradas Escrituras”, mostrando os documentos dessa igreja e confrontando-os com a inerrante Palavra de Deus. Venha saber o que é o Catolicismo Romano. Você está cordialmente convidado.

No sábado à noite, 31 de maio, 19h, estaremos falando aos casais: “Respeito: O Segredo para um Relacionamento Conjugal de Sucesso” e no domingo à noite, 19h, também falaremos aos casais: “Desejo de mudança para alcançar Sucesso Conjugal”.

Venha e traga a sua família! O Senhor Deus tem uma bênção especial para a sua família!



Igreja Batista Central de Cardoso Moreira.
Rua Joel Reis, 134 – Centro
Cardoso Moreira – RJ.

pastorbarbosaneto@gmail.com             

3 comentários:

Junior Melo disse...

Bençao de Deus sua vida.Gsotei do novo formato de Seu Blog.PArabens , servo fiel.Eis que os teus talentos dados por JEsus serao multiplicados. Assim como o ex - padre Anibal, outro grande homem de Deus que se libertou de Roma e seus paganismos, vco faz parte do grupo de soldados que combate o bom combate do evangelho.

Oliveira oliva disse...

Sr. cidadão comum!



A Bíblia reconhece como autoridades: Bispos, Presbíteros, Diáconos e Sacerdotes conf. Atos 20,28 Filip. 1,1 I Pedro 5,1 e Apocalípse 5,10



Outros falsos títulos, como o seu, são invenções humanas, sem nenhum vínculo apostólico! Vc perde tempo e voz!!!

Oliveira oliva disse...

OLIVEIRA
oliveirajustos@gmail.com

Sr. cidadão comum!



A Bíblia reconhece como autoridades: Bispos, Presbíteros, Diáconos e Sacerdotes conf. Atos 20,28 Filip. 1,1 I Pedro 5,1 e Apocalípse 5,10



Outros falsos títulos, como o seu, são invenções humanas, sem nenhum vínculo apostólico! Vc perde tempo e voz!!!